Arrepios
MEU AMOR! MINHA PAIXÃO
*
Você se ramificada em toda sua extenção
me provoca arrepios ao ler suas prosas
seus poemas dilemas de um coração
Seus ais, são espinhos d`minhas rosas
Caiem à noite p`la calada e soltam
gemidos! Sinais palpitantes de flor em flor
Como luas vestidas de cravina anunciam
Um grande amor! Estrelas brilham de fulgor
Fogo que reluz em combustão
quando chega a ténue brisa e me segreda
Meu amor! Minha paixão
E eu tua sombra apaixonada! Sim
O que eu mais quero é ter-te sempre
em minh`alma bem juntinho do coração....
Prata e ouro, e está ficando frio
Folhas de outono caem tão numerosas quanto ladrões
Arrepios descendo sua espinha, arrepiando você até os ossos
Porque o vento é a melodia que transforma seu coração em pedra
O calor da sua respiração esculpe sombras na névoa
Todo anjo tem o desejo de que ela nunca tivesse sido beijada
Um sonho destruido, assombrando seu sono
Escondido em seu sorriso, um segredo que você precisa guardar, o amor te cortou fundo
Amor quebra as asas de uma borboleta numa roda
Não há cor em você, isto é injusto para mim
Claro tem me dividido, você não pode envolver seus braços em uma memória
Tome calor de mim, ventos frios de outono cortam como uma faca
Mas na escuridão, você é a chama da vela que treme para a luz para mim
Amor quebra as asas de uma borboleta numa roda
Amor irá quebrar as asas de uma borboleta numa roda
Um homem sábio disse que tudo é justo no amor e na guerra
E não há certo ou errado no desenho do amor
E eu poderia somente assistir como o vento arranca suas asas
Quebrando e rasgando, esmagando como uma flor sob a neve
e como uma flor na primavera, o amor irá nascer novamente para curar suas asas
Amor cura as asas de uma borboleta numa roda
Amor curará as asas de uma borboleta numa roda
Os sons da tua voz ofegante perfazem arrepios
E o frisson causado pelo seu toque revela-me
Sentidos e sentimentos, sentidos aguçados...
A sensibilidade de meu corpo torna- se visível
E a transpiração é inevitável, até mesmo os
Pêlos e fios de cabelos parecem criar vida e os
Lábios tornam-se molhados, a espera de um
Beijo!
Esse mesmo beijo que libertará desejos
Em forma de calor, e o vapor condensado
Por corpos, libera uma essência, um aroma
Que acentua a adrenalina.
O coração acelera de uma forma que aparenta
Querer falar, falar uma linguagem que seu corpo entende!
A resposta surge de imediato, o seu corpo quente
Em meu corpo altera a temperatura, alimentando
Uma chama que vive em brasa, à espera de um
Encontro!
As vezes sinto arrepios... Fortes arrepios...
Sinto sua pele junto a minha, meu corpo estremesse...
Imagino você do meu lado, me aquecendo nas noites de inverno.
Aquelas noites geladas... Seu amor me aquece, me incendeia, me toma por inteira.
Mas logo sinto que estava num sonho...
Minha realidade não é essa... O frio é forte,
Sinto que vou congelar...
Você me deixou, meu coração congelou.
Só seu amor, aquele fogo descongelará...
Já não sinto mais aqueles arrepios...
Já não sinto mais nada.
Queria poder estar num sonho profundo, das nossas noite de inverno.
Das mais quentes noites de inverno...
Estou indo para um lugar longe daqui, longe das lembranças.
Vou me aquecer no fogo da solidão.... Da solidão que me designei...
INVERNO... TRAGA-ME DE VOLTA AQUELE AMOR...
TRAGA-ME DE VOLTA AQUELAS NOITES GELADAS INCENDIANTES, AO LADO DO MEU AMOR...
Lembro-me como se fosse ontem
Você me fazendo ter arrepios
Coladinha em meu ouvido
Fazendo eu me sentir relaxado
Com seu ensandecido gemido
Quando colocava você em meu ombro
Usando meu corpo como seu apoio
Mesmo você me dando pancadas fortes
Eu continuava te segurando
Ao seu lado eu me sentia uma pessoa de muita sorte
Perdi a conta de quantas noites
Dormíamos naquele colchão de solteiro
Noites e noites nós ficamos abraçado
Enfrentando as noites frias e escuras
Não temia nada ao seu lado
Também me recordo das horas que passamos acordados
Noite a fora observando o céu estrelado
Também nas tarde quentes
Enfrentamos muitas dificuldades juntos
Sempre com um sorriso indecente
Olhando por você
Eu via perfeitamente o alvo a frente
Sabendo que aquilo era meu objetivo
Que tinha que fazer certo
Para nos manter sempre vivo
Quantas vezes eu não tirei sua sujeira
Com calma e com delicadeza
Sempre limpando você com muita calma e destreza
Limpando você com leveza
Para preservar sua beleza
Quantas saudades tenho de você
Minha Ex-companheira
Para sempre lembrar-me-ei de você meu FAL
Pois mesmo com toda sua frieza
Foi você que menos me fez mal
E a ti meu antigo Fuzil Automático Leve
Deixarei uma humilde carta
Pois você FAL...
Foi um prazer viver em sua Campânia tão celestial
Você foi sempre fiel a mim até o final
Loucura
Frenesi de pensamentos, pelo calor da intensidade.
Arrepios, sensações que afloram meus sentimentos.
Em um simples toque de suas mãos, varias sensações.
No degustar dos seus beijos, loucuras, grandes variações.
Quis me perder na cor desse pecado, me entregar sem pudor.
Suspirando sim, e curtindo a dor em cada abraço.
Me envolvendo no prazer, saboreando o não querer.
No fim aos pés chega quem brincou.
Na sinceridade um dos dois se entregou.
Depois do prazer, sorrisos ao vento e talvez grandes lamentos.
Quando eu remexo nesse baú de lembranças, eu sou feliz novamente. Meu coração se acende em arrepios de alegria e isso é a melhor constatação de que estar vivo vale a pena, de que poder reencontrar velhos amigos, surpreender-se com amores do acaso, aventurar-se como adolescente... tudo isso é o que dar cor ao mundo, é o que justifica nossa natureza pura.
Eu estou perdida e entregue a tua espera,
Com desejo de guardar no meu corpo,
Os arrepios aos teus toques viris,
E inebriar-me na saliva dos teus beijos.
Preciso desvendar todos os teus mistérios,
Ampliar-me dentro dos reflexos dos teus olhos,
Banhar-me nas muitas águas que brotam de ti,
E afogar-me nos rios caudalosos das tuas carícias.
Vem tatuar a minha pele com teu corpo!
Deixar nela entranhado o teu perfume,
Dentro de cada palmo, poro ou suor meu!
Acolhe-me com mares de palavras deliciosas,
E ouve atento, sem que eu te diga uma palavra,
As músicas – sons mágicos que emanam de mim.
Todos os arrepios que não senti durante toda minha vida, se deslancham sobre minha pele agora. Não sei se é frio, ou se é meu coração querendo que eu faça algo que deixei de fazer. Só sei que a cada pêlo meu que ‘sobe’, a minha respiração fica mais ofegante, e perco a noção do porque estaria acontecendo isso tudo.
O vento que toca os teus cabelos e te causa arrepios, carrega consigo teus pensamentos e teus desvios. Tua boca que se abre, como quando eu te beijo, traduz a tua ânsia, teu desejo e a tua força. Suspiros. Toda tua imagem, toda tua cena, toda minha sina. Toda nossa vida. Todos nossos casos, descasos. Todo nosso filme, história. Todo teu cheiro, essência. Meu desejo, assim como toda minha roupa, ao chão. Todos meus sonhos, você. Todo meu nada, você. Um mundo, cafés, sorrisos, abraços, livros, letras, formas, eu. Tudo isso, sem você, nada.
Deus é extensão de TUDO,
onde meus olhos não alcançam....
Sou mar de arrepios na tua presença...
Dolce Bárbara
“Teu sorriso, tua voz lá no fundo roca, teu olhar que me dava arrepios, teu jeito tipo nerd, era tão bonito, eu sei que fui boba, que errei, mais eu queria que tudo volta-se, para eu te olhar mais, segurar sua mão mais, por que o tempo passou tão rápido? eu sinto sua falta saiba disso!”
Saudades de sentir borboletas no estômago. Arrepios desvairados. Beijos desconcertantes. Abraços recheados de calor. Palavras doces. Saudades de sentir aquela ansiedade que antecede àquela hora. Aquela ligeira inquietação. Aquele suor nas mãos. Aquele tremor que se sente tomar o corpo inteiro e que não se doma, nem se monta, mas nos desmonta. Ultimamente tem sido tudo tão mórbido e morno. Sempre a mesma coisa. Figurinhas repetidas. Amores irônicos e cômicos. Paixões andarilhas e superficiais. Corações vazios, mas vazios de sentimentos. Corações que erguem muros ao seu redor
Saudade da liberdade,
do nascer do sol,
de ver a cara dela,
de estar com ela.
Que arrepios que sinto,
quando estou contigo.
Saudade de olhar para cima ,
e ver-te a olhar para mim.
Saudade de ver o teu sorriso.
Em muitos anos que te conheço,
porque agora!?
Não consigo, com esta dor ,
estar de pé é um milagre,
ver-te será o meu sonho,
estar contigo é o meu desejo.
Saudade do dia em que te conheci,
e medo do dia em que de foste.
Saudade do teu riso,
dos teus olhos,
dos teu cabelos.
Quero que voltes.
Isto não é o poema de amor,
mas sim uma grande amizade
Ele sorri deliberadamente malicioso, provocando arrepios e um mistério que jamais ninguém me viu viver.
É tanto mistério que me vejo em contos, não os de fadas, os seus contos. Ele me faz escapar de mim mesma, dos medos, meus medos internos.
ELE ME FAZ ESQUECER do que não é necessário lembrar.