Cores

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Sonho ao acaso.


Ah se tudo fossem flores e bombons.
Cheio de cores e de vidas.
Se tudo fosse só amor.
Feito o calor de um beijo.
Se não houvesse intrigas.
Nenhuma desunião.
E o mundo inteiro abraçasse.
Todos como a um irmão.
Se não houvesse o pecado.
E as pessoas sempre boas.
Seria o paraíso, o povão sorrindo atoa.
Se tudo fosse desejo.
E ao estalar de dedos.
Tudo se concretizasse.
Sem remorsos e sem medos.
Pois não haveria erros.
Então porque se lamentar.
Ah se tudo fossem flores e bombons..

Um brinde aos nossos amores, as dores, aos horrores, as flores e as cores. Um brinde à vida!

Me sinto no meio de uma tempestade de flores,
cores, desejos, saudade, amor, encanto, loucura, paixão,
mas não saio daqui!

O PINTOR E O POETA

O poeta tece em palavras
Como o pintor retrata em cores
Uma bela aquarela...paisagem da janela!
Um doce poema. vislumbres da alma...

E assim, sorrateiramente
O poeta vai buscando os versos e as rimas
lembranças de um passado presente
Como tinta fresca, misturada no quadro.

E a arte vai imitando a vida
e a vida inspirando a arte...maravilha!
O poeta escreve nas linhas
...E nas entrelinhas!
O que o pintor pinta na tela.

"Que eu nunca perca as minhas cores, o meu brilho, o meu sorriso. Que eu nunca volte a viver a vida em preto e branco, refletindo cinza e sorrindo falsamente."


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A mulher e a flor

— Deus criou a mulher e a flor.
— A Flor, com todas as cores e a beleza da natureza.
- A Mulher, a imagem da perfeição, com todas as belezas e os perfumes das Flores!

Hoje...
finalmente entendi
o amor chega com todas suas cores
resposta pra todas as dores
o amor é o caminho
a caminhada
a chegada...

E você disse o amor não conhecer
o que me fez entender
que você é o que é
não vai mudar
não importa o que acontecer
nem pra onde for...
o que falta em você é a falta de amor.

Então, a resposta pra suas dores
é o amor com todas as suas cores...
A falta de amor é a soma de todas as suas dores.

"Infinita-me de cores,
Na matiz de uma tela aviva-me,
Aquarela-me na essência de um vitral
Que nessa insistência vital vou me reinventando."

Primavera... A estação das cores, da diversidade das flores, do canto dos pássaros, do cheiro de dama-da-noite...

Ela é alérgica a cores.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 1.

Eu o amei com a cabeça, pela fantasia que criei dele, com as cores que o pintei e só eu enxergava.
Meu coração pedia outra pessoa. Outras palavras. Pedia mais verdade. Mais certeza. Mais atitudes pensadas e menos sentimentos vazios.
Meu coração pedia um homem. Porque eu preciso me sentir protegida. Preciso de alguém que me dê a certeza de que vai ficar tudo bem.

A arte cênica ultrapassa os limites da mente humana distorcendo cores, cheiros e formas só para definir o que já estar concebido dentro de nós

Percebam as cores
Espantem os temores
Aproveitem os sabores
Vivam os amores

As cores da tarde emprestaram aos nossos rostos uma tonalidade fulgurante.

Quem diria...
A vida é mesmo um quebra-cabeças,
composto de pontos e cores,
onde cada acontecimento é uma cor,
cada história é um ponto,
cada dia é uma peça.
A vida vai sendo montada
com pontos e cores, ganhando forma.
Formas leves, formas pesadas,
formas concretas e formas claras,
formas escuras ou abstratas.
Formas que podem formar,
formas já deformadas.
Assim contruimos as peças do nosso quebra-cabeças,
juntando daqui e espalhando de lá,
pessoas que chegam, pessoas que se vão,
com erros e acertos, crença e desconfiança,
com o nosso querer, não querer, amar e sonhar.
Quem diria da vida, um quebra-cabeças...
E no fim de tudo sabemos
o que somos ou o que fomos.

⁠Assim como a intensidade
nas cores no terraço do café à noite,
e às vezes tão confuso,
quanto a noite estrelada,
a vida é como
obras de Van Gogh.

Gosto de rosas amarelas,
admiro-as também em todas as cores,
nem sei expressar amor por elas,
são as rainhas das flores.

Colonizado por exploradores, explorado por todas cores e governado por traidores.

O amor está nas lojas. Tem de todas as cores, modelos, utilidades e preços... Preços ótimos! Amor a partir de “um e noventa e nove”, para quem não pode fazer declarações mais caras; amor de cem reais, duzentos, mil, até milhões... Já pensou, declarar um amor de milhões de reais? Talvez de dólares? É o natal que está vindo... À sua frente, chegam os ares que se refletem no ensaio de cada olhar, cada braço, cada voz... Pessoas mudam, ou sofrem mutações, para o desempenho da trégua natalina, que se estende até o trinta e um de dezembro. Chega o dia de amar o inimigo, para desamá-lo novamente no comecinho do próximo ano. Ano que já será velho no dia dois ou três. Data de perdoar os que nos ferem, porque passa logo, não custa nada ou quase nada, pois em menos de uma semana poderemos desperdoá-lo.
À nossa volta o apoio das lojas, que tornam o amor democrático. Pobres e ricos podem amar, no natal, pois existe amor para todos os bolsos. Há um sentimento forte no ar comprimido pelas axilas que se cumprimentam no silêncio ruidoso das compras. Das caixas registradoras. Até mesmo dos pregões que incentivam esse sentimento, balançando os artigos bregas ou de luxo que têm a tarefa de pescar sorrisos, palavras e reciprocidades em formas de outros presentes... Outras demonstrações embaladas por papéis coloridos e seladas por cartões que registram palavras previsíveis, criadas e impressas por quem não conhece os seus compradores... Mas as mensagens são universais. Servem para qualquer um, nessas datas. E aceitam complementos de quem quer enfeitar um pouco mais.
Nas marquises e viadutos, há os que não podem comprar o amor... Dar nem receber. Nem aquele mais baratinho. Também não podem comê-lo nas formas vistosas de pernis, farofas, rabanadas e outras guloseimas. Nem bebê-lo, nos vinhos e champanhes que se revezam em taças. Mesmo assim, feliz natal para todos! Para quem pode ou não, afinal, o natal é um grande teatro! É o espetáculo fabuloso que demonstra o ser humano em sua inexistência ideal, íntima, projetada no inconsciente relutante! Na fraqueza universal de criaturas que disputam espaço em um mundo cada vez mais concorrido! Essa disputa se acirra no natal, quando o amor é medido pelo dar e receber, excluindo os que não podem entrar nessa democracia para a qual não nasceram os indigentes, porque esses perderam há muito tempo. Perderam pra mim e pra você, o que lhes era de direito.

Por traz de um pôr- do- sol bonito, tem sempre uma linha no horizonte bordando as cores de um novo dia. 24/05/2015