Carioca

Cerca de 132 frases e pensamentos: Carioca

⁠Como gostaria que chegasse o dia em que o ZÉ CARIOCA não fosse mais do que um personagem fictício a nos divertir, e que em nada nos identifiquemos mais com ele, e nem o mundo faça a ligação dele conosco.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Como um carioca de raiz posso dizer que ainda não tinha visto até hoje uma imensidão tão perfeita; com detalhes precisos em partes indescritíveis, tão simples e notória de sua face e corpo.
Ricardo Baeta.

Inserida por RicardoBaeta

⁠Sabe qual é a semelhança de um pato com um carioca?
Ambos saem da água falando Qualé! Qualé! Qualé!

Inserida por RubensViannaFilho

⁠Menina Ítalo-Carioca

Menina carioca com traço italiano
Sua beleza europeia provoca onde passas
Homens jovens e maduros do vil cotidiano
Correria danosa que ao lhe ver se acaba

Ao caminhar pelas ruas mostra o patrimônio
Importado pela chegada dos seus ancestrais
Linhagem que seduz até os mais distraídos
A metrópole agiganta-se na sua beleza ainda mais

Seu belo corpo mostra-se em lindos movimentos
Expressão artística com complexidade da vida
Extravagante ação divina e natural no tempo
Mistura-se em emoções nos movimentos da dança

Sua beleza não contrasta com a sua inteligência
Quebrando todo o paradigma de que não combinam
Abrilhanta as pessoas nos recantos da vidas
Onde exala simpatia e sabedoria que não previam

Grandes mestres ao sentir o âmago dos versos
Dessa ternura nos trouxe simplicidade tamanho
Exaltando o amor seja ele Ágape ou mesmo Eros
Num desejo profundo dos seus olhos Castanhos

Inserida por 81024673

⁠O que é o carnaval?
É frevo pernambucano?
Ou é samba carioca?
Será ritmo baiano?
É paixão do brasileiro
Que transforma fevereiro
Na melhor fase do ano

Carnaval é uma festa
O império da folia
Explosão de multicores
Aquarela de alegria
Onde o velho e o novo
Pulam no meio do povo
Com a mesma energia

Só tem uma coisa ruim
É a tal da quarta-feira
As ruas ficam vazias
Parece final de feira
Mas se serve de consolo
Depois de um ano todo
Vai voltar a brincadeira

Inserida por RomuloBourbon

⁠Eu não sou carioca. Eu não posso fazer amigos em dois dias.

Inserida por pensador

⁠Confia em mim, sou formado na escola da vida com PhD em jeitinho carioca.

Inserida por pensador

DOCETERIA CARIOCA

Demétrio Sena, Magé – RJ.

O Rio de Janeiro
só tem bala perdida...
Ninguém perde bananada,
um doce de amendoim
nem jujuba, queijadinha,
pé-de-moleque ou cocada....
Ninguém perde nada mais:
uma broa, um bom-bocado,
doce de jambo ou de jaca,
queijadinha nem cavaca,
quebra-queixo, pirulito,
cuscuz nem língua-de-sogra...
uma sobra de paçoca...
No Rio de Janeiro
só se perde bala e vida,
não se perde nem se acha
um saquinho de Ki-suco,
goiabada nem mordida,
maria mole ou pamonha...
É tanta bala perdida,
que o Rio de Janeiro
já perdeu a vergonha...

Inserida por demetriosena

Carioca do Complexo Amarelinho


Na
Singularidade
Da sinestesia
A diversidade
Que
Encanta

Ser
Protagonista
Da
Atenção
Deles

Ainda
Que
Por breves
Momentos

Magia
Dádiva
Divina

Um
Privilégio

Inserida por samuelfortes

⁠Sou carioca da Gamboa de nascimento mas a Amazônia é minha segunda naturalidade brasileira.

Inserida por ricardovbarradas

Na verdade o que a cultura carioca, amazonense e brasileira não sabe é que veio de Lisboa a ideia de todo o calçamento feito com pedras portuguesas, as mesmas que vemos no Brasil, equivocadamente e não originalmente na praia de Copacabana na zona sul do Rio de Janeiro e em Manaus. Mas para quem achou ate hoje que o desenho das ondas, foram feitas pelo contraste das pedras brancas e pretas que seriam exclusividade do calçadão de Copacabana, e que representam as ondas do mar da famosa praia e bairro carioca, ou mesmo na praça em frente ao Teatro Amazonas em Manaus, representando ponto alto turístico manauara que é o encontro das águas de duas cores ocorrido naturalmente entre do Rio Negro com o Rio Solimões, estão todos equivocados. O desenho original se encontra na Praça do Rossio, ao final da Rua Augusta, em Lisboa, Portugal, que é historicamente comprovadamente muito mais antiga que as localidades brasileiras. O que sei é que a calçada de Copacabana, foi realizada um pouco depois de 1922, pois o Hotel Copacabana Palace não ficou pronto a tempo para o aniversario do primeiro centenário da independência do Brasil, 1822 - 1922, como queriam os Guinle e tempos depois um engenheiro discípulo de Francisco Franco Pereira Passos que foi um engenheiro também e político brasileiro, prefeito do então Distrito Federal que era o RJ entre 1902 e 1906, que concebeu a ideia não original de fazer o mesmo desenho lisbonense em Copacabana já que tinha importado as pedras portuguesas. Diante disto fica registrado então para toda cultura brasileira que não conhece o Brasil, a minha humilde homenagem a quem teve a original criatividade da majestosa obra emblemática e por conseguinte ao original criador português, de fato e de direito. Falta me elementos fiáveis para pesquisa mas pelo que acho que sei o desenho original português é alusivo ao fato histórico do Grande Terremoto de Lisboa.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Sou carioca e reconheço que a muito da arte se faz aqui mas a cultura brasileira em todo seu esplendor, só mesmo em São Paulo. A arte e cultura de todo o Brasil levada a serio com toda a dignidade que merece.

Inserida por ricardovbarradas

Confesso tudo, o que fiz e o que não fiz. Não quero arder no fogo do inferno pois já o verão carioca, a cada ano do Rio de Janeiro, está muito quente. De certo Deus é brasileiro mas mandou o capeta e a serpente fazerem um estagio não remunerado prolongado, por aqui.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Que o sol não demore, eu sou carioca.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Meu coração é carioca e minha alma é mineira!

Inserida por julianaalvescoach

⁠Eu sou um poeta boêmio
E Ipanema é meu refúgio certo
Onde a musa carioca me inspira
E o ritmo Bossa Nova me encanta

Em meio às garotas douradas
Que caminham pela areia fina
Eu vejo a beleza da vida noturna
Lembrando de Tom Jobim e Vinícius de Moraes

Com acordes dissonantes inconscientes
Minhas notas musicais se fundem
Com a brisa do mar e as ondas da saudade
Em uma Bossa Nova de amor e paixão

Ipanema é meu lar, minha morada
Onde a noite se torna minha amada
E a boemia transforma em poesia
Cada respirar desta bela cidade.

Inserida por EvandoCarmo

Bday

Hoje é o dia dela,
Daquela que o destino, ou algo divino,
Me fez apaixonar.

Carioca malandro,
Foi saindo, ficando, quando viu...
Namorando e casando no altar.

Amei a primeira vista,
Ela é maratonista, nadadora, ciclista
e algumas vezes arrisca de motorista.

Mas gamou no turista,
De sotaque surfista,
Conquistou a paulista e decidiram casar.

Que este dia
seja radiante alegria
na singela companhia
do meu ser.

Inserida por raphael_mouro

⁠Carioca do Complexo Amarelinho

Na
Singularidade
Da sinestesia
A diversidade
Que
Encanta

Ser
Protagonista
Da
Atenção
Deles

Ainda
Que
Por breves
Momentos

Magia
Dádiva
Divina

Um
Privilégio

Inserida por samuelfortes

O ENGENHEIRO E O GARI

Era uma linda manhã de feriado no Rio de Janeiro, o sol estava lindo. Duas pessoas, duas vidas, dois mundos tão distantes se cruzam no mesmo caminho.
Um engenheiro Eduardo Marinho de Albuquerque, morador da área nobre da cidade, o outro um gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, da comunidade da Rocinha.
Mas, agora nada importa. Origem, cor da pele, classe social, dinheiro guardado, onde mora... pra onde eles vão nada disso é importante, pois naquela ciclovia a morte os encontrará.
Ela chegará bela e ao mesmo tempo assustadora. Virá em forma de uma gigantesca onda, com a missão de acabar pra sempre com todas as diferenças, que até então existiam, entre o engenheiro e o gari.
Quando ela chega é assim, não importa quem você seja, o que tenha ou o quanto a vida te festejou ou te humilhou, ela mostrará para o engenheiro e o para o gari, que no final somos todos iguais - humanos, frágeis, à mercê das ondas da vida.
Tomara que o engenheiro e o gari tenham encontrado Jesus nas ciclovias da vida, pois assim eles saberão, que não correram em vão.

⁠Eu não falei pra senhora que quem vem ao Vidigal sempre volta?

Inserida por pensador