O Bem e o Mal
Ficar em cima do muro é um ponto que não define nosso comportamento moral. Não praticar o mal sem fazer o bem, e vice-versa, é impossível, pois a inexistência de um, revela a existência do outro, e para isso não existe meio termo.
O bem e o mal andam juntos, negativo e positivo, faz parte do processo funcional e evolutivo da vida, e apesar do aparente domínio do mal, o bem sempre prevalece.
Nossos desejos são sentimentos conscientes, inconscientes ou reprimidos, que nos levam em direção à satisfação pessoal. Eles são a maior característica dos bruxos, fazendo-nos a todos bruxos(as). A diferença está no que se deseja, se isso faz mal ou não a outrem.
Todos pensam mal, quase todos um dia mais que desejaram, fizeram mal. Alguns fortalecem essa maldade e transcendem esse pensar, e isso é o que nos distingue pelo bem ou pelo mal, o agir.
Todos somos exemplo, pelo bem ou pelo mal, sempre somos exemplo. Melhor ainda quando por estes aprendem o bem.
Aquilo que não o faz bem, transforme em experiência construtiva em busca de sua evolução como ser, guardando só e apenas o que te faz bem!
Não espere que te façam o bem
Nem espere que te façam o mal
Faça se a si mesmo esse bem
Pois amor próprio não tem igual
É irrelevante distinguir tempo bom de tempo ruim, quando os objetivos não competem a estar bem ou mal, mas apenas agradecer.
Tudo o que te direcionam, por bem ou mal, só merece a tua atenção se realmente te cabe. Estes sim não devem passar, pois são os melhores motivos para melhorarmos.
Desde muito tempo, através de tudo e todos, histórias e fatos, vamos aprendendo que o mal na unidade é tão ou mais forte quanto o bem na coletividade. Mal este muito identificado como se vindo de um só, enquanto a força do bem só existe se vier de vários. Se o mal sozinho é tudo isto que pregam, que continuemos a mostrar o bem e a força adivinda de Nossa União.
Banhei-me em mar de esperança quando percebi que além de não ser eterno, nenhum mal se sobrepõe ao bem e nenhuma mentira é mais grandiosa que a verdade, e assim também incompatíveis, não eterno é o ódio, como é o amor.
O mal existe porque o lobo continua vestido de ovelha e o bem insiste acreditando que ele conseguirá ser alguém melhor.
Uns vão morrendo pelo excesso de prazeres, outros pela falta do mínimo destes. Lembro apenas, têm gente que sente prazeres no mal, ou até mesmo, por aquilo que chega a fazer a si muito mal, como também há quem tenha tudo de bom e sente-se como se nada tivesse. É na contradição entre bom e ruim, bem e mal, ou mesmo no entender os prazeres, que se vê as diferenças entre quem vive e quem se mata.
Você não entende o bem que o mal faz a quem gosta de fazer o mal, mas felizmente sabe que quem assim é não quer receber do seu próprio mal, nem mesmo gosta que outros assim existam para consigo, ou seja, é o mais estúpido dos seres, pois dá exatamente aquilo que não quer receber.
+Q Roteirista
Sabe o que eu amo em personagens de ação ou outros mais, bem ou mal, mau até, animado ou não, quadrinhos ou games? Ainda que lutem uns contra os outros, nem por isso alguém deixa de existir, pois qualquer que seja o personagem, é eterno e todos sabem que todos assim são, por isso querem apenas fazer a sua parte, o melhor possível diante daquilo que podem e são. Nasceram para ser e tentam a todo custo ser sempre a melhor versão de si mesmos. Diferentes de nós!
Se faz necessário também ponderar nos bloqueios contra o mal, deveras, podem ser em demasia e assim também bloquearem o bem que quer se achegar à eu.
Agostinho foi um dos maiores defensores do cristianismo, acredita-se que ele é uma base teológica de referência para a ideia de Deus. Mais de mil anos depois a revolta de Lutero que mesmo sendo um cristianista evidencia o mal no cristianismo. Nietzsche denomina o cristianismo como uma praga da humanidade, logo toda a criação do bom e do ruim, nesse ponto de vista se torna um grande mal.
O bem e o mal são os medos quando encontra os nomes demoníacos em estampas bíblicas e no fervor do homem em relação com o Diabo...
Se houver menos temor pelo que é considerado mal pela religião, e se evitar os compromissos com os problemas do passado, haverá menos demanda com o bem para o futuro.