Cerveja
No final todo mundo morre
O que comeu carne
O que comeu vegetais
O que bebeu vinho
Cerveja, até água
No final o João, o Pedro
O José! E até a Rainha Elisabeth, morrem.
Alguns vivem, de carro zero
De bicicleta, ou numa oca.
No final a história mais legal
É a de quem escolheu viver
Antes de morrer.
Uma coisa que me irrita nos dias atuais é a comparação (de baixo nível intelectual, com cerveja), em tirinhas, de pessoas que cultuam o corpo e o intelecto. Deixem os marombas serem marombas, deixem os estudiosos serem estudiosos, seus falsos recalcados.
Estava indo esquecer você. No caminho parei para tomar uma cerveja e esqueci o que ia fazer. Sempre que vou esquecer você acontece alguma coisa pra eu esquecer o que vou fazer. É assim mesmo... confuso.
Me chama pra tomar um vinho, um café, uma cerveja. Tequila, vodca, cachaça, tanto faz. Me liga pra dizer oi, pra saber como foi o dia, pra ouvir minha voz. Me olha de rabo de olho, me encara, me come os olhos. Diz alguma coisa, sussurra meu nome, grita. Me fala dos seus sonhos, dos medos, das brigas. Se abre pra mim. Me manda uma mensagem, um áudio comprido, uma foto. Me escreve uma poesia, um texto, uma frase. Um ponto, ainda que seja final. Ri, sorri, gargalha. Pode chorar também. Me mostra sua música preferida, aquela série, o último filme que você viu. Me leva pra comer uma coxinha, uma dogão, um Bigmac. Eu topo. Pega na minha mão, toca meu rosto, passeia por mim. Beija minha testa, minha boca, meu eu. Me toma pra ti, me rende, me leva contigo. Faz qualquer coisa, só não some assim.
Coisas do beijo
O beijo sem abraço é como cerveja sem gelo, pizza sem muçarela, champanhe sem álcool, fusca sem o capô vagininha, mecânica sem graxa, humorista sem graça, enfim, é cumprimento de minhocas...
TUDO É DE LÁ
A cerveja gelada
a cachaça de lá
aqueles goles gostosos
sob gargalhos a gargalhar...
Tudo é tão saboroso!
Sob, o balcão d'aquele bar.
Aquela musica de fundo,
a saudade d'aquele mundo...
Dedilhando a alegria!
A mesa para os cochichos
a turma do deixa disso
na arenga da fantasia.
N'aquele bar...
Tudo é de lá!
O beber para esquecer
com sorriso para espantar
a noite e o amanhecer
o amor e o bem querer!
permeando o chorar.
Tudo lá, esta aqui...
Gargalos da solidão,
ressaca, zunido o ouvir
barra do sol tremor no chão
o choro de um coração
n'um mundo longe daqui.
Antonio Montes
O eleitor que escolhe um candidato usando como critério uma promessa populista de cerveja e picanha, não merece nem água e nem ovo.
meu café é sem açúcar, minha cerveja gelada... e, minha vida é doce.
alguns chamariam de acidente doméstico, outros de percalço... na realidade foi o pé descalço!
adoro ao chegar em casa me despir dos problemas que na rua ficam, deixar a roupa no cesto pra lavar, e pôr os pés a caminhar livres dos grilhões do dia a dia, sob o piso frio que refresca os pensamentos, junto com uma cerveja gelada, antes do banho.
foi quando sem querer, ela atravessou meu caminho de forma inesperada, talvez estivesse estacionada. mas no escuro da sala, não a vi! ou quando a vi, já era tarde. mas não sem antes me deixar sua marca, um ferrão. foi quando pensei que com os grilhões de antes, estaria melhor agora.
a latinha de cerveja, já aberta, jorrou pela sala e fez outro estrago, para o dia seguinte. aqui agora nada tem pressa, exceto a dor e, essa, é imediata.
uma dor insuportável; calor nos pés; e, um princípio de inchaço. parecia anestesiado e a dor caminhava em direção ao tornozelo, já não sentia o calcanhar, e não conseguia firmar o pé no chão. não podia gritar. mas sozinho podia amaldiçoa-la e, também, chorar.
foi o que eu fiz.
depois... parcialmente refeito da dor e uns dois goles, no que da cerveja sobrou. me armei do cortador de unhas e munido de gelo, fiz uma cirurgia não reparadora. foi uma extratora mesmo, e, à fórceps tirei o ferrão.
por alguns segundos sinto junto com o sangue algo saindo do corpo, talvez o mel.
agora sim, estou Azedo!
existem muitas fórmulas para se encontrar com a Felicidade. uma delas, ComCerveja, é Amar!
tendo como caminho ódio, nada se constrói de valor ao próximo.
e, o seu próximo, o mais próximo, é você no espelho.
"Um bom churrasco, algumas caipirinhas e uma dúzia de cerveja bem gelada você esquece qualquer problema." (CAFaggion)
A verdade é que sem você perde a graça,
Acho que estou viciada,
A cerveja sem você não tem o mesmo sabor,
A saudade preenche o espaço da tua ausência,
Almejo de Alma tua presença,
Teu toque,
Cuidado,
Eu piro...
No teu cheiro,
Teu olhar,
No teu cabelo...
A saudade aperta,
Peito grita,
Ausência fria,
Que não se repita.
Não importa se o dia pede cerveja!
Eu quero saber sobre a minha vontade de tomar vinho♡
Tência Medeiros.
Sabe porque não consegues ser feliz de verdade?
Porque um copo de cerveja acaba, e a ressaca no outro dia vem trazendo todos os pensamentos ruins novamente.
A noite na balada também passa, e quando o sol raiar, tudo se repete.
Os prazeres momentâneos não conseguem preencher esse vazio aí dentro do seu peito, porque esse vazio é do tamanho de Jesus.