Chamas
Se me chamas de amigo; não devias me maltratar!
Se me chamas de amigo; devias confiar em mim!
Se me chamas de amigo; não me deixaria sofrer só!
Se me chamas de amigo; estarias comigo nas dificuldades!
Se me chamas de amigo; te lembrarias de meu aniversário!
Se me chamas de amigo; saberias meu endereço!
Se me chamas de amigo; saberias de minhas dificuldades!
Se me chamas de amigo; não haveria segredos entre nós!
Se me chamas de amigo; porque foges ao me ver?
Se me chamas de amigo; convide-me a ir sua casa!
Se me chamas de amigo; Pague-me o que deves!
Se me chamas de amigo; socorra-me quando preciso!
Se me chamas de amigo; deixe-me te ajudar!
Se me chamas de amigo; Venha tomar um chá comigo!
-Amigos são pessoas que mesmo distante,não se esquecem.
82-Seu Olhar
São preciosos, são duas chamas acesas
São lindas chamas e brilhantes
olhando para os meus olhos
Adoro seu olhar, é intenso como
no mais profundo do oceano
Seu olhar tem o brilho do amor,
me faz viver me dando esperança
Mergulho na escuridão dos seus olhos e
vejo a chama do amor
Seus olhos negros me encantam como
se fosse duas jabuticabas
luminosas.
O meu olhar são como duas videiras,
verde oceano
você pode mergulhar neles e encontrar a
esperança
que procura,
Encontrarás a felicidade e o brilho da esmeralda
pode se afogar e afegar de encantos de
pura
vaidade
Quando o seu olhar veem ao encontro do meu
faíscas são refletidas para todos os cantos.
O seu corpo ao encontro do meu mergulha
num mar de felicidade, seu olhar é meu olhar
são puramente chamas ardentes de amar
e em nosso olhar nos encontramos
Por isso eu te amo, minha chama de olhar!
Vejo-me entrar num incêndio pra tentar salvar o amor entre as chamas.
A dúvida que me consome é saber se ainda existe coração ou se tudo virou cinzas.
Que a chuva apague logo o incêndio e de tempo de estar vivo; que ainda haja esperança em meio a tantos escombros.
"Quando nós nos beijamos meu coração está em chamas
Queimando com um desejo estranho
E eu sei que, cada vez que eu te beijo
Que seu coração está pegando fogo também .. "
Eu te amo e pronto!
Ontem ardi em febre
Já era noite
E o sol beijava a minha face.
Em seus braços ardia-me em chamas
Consumia-me um torpor
Entre delírios, a claridade
Sua lucidez me tocou.
Chamas
Chamas por mim!
Chamas
Aqui estou!
Lagrimas frias se manifestam em meu rosto escorrendo para meu coração em chamas, até quando meu coração vai suportar a frieza dessas lagrimas.
Olhos sedentos incandescidos
Chamas de um amor não vivido
Tendo o tempo em descontento
Em lamurias e vãos momentos
Procuro por um Amor vermelho ardente,que possa ser quente que nem fogo que as chamas não pode ser apagar com um simples beijo,nem com um simples abraço
procuro uma Boca quente que nem pimenta para beijar é esquecer o mundo
procuro um olhar que nunca possa perder de vista pois quero sempre lembra de tudo aquilo que foi quente para um dia refleti de tudo que preciso.
...Nem madrugada,nem manhã
Me chamas a provar teu chá,
Mas no final da tarde me convidas
A tomar teus olhos crepuscular.
Chamas por mim, ouço a tua voz. Apenas o que meu ser alcança além dos objetivos pode estender o que ainda não compreendo. Mas entendo.
Muitas vezes, por não prestarmos atenção a pequenas chamas, nos encontramos repentinamente frente a um grande incêndio.
Luzes que encantam,
deslumbram nossos dias
Velas acesas,
chamas de alegria
Fogo brando que recria
histórias esquecidas...
Devorei pulsos em chamas.
Amplamente o rosto envolto por coágulos de sangue luzidio
a trespassarem as veias estanques como a enrolar
as cores existentes
por dentro.
Certo é percorrerem
todo esse ar
que engole o corpo celeste mergulhado
na textura do nosso corpo temporal.
Fico com as mãos
cheias de ossos trancados.
Levanto
a cauda de um espelho
e alongo as vísceras astronómicas,
com bastante força química,
a dilatar numa circulação sanguínea
até a leveza
da garganta se alagar
na sombra líquida
das artérias
contra o alto esquecimento das coisas profundas,
contra os tendões severos a racharem a boca desvairada.
Relembro quando adormecia
sobre todas as
coisas vivas ou mortas
por fora.
Submetia os lábios
a girarem a voz louca
ao lume pedestre
e ardia pelo estremecimento terrível
dos nervos cabeça adentro,
donde múltiplas
estrelas demoníacas
a baterem-se em mim longamente
param, a pouco e pouco, a potência que nunca me sorriu
e vago ou inocente deixo de caber
nos sítios superficiais
à minha volta.
Releio todas as cumplicidades translúcidas
a moverem toda a pele num feixe de pérolas
das salgadas mãos,
aos braços a escorrerem aquele alimento
metidos nas águas sentadas
no túmulo dessas estrelas tubulares.
A destreza deste poema extingue-se quando as unhas
tocarem na carne abaixo, rompendo,
com sinceridade,
a desvastação simbólica
da escrita furibunda
ou silêncio furibundo
a pesar com delicada melancolia.
Ouço o rasgão
do corpo a sangrar
com os tecidos dos versos
a palpitarem porque se nomeiam
e se escrevem dentro
da pulsação ininteligível.
Por cima,
devoro os pulsos em chamas.
Meu Ar
Meu Ar se perdeu
Quando meus olhos
em sua direção, em chamas se ardeu
Meu Ar se perdeu
Quando minha boca
na tua, por sede bebeu
Falte-me Ar
E não volte
Mate-me sem Ar em teus braços
Mas não me deixe sem o teu cais
Ares fatais
Meu cálido coração
Torna-se cálice em teus abraços
"Envolvam-se amante corpos
Sem procurar razão alguma"
Disse o Amor
"Não durma".