Aprendizado
378🙏🌹O planeta Terra é um mundo de imperfeições, estamos em período de aprendizado o amor, a Caridade e a doação de perdão é a base de tudo, são eficazes na cura da humanidade e suas más tendências, seus vícios carnais retardam a evolução humana, nenhum de nós no plano físico é dono da verdade e por mais que fazemos pouco é, e a certeza disso é quando contamos os bons feitos e esquecemos o principal que é justamente aquilo que deixamos de fazer e que nos condena retardando assim a nossa evolução, pois o que fazemos automaticamente vira bônus horas e o que deixamos de fazer é o que conta para chegarmos a perfeição, mas DEUS é misericordioso com a sua criação nos fazendo sentir sempre nossas imperfeições que nos alertam, vamos nos alinhar a luz, os tempos são chegados...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.ayache Vidal.
355🙏🌹 A evolução da humanidade consiste no aprendizado divino, onde o ser humano passa a conhecer a verdade que libertar e não está imbuída dentro de qualquer religião que não prega essa verdade... O criador não tem religião ele nos toca no nosso ser, em nosso coração a sua verdadeira morada... Todos já estamos a dois mil anos conhecendo o verdadeiro caminho das boas obras, legado esse deixado por Jesus, o Cristo planetário, nosso norte, que nos mostrou a morada do criador, no nosso íntimo... Somos seres aprendizes da verdade que gradativamente vem libertando toda humanidade, todos os povos e raças universal, nenhuma criação de Deus ficará para traz, apenas tem o retardo na sua evolução, portando evoluir é o caminho, estamos estamos passando no processo de separação do joio e do trigo na transição moral do planeta, escolha o lado certo todos sabemos qual é, o planeta evolui e a humanidade acompanha...Os retardatários seguiram às suas tendências em mundos afins de acordo com o seu crescimento espiritual...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
442🙏❤️ Temos um aprendizado muito grande pela frente, Jesus a dois mil anos vem nos ensinando a ser melhor, e nos ensinou o puro sentimento do amor, a prática da caridade e a doação do perdão incondicional, isso foi e é o teor, o fundamento de todas às mensagens de Jesus, a essência do seu legado, o início de um aprendizado bem maior e para complementar a riqueza das mensagens do Cristo, busquemos, independente do seguimento religioso de cada ser, as obras de Kardec, o codificador da doutrina dos espíritos, com 7 obras básicas, nos proporciona, um grande conhecimento doutrinário, todos baseados nos textos bíblicos, assim alcançarmos a perfeição... Aprendemos com Jesus o básico que é a prática do bem, preceitos baseados no evangelho de Paulo " Amor, Caridade e o perdão" e com um conhecimento mais profundo Temos o despertar da consciência expandindo nosso conhecimento dentro daquilo que Jesus nos deixou...
Disse Jesus: "na casa de meu pai há várias moradas" portanto somos um povo universal, nesse grande universo existem outros povos, e às moradas são todas de aprendizados, cada qual de acordo com a sua evolução espiritual, mundos inferiores e mundos superiores, dentro da faixa vibracional, mundos afins...
Busquemos a luz divina através de boas obras, boas ações e preceitos cristã, é essa a sintonia da luz, o reino de Deus está na nossa consciência, na alma e no coração portanto não é nas religiões, nem nos homens, somos falhos, ainda no princípio dos ensinamentos cristã, "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"
São palavras do mestre Jesus...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Ó grande aprendizado dá vida, é que nada dura para sempre, nada. Tristeza, felicidade, chuva, amor, vida, inverno, verão, outono e inverno, então tente ficar calmo. Se houver uma tempestade, amanhã será um dia ensolarado. Portanto, procure entender cada momento e o ciclo da vida por si mesmo, torne-se um ser humano melhor, e esteja preparado para cada momento, sendo que aproveitamos os momentos bons, e aprendemos a suportar os momentos ruins. Porque a arca de ouro está dentro de si mesmo e nao fora.”
Não julgar alguém por um erro é um ato de Empatia e Sabedoria, pois todos falham e o aprendizado faz parte da jornada humana. P.G
O talento alheio pode despertar ressentimento ou aprendizado. A diferença está na maturidade de quem o contempla.
O maior aprendizado sobre Gestão de Pessoas talvez seja este:
por trás de cada nome existe uma pessoa — com sentimentos,
talentos, sonhos e o direito de ser respeitada e valorizada.
“O verdadeiro aprendizado começa quando a coragem de questionar o que sabemos se torna maior do que o medo de descobrir que estávamos errados.”
“A vida é uma estrada de mão única: não existe retorno para o passado, apenas aprendizado para o presente. Revoltar-se contra o que passou é tentar discutir com uma página que já foi escrita.”
Quando a resposta está certa, mas o aprendizado está errado
Uma resposta correta pode esconder uma aprendizagem inexistente.
Durante muito tempo, a escola conseguiu usar a resposta como um dos indícios de que alguma aprendizagem havia ocorrido. O estudante lia, estudava, elaborava, respondia. Evidentemente, nunca houve correspondência perfeita entre acertar e saber. Era possível decorar sem compreender, repetir sem elaborar e obter uma boa nota sem conseguir transferir aquele conhecimento para outra situação.
A inteligência artificial generativa tornou essa diferença muito mais visível.
Hoje, alguém pode produzir uma resposta excelente sem possuir competência equivalente para construí-la. Pode apresentar argumentos que não saberia defender, utilizar conceitos que não conseguiria explicar e entregar uma solução que seria incapaz de reproduzir sem assistência.
O problema, portanto, talvez não esteja apenas em perguntar se a resposta está correta.
Precisamos perguntar: quem aprendeu o quê durante o processo que produziu essa resposta?
Essa mudança parece pequena. Não é.
Ter acesso ao conhecimento não significa ter adquirido conhecimento
A humanidade sempre desenvolveu tecnologias para ampliar suas capacidades. Livros preservam memória. Calculadoras executam operações. Motores de busca localizam informações. Sistemas de inteligência artificial conseguem agora participar de tarefas que antes exigiam elaboração linguística, síntese, comparação, interpretação e produção argumentativa.
O problema educacional não está necessariamente em utilizar essas ferramentas.
Está em confundir desempenho assistido com competência independente.
Se uma pessoa consegue realizar determinada tarefa com inteligência artificial, sabemos que ela conseguiu realizar aquela tarefa com inteligência artificial. Isso, isoladamente, não demonstra que conseguiria avaliar criticamente o resultado, detectar um erro, reconstruir o raciocínio ou executar atividade semelhante quando a assistência fosse retirada.
Surge daí uma questão que considero central para a educação contemporânea:
quanto daquilo que aparece no resultado final ainda pertence cognitivamente ao sujeito?
Não se trata de propriedade textual. Trata-se de autonomia.
Pensamento crítico talvez não seja suficiente
Costumamos responder aos problemas da desinformação, das redes sociais e da inteligência artificial defendendo o desenvolvimento do pensamento crítico.
A defesa é correta, mas pode ser insuficiente.
Pensar criticamente pressupõe mais do que encontrar erros. Uma pessoa precisa aprender a perceber quanto peso deve conceder a uma informação, emoção, lembrança, argumento, autoridade ou resposta produzida por uma máquina.
Uma informação pode ser verdadeira e ainda assim ser insuficiente para decidir.
Uma emoção pode ser legítima sem precisar comandar uma ação.
Uma lembrança pode estar presente sem possuir autoridade absoluta sobre uma interpretação.
Uma resposta de inteligência artificial pode estar correta sem que isso autorize sua aceitação automática.
É nesse intervalo entre receber um conteúdo e autorizar sua influência que venho situando parte de minhas pesquisas sobre discernimento.
Discernimento não como ornamento, mas como operação
Nos trabalhos que publiquei recentemente, procurei deslocar o discernimento de seu uso cotidiano, frequentemente associado apenas a prudência ou bom senso, para examiná-lo como uma capacidade passível de descrição operacional, investigação e, principalmente, teste.
Esse deslocamento levou a questões relacionadas à calibração discernitiva, à Alfabetização do Discernimento Consciente, à pedagogia do discernimento e à regulação da relação entre emoção e ação.
A ideia central não é ensinar alguém o que pensar.
É investigar como alguém aprende a regular o peso funcional daquilo que participa de seu pensamento.
Essa distinção ganha importância especial diante da inteligência artificial.
O estudante não precisa apenas saber utilizar uma ferramenta. Precisa saber quando confiar nela, quando duvidar, quando verificar, quando reconstruir, quando discordar e, sobretudo, quando demonstrar que aquilo que conseguiu fazer com assistência também produziu alguma competência que permanece quando a assistência desaparece.
A nova pergunta da educação
Talvez estejamos tentando avaliar estudantes do século XXI com uma equivalência que já não pode ser presumida:
produziu = aprendeu.
A inteligência artificial rompeu essa equivalência de maneira explícita.
Por isso, a discussão não deveria ficar restrita a permitir ou proibir ChatGPT, detectar textos produzidos por IA ou criar formas mais difíceis de avaliação.
Existe uma questão anterior:
como distinguir desempenho assistido de competência independente?
Essa pergunta aproxima inteligência artificial generativa, alfabetismo funcional, autonomia cognitiva, metacognição, pensamento crítico, avaliação da aprendizagem e discernimento.
E talvez nos obrigue a reconsiderar até mesmo o significado de aprender.
Aprender não pode ser apenas conseguir chegar à resposta.
É preciso conservar alguma capacidade de chegar a ela novamente, examiná-la, contestá-la, reconstruí-la e decidir conscientemente o peso que ela merece.
Porque uma ferramenta pode ampliar extraordinariamente aquilo que conseguimos fazer.
Mas existe uma diferença entre ter uma inteligência à disposição e colocar a própria inteligência à disposição dela.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Autor e Pesquisador
O primeiro passo sempre é o mais difícil, porem depois dele, estará a gloria ou o aprendizado para o próximo.
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