Ausência
Você vai sair de férias, vou sentir sua ausência neste período, mas quero que compense sua ausencia se divertindo, fazendo tudo que te faz bem, gastando energias com tudo que dê prazer, tudo te envolva e faça seu coração bater mais forte e retorne com energias renovadas, força e vigor para fazer 2019 o MELHOR ano da sua vida!
As pessoas em geral tendem a avaliar sua retidão pela ausência de atos errados em sua vida, como se passividade fosse o objetivo do ser humano. (...) O homem não cumpre o propósito para o qual foi criado a menos que aja.
Ausência
Hoje eu sondei a ausência,
E pedi à distância,
Que me trouxesse você.
Ou almenos teu cheiro,
Na aragem fria, do amanhecer.
Porque teu olhar,
Teu sorriso e sua face.
Já estão gravados,
Em meu coração,
Como uma única palavra: "Saudade"!
E uma única explicação:
Eu te amo.
Então me abrace agora.
Pois o tempo não passa
Quando você está perto
Que meu coração
Já não fica deserto
E só por você ele bate feiz.
És o que eu sempre quis
De tudo eu fiz,
Pra não te ver distante
A todo instante eu penso em ti
E te ver sorrir
É tudo que eu mais quero!
Amor estou sincero.
... e eu solitária, no meu quarto, a refletir sobre o por que da sua ausência.
O som acolhedor da chuva lá fora, e este friozinho delicado me estimulam a concentrar-me em tudo que você representa, de forma crescente, em minha vida.
O cenário é perfeito para uma nova versão romântica.
Meus pensamentos estão cheios de imaginação.
Não permito que esta distância minguante comprometa a minha esperança de um encontro, em breve.
Por que precisa ser assim, sem vc?
Difícil entender a razão pela qual a natureza não está me permitindo poder deslumbrar da sua silhueta atraente, e da sua companhia que é pura magia.
Sonho com uma nova oportunidade de me perder nos seus encantos.
Por que, oh Lua, em nenhuma das suas fases, não te foi concedido o direito de se fazer presente e de brilhar, no céu, nas noites molhadas?
Criar laços é diferente de criar dependência, uma vez que em um a ausência promove a saudade e no outro a abstinência
A ausência das estrelas no céu me inspira a fechar os olhos para tê-las múltiplas e especialmente reluzentes na escuridão provisória da minha retina
Neste instante de sonho imaginário, a lua está posicionada distante, mas presente na minha mente
Porque Posso Sonhar. Sonho.
Quisera, na ausência do cintilar das Estrelas, no negro céu, infinitas Borboletas encantassem o meu olhar na direção do firmamento.
Quisera, quando as pontiagudas policromáticas não pudessem me entorpecer de fascínio, as esbeltas e poderosas transformadoras de vida pudessem colorir a escuridão. Ocupando o universo com a majestosa liberdade para transitar sob leveza e maestria.
Quisera as Estrelas e as Borboletas, em festa, bailassem em torno da Lua.
Quisera, na Lua, tivesse um jardim e nele houvesse muitos girassois para reverenciar o Astro Rei, convidado especial para o encontro mágico dos mais belos símbolos de soberania, no salão nobre do breu.
Quisera eu também estivesse à altura de ser convidada para este encontro festivo de luz, brilho e imponência.
Quisera eu pudesse ser a fresta desta fantasia por onde os olhares nus dos que, na terra, creem no impossível, por serem dotados de uma alma sem as limitações da matéria, e à distância fossem espectadores deste momento singular. Seres que, assim como eu, são espíritos do Infinito conectados ao imaginário através do coração. Este abrigado no peito da carne escaldante de desejos, porém fria de delírios saudáveis e sustentáveis dentro das necessidades de um ser em trânsito. Um coração descolado do mundo real, sem se dispersar dos movimentos dos pés.
Poucos se identificarão. Poucos aceitariam o convite para o banquete do desprendimento e da paz. São apegados ao solo. E ao tudo do solo.
Não são viajantes das Estrelas como, assiduamente, eu sou.
Faço de minha ausência o meu momento mais presente , faço da minha emoção inimiga íntima da minha razão.
A desgraça de uma nação é normalmente provocada pela ausência da educação do seu povo e consequentemente dos políticos parasitas que se aproveitam desta ignorância!
Nível 1 Ausência de amor próprio
Nível 2 Dependência financeira
Nível 3 Carência e medo da solidão
Nível 4 Aparência social
Nível 5 Obediência religiosa
Nível 6 Resistência ao que te faz sofrer
Nível 7 Excelência no egoísmo
Nível 8 Prudência material
Nível 9 Preferência emocional
Nível 10 Sapiência humana
Nível 11 Inocência visionária
Nível 12 Decência carnal
Nível 13 Desobediência convencional
Nível 14 Suficiência vital
Nível 15 Impaciência com o futuro
Nível 16 Consciência geral
Nível 17 Resiliência espiritual
Nível 18 Gerência familiar
Nível 19 Abstinência da realidade
Nível 20 Impotência mental
Qual ou quais os seus níveis de submissão à infelicidade a dois?
A ausência da meritocracia na vida política do país e na vida profissional do indivíduo, por exemplo, costuma revoltar uma sociedade, porém quando, na vida pessoal de cada um, a própria vida é meritocrata o ser humano tende a interpretar as suas ações como uma injustiça
A dor da ausência é um peso que fica,
um eco de riso perdido no ar,
mas o amor, forte, nunca se enfraquece,
guarda memórias que vêm confortar.
Cada lembrança é um toque suave,
uma chama que insiste em não se apagar,
pois quem tem saudade traz força e coragem
pra honrar o amor que não vai mais voltar.
"Só quem ama sente saudades,
só quem perdeu sente a dor forte.
Não importa se é a distância que separa
ou é a própria morte.
Perdeu a mim
Perdeu-se a mim um grande homem.
Com coração nobre e mão firme.
Sua ausência fortaleceu meu nome.
Aplausos da plateia, a quem confirme.
Seu sarcasmo ecoa na memória.
Seus olhos me apavoraram, e.
O tempo não apaga a dor,
Da sua partida, meu coração sangra.
O que resta não é a saudade, apenas sombra.
E a certeza de que fui de verdade.
Um desamor, uma luz que nunca brilhou.
Na realidade.
A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.
Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.
Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.
Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.
E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.
A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.
Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.
Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.
Escuta o equilíbrio do vento,
o odor da tua tão distante ausência.
Sê o azul do céu no meu silêncio.
A noite é algo
que me ilude, uma espécie
de dia escuro, luz negra, ausência
de cor e olhos que vejam a face única das coisas.
A depressão nada mais é o afastamento ou ausência do PAI, Sim! isso mesmo, não é você o problema , mas o sistema e mundo . Quanto mais afastado esse mundo de Deus está, mas sedentos de ir para casa estaremos. Aqui nunca foi o plano de casa para nossas vidas . Por isso a depressão , que nada mais é a mente rejeitando algo.