Barco sem Rumo
Pobre moça... É barco à deriva, sem vela e sem rumo.
Segue seus dias ao dissabor dos ventos,
Sem saber ao certo como será o amanhã .
Para seu coração, toda calmaria parece o prenúncio para uma tempestade.
Isso mesmo, em sua vida tudo acontece meio que "ao contrário"!!!
Nesse diapasão, tal qual pássaro ferido, tem medo do acarinhar alheio.
Pois sabe, que a mesma mão que acarinha, faz sangrar.
Segue teu rumo menina... Oxalá um dia, por descuido ou coisa assim
Encontre um abrigo, refúgio ou Porto Seguro.
Que arranque dos seus lábios os sorrisos guardados em seu baú secreto...
E te faça entender que, enquanto houver vida, nunca será tarde demais !!
À deriva
Meu barco está à deriva
Nesse mar de solidão
Na escuridão da alma
Viajo sem rumo certo
De um sono profundo
Acordei sem mim
Sem passos, em silêncio
Fustigado pelo tempo
Fugindo da vida
Cavalguei pra longe
Para não me ver partindo
Então morri mil vezes
Mas vivi sorrindo.
no mar vemelho do teu coraçao!
colocarei o barco do meu ser!
nos grande mar sem rumo, do meu amor nao temerei a me perde!
Nessa vida de tristeza andei sem rumo,
viajei num barco sem remo,
fui as alturas sem asas,
saltei sem para-quedas,
e alucida em imaginação me perdi,
desorientado me confundi,
uma luz no fim do túnel encontrei,
após lutar me repousei,
quando me acordei me assustei,
uma voz suave me ressoou,
- O destino, tudo pra mim traçou,
A batalha apenas se iniciou.
porém, insuperável eu sou
❝ Assim você me perde e eu perco você…
Como um barco perde o rumo,
Como uma arvore no outono, perde a cor.
Acho que a vida é mesmo um barco sem rumo, onde não sabemos se á frente encontraremos uma grande queda d’água. Só velejamos esperando apenas a calmaria das águas.
“Sou este barco que navega rumo a um porto seguro que me espera em algum lugar do destino e o meu mar é este amor por onde hoje deslizo a sua procura. A vela que acolhe o vento que a sopra em silêncio e me leva, é você, lua vela minha. Te ajusto à minha alma sem medo da tempestade, pois este mar, este amor que me tira a paz é o mesmo que me acalma.”
As nuvens no céu são como barcos navegando em um imenso oceano azul, sem rumo sem destino sem direção, mas encantando a todos os corações de quem sabe apreciar e viajar nessa imensidão de sentimentos bons.
NAVEGAR.
Márcio Souza. 25.11.16
Um pequeno barco solitário,
A navegar sem rumo e sem destino,
Em busca de um sonho imaginário,
De um sonhador e alma de menino.
Na busca de uma ilusão ou amor perdido,
Levados pelas ondas azuis do mar,
Que deixaram um coração triste e doído,
Carente do sentimento de amar.
E nesse mar de sonhos navegando,
Numa viagem em que o infinito é o limite,
Pois é o destino de quem ama e vive amando,
É a maior prova de que o amor ainda existe.
Márcio Souza.
Ele escolheu um barco para fazer a viagem, esperou o vento dar um rumo e seguiu, uma única certeza, ondas levaram ele a um lugar desconhecido, porque ele decidiu não remar.
a vida e um barco sem rumo a navegar,mesmo com planos para o futuro não sabemos se realmente vai ser aquilo que planejamos,o amanha não nos pertence então voe como um passarinho e encontrar a felicidade no tempo certo!
Lá vai a sereia perdida,
anda à deriva num barco,
sem rumo, nesta tempestade,
de amor, e de desilusão,
levando consigo um coração,
frio, gelado, com medo das palavras.
Servir, partilhar, verdade,
liberdade, amigo, sorrir,
falar, ouvir, dialogar,
compreensão, confiança,
compaixão, ternura, amar.
Anda à deriva, a nossa sereia,
neste barco sem rumo,
com medo das palavras fortes,
que tocam o coração gelado,
que derrete com medo.
Barco sem rumo,
nevoeiro constante,
bússola mágica que
faz ir adiante,
Iceberg à frente,
desvia com a paixão
do Titanic ardente.
1912 foi o ano da tragédia,
vidas à deriva no
meiodo oceano,
destinos interrompidos
nesse mesmo ano.
Sou como um barco no oceano sem um navegador, sem rumo, totalmente a deriva, sem um lugar específico pra ir e nem pra voltar, apenas seguindo rumo ao desconhecido, em meio a um mar de trevas.
O vento
Navegando no infinito
Disperso entre 7 mares
Guio meu singelo barco a vela
Rumo a um destino desconhecido
Qualquer que seja, só o vento importa,
E junto, o peso em que si carrega
Ouvinte de tantas histórias
Guardião de tantas memórias
Declarações de amor
Gritos de dor
Se acumulando em mesmo canto
Mesmo conto
Mesmo ar, mar
E nesse instante
Sua força é tanta
Sua intensidade espanta
E em sua constante frieza pergunto:
É possível existir tamanho sofrimento
Pra ter atormentado tanto meu querido vento?
Um dia o vento fica mais forte e a tempestade muda o rumo do barco.
Mesmo que saiba nadar,
dependerá de alguém que arriscará a própria Vida para te salvar.
Portanto, atente-se para quem você prioriza na areia da praia.
O HORIZONTE LEVA!
O barco vai, vai sumindo, sumindo..., calmamente, rumo ao horizonte,
Em seu seio leva ela, leva o meu amor para longe, bem longe, de mim distante.
A imagem vai diminuindo, diminuindo, diminuindo, aumentando a minha dor,
A solidão que se instala, traz angustia, gastura e pavor.
O horizonte rejubila de felicidade contemplando a natureza - o crepúsculo matutino,
E eu, aqui sozinho, não a vejo mais, apenas um vulto pequenino.
O barco vai sumindo, desaparecendo no horizonte. É o mar se juntando ao céu!...
Foi-se embora o meu amor. A abelha não tem mais o favo, não tem o mel!...
O horizonte desnuda o ocaso de um grande amor,
Restará apenas a lembrança do tempo de primor.
No meu jardim continuará vibrante a mais bela e encantadora flor,
Minha alma ficará marcada, pelo seu semblante e seu sorriso encantador.
Há ainda a esperança de que um dia ela vai voltar,
Acredito na sua promessa, dizendo-me que eu sou o grande amor da vida dela, que sempre irá me amar...
Pode ser apenas ilusão, um cobertor na minha emoção.
Só sei que, sem ela, não terei mais paz e alegria no coração.
Élcio José Martins