Crenças
Não importa os meios ou as crenças que usamos para chegar até Deus. O importante é a VONTADE de querer chegar até ele.
Independente de qual for à doutrina.
“Os intuitos são os mesmos,” Aproximar-se do criador.
Para vencer o mal é preciso que todos os homens deixem suas crenças de lado e se amem incondicionalmente.
Aprendi que cada um coloca em sua vida tudo que cultiva
em suas crenças, seja alegria ou sofrimento.
Por isso, vou acariciando tudo que me faz bem,
só assim conquistarei a paz e a harmonia em meu viver.
Sobras da natureza humana
Somos escravos justos de nossos desejos e crenças, transformando a figura homem em algo absolutamente banal. Que por si só, nosso reflexo em um espelho nada tem a ver com a verdade, é capaz apenas de nos mostrar a nossa desmedida vaidade.
Um homem totalmente sem compreensão do ser, capacitado apenas para pensar no agora, no ter e no poder, exaltando apenas o material, fingindo buscar acomodar seu ego inflamado em pequenos gestos de bondade, no qual falsamente tenta lapidar sua face de benevolente.
Somos nada mais que pequenos pedaços de carne apodrecendo por tamanha luxúria que nos cerca os olhares, o cheiro que exala de cada um de nós, é a culpa, da qual não conseguimos escapar. Pois por mais que sejamos indiferentes a nossa verdadeira natureza, alguns poucos, mesmo sem perceber, carregam o fardo do conhecimento.
Somos capazes de baixar a cabeça para algo que imaginamos superior, mas somos incapazes, de aceitarmos nossas fraquezas, nossos erros diante de um semelhante, apenas movidos pelo medo, pela total duvida do que virá, pelo medo da escuridão. A ameaça de nos tornamos inválidos e fracos diante de outros é o que nos faz ser perigosos e indiferentes para nós mesmos e para a própria natureza, somos como qualquer outro animal, quando acuados, nós agredimos.
Matamos aos poucos nossa forma comum de pensar, há linha de vida pré-planejada, meticulosamente feita por nossos pais, os pais de nossos pais e os pais de vossos avós, o ciclo básico da vida, nascer, aprender, procriar e a morte. Um fluxo natural, simples sem principio heroico nenhum, afundado na repetição dos dias, asfixiando e transformando lentamente o instinto do saber.
Assim desta forma, o homem contemporâneo se torna um rabisco do que foi seu passado e uma chacota do que poderá vir há ser seu futuro, criando teorias infindáveis para acomodar seu temor, o seu não domínio sobre a própria vida, de compor-se como uma pequena parte de um gigantesco mosaico, no qual apenas é parte complementar e não essencial do seu próprio ser. Terá assim que cortar da própria alma para se libertar, admitir sua total incapacidade sobre a linha da vida, e buscar o conhecimento pleno, longe dos demais, que se encontram abitolados, no comodismo reconfortante dos seus dias. Este homem, não poderá temer a solidão e tão pouco ser chamado de louco, a liberdade requer sacrifícios.
pessoas são únicas e agem a partir de suas crenças. E crenças existem muitas. Desde as limitantes e que nos impedem de enxergar alternativas mais criativas diante de um gesto não gentil, até as edificantes, que nos destaca da mediocridade e nos torna pessoas mais alinhadas com o propósito de fazer dar certo.
Seria lícito viverem seguros em seu mundo, com suas crenças enquanto a terra era açoitada por doenças, drogas, violência, miséria e outras tantas desgraças causadas pela falta de amor e falta de Deus?
As pessoas costumam ligar o cérebro aos mesmos assuntos, às mesmas lembranças, crenças e opiniões, e assim o viciam. O ser humano se auto-sabota, cria limites para ele próprio seguir e acreditar desprendendo-se das possibilidades para que assim possa seguir uma única direção, tornando-o um ser de capacidades limitadas capaz de exercer somente as mesmas pequenas coisas.
Não se prenda a uma única realidade, não estabeleça limites somente para as informações que deseja absorver, não é correto censurar o conhecimento. Seu cérebro é capaz de mais que isso, estamos fazendo uso de apenas uma pequena parte de nossos recursos mentais e, quanto mais nos limitarmos às possibilidades, menos usaremos.
Sabe-se que:
Não só de Compaixão vive o homem,
só que sem esse torna-te sem crenças e se não creres em algo na vida no que você irá crer?
Acreditas em ti mesmo?
Não tenho crenças,
Não tenho religião,
Quanto às suas ofensas,
Não me farão abrir mão.
Você sabe quem eu sou
Porém, não me conhece
Não sabe para onde vou
O pouco que sabe, esquece.
Estou de saco cheio dessa sina,
De andar pelas ruas e observar
Uma igreja a cada esquina
E o lucro do pastor aumentar.
Vocês me podem atacar por isto,
Mas não vou ficar parado
Eu não sou Jesus Cristo
Para levar e virar o rosto para o outro lado.
Deixo os deuses para os fracos.
Prefiro acreditar que a vida se faz com atitudes.
Que crenças religiosas servem apenas
para aplacar o medo que nos é impingido
goela abaixo pelos que nos exploram.
As regras são como a religião,existem para nos passar mentiras e falsas crenças,em que podemos ou não fazer e nos impedindo de evoluirmos.
Eu apoio as religiões , crenças e costumes ! Mas eu pessoalmente Somente Creio em Deus e minha vida dei a ele !
O Complexo do Alemão além de Quartel General da maior facção era também seu altar de crenças. Os traficantes julgavam-se a salvo de uma retomada ali, ainda que seus "satélites" caíssem. Quando o seu "sol" foi tomado eles souberam que o império se findara. O modelo coletivizado do crime pelas facções só voltará a acontecer se o poder público permitir, Eu penso que a população nunca mais permitirá. Ao menor sinal de um recrudescimento a cobrança seria imediata.
"...Ah...como sou cheia de fendas e apegos, claro que sinto saudades das crenças. Tudo, era tudo tão menos trágico para mim. Eram “suicídios” mais involuntários, tenho a mera impressão de que eu era até menos frágil. Hoje, me borro num pestanejar e sei que desacreditar pode ser até estúpido, entretanto, acho mais estúpido me manter em postura e nos “pliês”, sempre cair em pedaços no chão..."
(Texto a fê chora das impossibilidades)
"Oração"
Eu que não tenho deus, eu que não tenho crenças
Eu que não tenho santos,
Desde que te vi,
Todas as noites à hora de me deitar
Cerro os olhos e penso em ti...
E todas as noites, desde então
Sem querer
Sem notar,
A minh`alma em meus lábios começa a rezar...
Todas as noites, à hora de dormir,
Digo o cântico dos cânticos da minha oração...
E quantos terços rezo em teus lábios, enchendo-os
De rosários de beijos
No altar onde te vê minha imaginação...
Todas as noites,
Nas horas doces em que me abandono
Como à espera do sono,
Em minha estranha liturgia
Tomo-te entre os meus braços, triunfante,
E penso tudo o que desejo e quero
Se fores minha um dia...
Eu que não tenho deus, eu que não tenho crenças,
De olhos cerrados a esperar o sono
Ou fitando as belezas das noites tranqüilas,
Também sei rezar...
- no meu templo, que tem por vitrais as pupilas,
diante da tua imagem toda noite eu digo
uma oração de amor antes de me deitar:
"Bendita sejas tu entre os meus braços!
Bendita a nossa vida pelo nosso amor
E bendito, também,
O pecado que um dia há de tornar-te minha,
E há de unir numa vida as nossas duas vidas...
Amém..."
Quando formos capazes de ler, ver e ouvir até o fim, tudo o que antes abalava as nossas crenças, significa que nos tornamos seres humanizados.
11-Reflecti comigo: em que época surgiram as idéias que formam vossas crenças religiosas? Não eram tempos aqueles mais cruéis do que os nossos? Pois bem! E, contudo, ainda desejais cultivá-las? Sabei que ao reproduzirdes tais sistemas de pensamento perpetuais a justificação da crueldade e da intolerância. 15/11/10