Asa

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Bobagem, o tempo passa
Viagem
As porrada que eu eu levei da vida, a tua era massagem
Eu tenho asa e eu vou pular, mãe
Se pá eu decolo
Aí levo o mundo nos ombros, mãe
Cê já me pego no colo

Você me libertou da gaiola dizendo que me amava, mas tinha medo deu fugir... Então cortei minhas asas para sempre estar contigo!

FICO ASSIM SEM VOCÊ


Avião sem asa, fogueira sem brasa,

Sou eu assim sem você.

Futebol sem bola

Piu-piu sem Frajola,

Sou eu assim sem você.



Por que é que tem que ser asim?

Se o meu desejo não tem fim.

Eu te quero a todo instante.

Nem mil auto-falantes

Vão poder falar por mim.



Amor sem beijinho.

Buchecha sem Claudinho.

Sou eu assim sem você.

Circo sem palhaço.

Namoro sem abraço.

Sou eu assim sem você.



Tô louco pra te ver chegar.

Tô louco pra te ter nas mãos.

Deitar no teu abraço

Retomar o pedaço.

Que falta no meu coração.



Eu não existo longe de você.

E a solidão é o meu pior castigo.

Eu conto as horas pra poder te ver.

Mas o relógio tá de mal comigo.



Por quê?

Por quê?



Neném sem chupeta.

Romeu sem Julieta.

Sou eu assim sem você.

Carro sem estrada.

Queijo sem goiabada.

Sou eu assim sem você...

⁠Você não é fórmula 1 pra ficar abrindo asa.

C(ASA)

o repique da libélula
tamborilando o cácere
desse teto-imenso-céu
do meu quarto, sala e cozinha
um pé direito alto
um passo de cada vez
as roupas já usadas ontem
se espraiam nas encostas de cuatro cadeiras vazias
y a mesa é a mesma
cheia: orna fartura quando você está

um bule no escorredor
volta sempre pro mesmo lugar esperado
um fogão ainda apagado
um coração sempre tão aceso
eu sou a casa
você a asa

desabrocham as flores de íris
qu'eu pensei serem tulipas
desabrocham as dores de saudade que eu pensei
serem infinitas

pero passa nas distais das'mnhas falanges o brim do jeans que esquecestes em meu balde
meu oceano familiar ao teu tráfego
meu dorso fértil eriçado ao teu beijo-occiptal

dessa rede
fiz teus braços
quis um traço
treco y trapo
não vai ser o mal do
abismo / espaço
que teu amor
vai me
afastar

todo dia
uma coisa sangra em mim
entre o abismo e o voo
entre a asa e o salto

eu nunca me matei
todo dia insisto
nesse nascer continuo

poema

⁠De que vale um avião super moderno sem uma turbina, ou sem uma asa? NADA!
Porque não tem utilidade. Não cumpre a sua função. Logo, termine seus projetos.

A vida é igual uma borboleta, cada batida de asa muda o seu destino

Feito folha e vento
Num intento de voar
No invento de ser céu.
Feito asa e tempo
No momento de alçar
Num alento, ser ao léu.
Feito fita ou pipa...
No experimento de planar
No advento... No ar, no vento...
É tempo de vôo.

Folhas de outono fazem dieta ao secar, e não caem, como balarinas dançam sua música esperada nas asas do vento seguem voando no som da relva encantadas.

⁠Somos todos anjos a partir do momento que usamos a asa da boa ação.

⁠A mágoa

Os telhados sujos a sobrevoar
Arrastas no vôo a asa partida
Acima da igreja as ondas do sino
Te rejeitam ofegante na areia
O abraço não podes mais suportar
Amor estreita asa doente
Sais gritando pelos ares em horror
Sangue escoa pelos chaminés.
Foge foge para o espanto da solidão
Pousa na rocha
Estende o ser ferido que em teu corpo se aninhou,
Tua asa mais inocente foi atingida
Mas a Cidade te fascina.
Insiste lúgubre em brancura
Carregando o que se tornou mais precioso.
Voas sobre os tetos em ronda de urubu
Asa pesa pálida na noite descida
Em pálido pavor
Sobrevoas persistente a Cidade Fortificada escurecida
Capela ponte cemitério loja fechada
Parque morto floresta adormecida,
Folha de jornal voa em rua esquecida.
Que silêncio na torre quadrada.
Espreitas a fortaleza inalcançada.
Não desças
Não finjas que não dói mais
Inútil negar asa partida.
Arcanjo abatido, não tens onde pousar.
Foge, assombro, inda é tempo,
Desdobra em esforço a sua medida
Mergulha tua asa no ar.

Clarice Lispector
Diário de São Paulo, 5 jan. 1947. In: Moser, Benjamin. A Newly Discovered Poem By Clarice Lispector. Revista de Literatura Brasileira, n. 36, p. 37-46, ano 20, 2007.

Nota: Esse é um dos dois únicos poemas que foram publicados em vida por Clarice Lispector. Esse poema também tem uma versão em prosa publicado em “A descoberta do mundo” com o título A mágoa mortal. O outro poema publicado em vida pela autora é Descobri o meu país.

...Mais

Se dependesse da cigarra, as formigas cortariam folhas para brincar de asa-delta e paraquedas.

⁠O lugar mais seguro do mundo é embaixo da asa da mãe.

Sutil, como asa de borboleta, uma lembrança pousou no meu sorriso.

Quanto mais alto voar, menos asa baterá.

Inserida por Allinaum

"Perdemos a asa na queda,como resultados de dentes afiados".

Inserida por wanderson_miguel

EPA!

silêncio não é paz à beça
anjo da guarda tira asa
trabalho (doze) - relógio que pesa
vento que abre a porta
tiro que não se ouve
conversa-trem que descarrila
saudade que sempre urge
ligação que não se completa
Mercúrio: dono dos sopros

Oxalá retrógrado

meu afeto não tem
pressa

Inserida por FabricioHundou

Cada sonho tem a asa que lhe é peculiar.

Inserida por VANTUILO

Quando uma pessoa se lança ao desafio de criar um negócio próprio ela está literalmente ganhando asas, por isso que empreendedor voa.

Inserida por GESTOR