Coleção pessoal de Pesilva
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Naquele tempo de ilusão,
o abraço de um desvalido salvou o meu dia!
Hoje vim… só para te buscar!
Na vida se aprende, enquanto ensina.
A paixão é nascente com a sorte.
Quem não chora
quando nasce,
não prova que está vivo!
Quando digo que te amo
a dor passa, se eu calar,
qual será o meu alívio?
Ao falar, ao escrever,
aprendi que não se deve ter
medo das palavras.
Nasci destinado a te amar,
se o meu destino mudar.
Nascerei de novo!
Encontro-te como na beleza
adolescente de Marília de Dirceu.
Não sei pra onde vou,
mas não ignoro de onde venho.
Já me abriguei nas paixões.
Moro no amor!
Mudemos o assunto:
O mistério sem providência,
cobram imposto
sobre a alegria.
Sou caçado, torturado e preso!
Por só negar tristeza!
À noite, as luzes
das casas acesas, por segurança
de dia ninguém protege o sol.
Que faremos, meu amor!
Em tom de delicadeza, nesta ternura e tristeza, ouçamos a tempestade!
Os animais fogem para a cidade, os homens, para a selva.
Rastro de pétalas, caule e espinho. Vereda de flores feridas, fragrâncias fúnebres.
Corpos tremem, frio e medo,
correm para esquentar, covardemente nus, inimigos morrem abraçados!
Hoje pela manhã,
senti a mesma insegurança
que me confessou um dia,
enquanto dava
sem saber
a proteção que temia!
No café, charme de Lisboa,
o cartão postal retrata,
o meu encontro com a estátua do Fernando, feito em pessoa!
Descrevo com o dedo
os meus versos de amor
para o mar
na areia do deserto.
Sem deixar cair
o orgulho e a alegria de um brinde,
com vinho do Porto debaixo da ponte, outro brinde
a vida
que vivemos juntos!
Perguntam quem sou. Penso e não mais estou. Mãos à obra,
pé na estrada...
Ao menos farto de anos
comemoro os melhores dias nesta vida. Até que eu pisque um olho, acordado quem é já nasce pronto!