Jeferson Mauricio
"Quanto mais sabemos sobre quem somos, maiores as chances de nos libertarmos da nossa própria prisão."
"Ficamos cada dia mais ricos, quando percebemos estar cada dia mais pobres... não é sobre dinheiro!"
Quantos são, os que nos tiram a vida sem matar. Limitam nossas possibilidades, ou sufocam nossas capacidades com descaso e nos prendendo em suas rotinas tediosas.
O que temos ganhado com mentes que se divorciam do corpo, são utopias que se enfeitam em belas palavras. Mas, o que pensa como um corpo completo, e que sente, consegue enxergar que é apenas de verdade que se faz a vida, onde não se pode perder tempo com o que não é, racionalizando sobre uma mera ideação de "como se fosse". Temos apenas o hoje...
A busca por estabilidade cria uma instável luta diária por algo inatingível. A melhor forma de obter equilíbrio é criar um ponto de autocontrole em meio aos disruptivos momentos que a vida nos oferece!
Quando me limito à cuidar apenas da minha pessoa, sou miserável; não por ser egoísta; por não perceber que, na verdade, o outro é a extensão de mim como ser que se constrói pelo meio em que vive, que é socialmente responsável pela forma que distribuo quem sou, que influencio quem me rodeia.
A interpretação do outro é a resolução do interesse em saber, ou não, de mim, o que eu quis expressar.
Nada, absolutamente, é mais forte que o querer. Moldar a atitude por meio de represálias não tem o poder de estruturar a essência, pois, por mais que o indivíduo lute para executar, na ausência do agente punitivo, prevalecerá o querer. Apenas o conhecimento, ou a prova, do que se dá por melhor, podem remodular a intenção, mas até esta modulação depende de querer mudar.