Conduta
É a sua conduta mental habitual que tece a trama do seu destino; e isto não é exatamente o que deveria ser? Ninguém pode manter você fora do seu reino - nem colocá-lo dentro dele.
“Não duvido de nada, mas questiono tudo. Tenho o meu próprio padrão de conduta até
encontrar um conjunto de idéias que possa responder a todas as minhas perguntas. Até
agora, eu não encontrei. Apenas respostas que parecem gerar mais perguntas. Eu sou
muito racional. Não consigo apenas acreditar. Preciso de provas, de respostas.”
Devemos buscar que o caráter de Cristo seja refletido em nossa conduta, nossa maneira de agir, nossas atitudes, nossas palavras, nossas ações,em fim em todo o nosso proceder e nossa forma de viver.
Estrategicamente, entrar num novo mercado envolve antes de tudo:Diagnóstico preciso, Conduta padrão, Coerência
Busque a Verdade
através do Estudo de Si
e transforme sua conduta
e caráter.
Conheça o poder do pensamento
e saiba focalizar, direcionar e
disciplinar seus pensamentos.
(hpires2001)
Muito antes de Freud ter nascido, o rei Salomão disse que o caráter e a conduta dos seres humanos, não é o que o homem exprime consciente, mas o que ele pensa com a alma.
A referência de credibilidade é a nossa própria conduta; o que faz do mentiroso um ser incapaz de confiar nos outros, exatamente por não ser digno de confiança.
Julgar uma pessoa por fatos isolados, por sua conduta em determinado momento existencial é um grande engano, pois não conhecemos os pormenores que permeiam seus caminhos.
Minha conduta, postura e personalidade fazem parte de mim, mas são passiveis de deslizes, de esquecimentos e de falhas.
O que a opinião é senão uma leve expressão de sua conduta, um grito no vácuo das relações sociais atuais, que sinceramente, pode ser bem guardada e trancafiada num belo baú de tesouros, à espera de uma bela gatuna.
Você pode até convencer algumas pessoas a acreditarem na sua falsa conduta, mas, jamais conseguirá convencer a si mesmo!
Queremos ser antes de sermos; não procuramos crescer as raízes, formarmos uma conduta querida, enraizando-a definitivamente como deveria ser. Queremos antes mostrar a copa da árvore e o tanto que ela crescerá sem formarmos antes a raiz apropriada a altitude, ao volume ou dimensão a que nos propomos mostrar. Ao invés, de forma precoce, preferimos nos mostrar o que, ainda, não somos. Ora, a regra deveria sermos antes de mostrarmos o que viremos a ser; não o contrário mostrarmos o que pretendermos ser, a trajetória que definimos seguir até chegar lá, bem como, os esforços que estamos fazendo nesta caminhada para chegar lá. Isso é querer um troféu pelo esforço; este nada mais é do que uma obrigação tua consigo mesmo, como seu propósito ... então por que a necessidade de aplausos ou troféus ? Porque queremos mostrar o que podemos ser. Porque queremos nos autoafirmar como vitoriosos ou, ao menos, capazes de sermos singulares em algo ou n realização de alguma tarefa. Queremos no fundo reconhecimento como que numa forma dum grito para a humanidade: eu existoooooooooo ! Na grande realidade, pouco fazemos por nós e muito pelos outros. se o fizéssemos para nós, todos os atos, seríamos o premiador ao mesmo tempo que o premiado. Essa cena de premiação, sim, seria o que deveria se buscar.