Arrepio
Sentir
Arrepio no coração
Sensação exclusiva daqueles que se sentem demasiadamente tristes com algo ou alguém.
Queria que você estivesse aqui, o azul é o céu ou o oceano? O arrepio demonstra o frio ou a frieza? O sorriso é a expressão ou a máscara? Pq não estás aqui, se qto mais longe mais perto estás e qto mais distante, mais dentro de mim estás, e estar é diferente de ser, seja como for, vc sempre estará comigo.
não, não há tristeza sem senão
mas há um certo ar, não resisto
um inverno arrepio de verão
que na beleza, sempre existe
não sei se olhar, se expressão
se por dentro um traço-esguio
só sei de um certo ar, perdição
um se-me-toca, estou perdido
um marejar raro e persistente
um quero fugir, mas não consigo
haja quem, ar-tão-assim, aguente
mas se, eternamente, o belo existe
que a perdição seja permanente
mas a tristeza, nem sempre triste.
Defina-me saudade
Tão logo que se sentiu
aquela inexplicável pulsação
Um breve arrepio
de uma imensa emoção.
Aos poucos tomava conta
em uma sinapse neuromuscular
O que fluía das lembranças,
o corpo não podia mais negar.
O que podia ser explicado;
Ausência...,
Distância...,
Lembranças...
Em um momento nostálgico
da vontade de reviver,
Uma simples palavra
definiria você.
Dia intrigante
Ansioso e angustiado.
Um certo arrepio.
Alma atordoada.
Um calafrio.
Um pensar tenso.
Sentimento imenso.
De meditar.
De refletir.
Opinar.
Decidi.
Dias complicados.
Preocupações.
Obrigações.
Exigências da mente.
Auto pressão.
Perigoso processo.
Do homem retrocesso.
Enfim essa luta.
Que define resultado.
Que define destino.
Essa aflição desde menino.
Velhinho aprisionado.
Ainda no seio da morte pelo arrependimento.
Antes que aconteça.
Que a vida não pereça.
Surja um novo pensamento.
Alívio da alma.
Que fale a calma.
A prudência da mente.
Giovane Silva Santos
Minha boca ainda sente o gosto do seu beijo.
Por um momento senti
Um gostoso arrepio
Minhas lágrimas virou rio
Quando você foi embora
Meu peito até hoje chora
Lamentando sua partida
Igualmente a despedida
Que nós tivemos outrora
Minha garganta estranha
Essa voz que hoje tenho
Vivo em atrito ferrenho
Com minha angústia tamanha
Por fazer tempo que não te vejo
Esse meu olhar não mente
Nele vejo que minha boca ainda sente
O gosto do seu beijo!
►Eu queria
Pequena, que alegria estou sentindo
Olhando suas fotos, sinto até um arrepio
Seu sorriso, vejo ele em todas elas
Parece até ser a sua marca registrada
Queria ser um artista, para desenhá-lo
Colocá-lo em minhas paredes, em pintura
Queria, pequena minha, queria.
Pequena, perdão a carta, me sinto sozinho
Com o celular em mãos, penso se te ligo,
E essa indecisão se transforma em uma novela
Se me perguntar, pedirei para que retorne para casa
Não aguento vê-la só em fotos, quero o seu abraço
Segunda a sexta sem estar contigo é uma tortura
Queria, pequena minha, queria.
Pequena, pensando bem, nossa história parece um livro
Nos encontramos pelo acaso e alcançamos o infinito
Sinto aqui o calor eterno de nossa pequena vela
E, suas fotos só comprovam que vivo um conto de fadas
Vontade não me falta, moreninha, de lhe dar vários amasso,
Enquanto, sob a areia, deixamos nossos passos, nossa assinatura
Queria, pequena minha, queria.
O ÚLTIMO DIA
O dia que o dia amanheceu diferente,
Sinto o arrepio da minha alma chorando,
Assim como a pequena criança carente,
A tristeza brota do meu peito admirando
As últimas horas, que chegam como uma torrente,
E assim o adeus aproxima do meu eu, me encarando,
Esse dia como o inexplicável, foi diferente.
(Ricardo Neves)
Sentir arrepio ao escutar uma música favorita traz intensas emoções, não sentir arrepio ao escutar uma bela música é como estar cego olhando diante das mais belas maravilhas naturais.
AURA
Ouço o farfalhar
De folhas secas ao vento,
Apresso os passos;
Sinto num sussurro
O arrepio que submerge
Até minha alma;
Ausculto o velho favônio
Proseando com as folhas verdes;
Sua voz é como melodia divinal.
Encantamento;
Consome a alma dos viventes,
É sobrenatural;
As lâminas parecem experimentar
Uma turgescência aural;
A essência de tudo é a vida.
É inconteste, passional;
Uma efervescência assume
O cômputo do tempo;
Nada mais se pode fazer,
Há um êxtase,
Um frenesi agudo,
Que toma conta e submerge
As almas das inseres
Numa aura angelical.
Outros ventos cantam e dançam,
As folhas no alto balançam.
É o arrebatamento,
O ápice da magia natural da existência.
Um sorriso, um brilho, um arrepio.
Nem mesmo as estrelas chegam perto do brilho que tua essência exala.
Nem mesmo o sol, queima, da forma como você se demonstra.
Tão pouco tempo, se faz presente, me dê um beijo.
Alucino nesse desejo, presente, arrepiante e envolvente.
Seus olhos são a janela da tua alma, do teu ser.
Prendo a respiração só de pensar em não te ver.
Beije como as estrelas beijam o céu, sorria como um pequeno filhote.
Cá estamos, será que haverá um bloqueio?
Toda vez que eu te encontro
Já me dá um arrepio
Os olhares se cruzam
Mas eu não consigo te olhar
Eu não posso entender
Se o que eu quero é você
Por que não me entregar?
Se o coração diz que sim
Ninguém sabe se vai fazer frio
Muito menos se vai ser calor
Ninguém sabe se vai provocar
Arrepio ou se vai sentir dor
Até um filme parecia
O olhar o sorriso
O arrepio na pele
Por dentro a alma sentia
Magia!
A trilha sonora
Os lábios com sabor de vinho
prazer da boca
A paixão acontecia
Ironia da vida!
Insônia
Oh tempo... tempo... tempo...
Sinto calor, sinto frio, arrepio
Não é meteorologia
Só contratempo
São altas horas da noite
Perdi o sono
Um açoite
No coração abandono
Contar carneirinhos
Roubam a inspiração
Um a mil destes bichinhos
Nem oração
Tento escrever uma poesia
Caneta e caderninho a postos
Rabisco... só heresias
Caminhos opostos
Subscrevo
(Bia Pardini)