Ânimo, Coragem e Fé
O seres humanos costumam confundir a “felicidade” com “alegria”.
A felicidade não é algo que sucede e nem depende dos acontecimentos externos, diferentemente da alegria que está totalmente relacionada aos acontecimentos externos. Quando esses acontecimentos “param” de acontecer em nossas vidas, também “para” a nossa alegria em vivê-la.
Somos seres inteligentes, mas na medida que alcançamos a maturidade espiritual, alçamos a sabedoria.
As potestades espirituais do mal operam como verdadeiros guerrilheiros, não devemos subestimá-los, pois conhecem como ninguém o ambiente em que se trava a batalha. A mente do homem!
A felicidade não é algo que sucede e nem depende dos acontecimentos externos, diferentemente da alegria que está totalmente relacionada aos acontecimentos externos. Quando esses acontecimentos “param” de acontecer em nossas vidas, também “para” a nossa alegria em vivê-la.
“A nossa mente é o nosso campo de batalha, é nela que lutamos contra o inimigo. Pensamentos malignos tem o foco a destruição do seu possuidor. Alimentar pensamentos negativistas é dar um tiro no próprio pé.”
Renuncie maus sentimentos e receba apenas os bons. Deseje menos e doe mais. Nunca odeie, procure amar tudo e a todos, independentemente se elas o amam ou não. Pra-tique a bondade e a benevolência sem olhar a quem. “Dane-se o que elas pensam de você, faça o melhor que puder a elas.”
Manter “pensamentos errados” em relação ao sucesso lhe tornará cada vez mais fracassado, da mesma forma que lhe fará infeliz achar que dinheiro é tudo na vida.
As indústrias se empenham em criar todos os tipos prazeres possíveis aos homens…
A mídia se preocupa em vender esses prazeres a qualquer custo aos homens…
Os bancos têm como foco facilitar a conquista desses prazeres aos homens…
E os homens passam a vida toda sem sentir prazer por conta disso tudo.
Que você possa saber que Jesus é o condutor do barco da sua vida. Entendendo isso, terá convicção que maior é sua confiança no condutor que o medo das adversidades!
Em grupos de redes sociais, tenho observado muitas reclamações a respeito de mães que deixam seus filhos com parentes. Em algumas delas, essas pessoas questionam o fato de a mãe não ter avaliado os efeitos da maternidade antes de tomar a decisão de ter um filho. Muitas argumentam que “quem pariu Mateus que balance” e dizem para não terem filhos se não podem cuidar deles. A decisão e a responsabilidade pela maternidade são, nesse contexto, consideradas como individuais. Certamente você não é obrigada a ser mãe, mas a maternidade não é individual, ela é social. Tanto pelo papel social exercido pela mãe, quanto como uma necessidade da sociedade. Se todas as mulheres acatarem o conselho de não ter filhos, a sociedade cai em ruína. O capitalismo entra em crise sem novas gerações sendo criadas para atuarem como mão de obra. No Japão, o estímulo à natalidade já é uma política pública. Então, a maternidade não pode ser um problema individual. Isso não significa que você, tia, avó, avô, amiga (o) ou madrinha/padrinho precisam ser compulsoriamente a rede de apoio de alguém ou se responsabilizar pelo filho alheio. Mas que o discurso que culpa a mãe deve ser substituído pela responsabilização da sociedade, que deve criar condições para que estas mães não vivam exaustas e sem proteção, o que torna a elas e as crianças vulneráveis. Em muitos países, já existe a opção de turno reduzido para aqueles que cuidam de seus filhos (pais ou mães), licença maternidade estendida e horário de trabalho a partir das 9h, para que os responsáveis deixem seus filhos na creche. A natalidade é um problema de Estado. E se isentar do debate ou polarizar o universo feminino entre aquelas que escolhem ou não ser mães só fortalece o patriarcado.
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