Animais
O ateu tem seus fundamentos na matéria e se apega no concreto e não no abstrato, como os animais e as crianças. E por incrível que pareça a maioria se diz intelectual.
eles se acham fortes
É triste mesmo, vendo tantos animais, pagando sofrimento p’ra alimentar outros
E já nascem com esse destino, nesse campo de concentração
Nossa que lamento, nem o universo é capaz de compreender o tamanho dessa coisa
Desse lamento
E a sensação de saber, ver, sentir, conferir as provas
E ninguém, está nem aí
Agora lá fora, eles bebem (sua cerveja e outras alcoólicas)
E se estão à gargalhar bem alto comendo seus churrascos
É festa e alegria pra eles, mas eles deixam de notar, ou melhor,
São insensíveis a essa realidade e acham que eu aqui, sou um maluco
Nossa, que mundo desgraçado eu vim parar
Mas já estou conectado ao subverso
Ou o subverso, conectado, em sintonia nossa suposta imaterialidade
Pois se concebemos na imaginação que seja,
A existência do imaterial que existe, logo, logo, há ali uma materialidade,
Por assim dizer, no entanto diferente
(edson cerqueira felix)
Com o passar dos anos cada vez mais entendo a razão que levou Noé a levar mais animais do que humanos na sua arca.
"Gaia, nossa morada. Quantas coisas lindas nos desse. O ar, as águas, as árvores, os animais, nosso alimento, enfim...
O homem te retribui. Ódio, ganância, guerras, poluição...
Feliz o fato que és infinita e interminável, e o homem com tão curta passagem.
Obrigado ó Mãe Terra."
Esquerda/direita encaixa bem nos animais, o homem tem mais opção para exercitar sua capacidade de dialogar, principalmente porque se diz racional
"Amor infinito pelos seres viventes
Tenho um amor muito grande pelos animais, por todos os seres viventes e tenho um amor muito grande pelos golfinhos, também conhecidos por delfins, peixes-botos, botos, toninhas ou franciscanos.
Brincalhões, divertidos, sociáveis, sempre trazendo felicidade aonde estão.
Sempre fico emocionada em ver um golfinho, pois a mim parece uma criança sempre pronta para brincar e a nos ensinar muitas coisas, dentre elas, que a vida é maravilhosa, que devemos viver a vida intensamente, que o mundo é belo e que o amor é incondicional.
Os seres viventes têm sentimentos e devem ser respeitados plenamente.
Que intensa felicidade em estar perante um majestoso golfinho e com o meu eterno namorado, em um lugar de puro sonho, de puro encantamento e de uma natureza exuberante!!!".
O homem matou quase todos os animais que colocavam a sua vida em perigo... agora tornou-se o animal.
Ao invés de humanizarmos os animais não humanos, poderíamos pensar em domesticar o ser humano. Talvez, assim, diminuísse a selvageria que nos faz algozes, às vezes de nós próprios...
Eu conheço o mundo, no princípio ele era lindo, cheio de ervas e animais de bom agrado. Então cresci, e tudo mudou, ervas se transformaram em espinhos e animais que eram de bom agrado, hoje são ruins...
“Sacrifícios de animais mostra o quanto a humanidade ainda é primitiva, avançamos em tecnologia, mas continuamos com a alma na idade das trevas.”
Amara Antara
O amor dos animais contém muito da desaprovação pelos seres humanos e é próprio dum melindroso estado de revolta que não encontrou a sua linguagem.
Hoje a população é apenas um conjunto de animais semirracionais, tendendo mais para o animal que existe dentro dela, do que para a formação racional humana que poderia alcançar através do estudo humanizado da filosofia, sociologia e as vezes, religião.
O lar da paz está na naturalidade das relações. Seja com pessoas, animais, plantas, coisas ou situações.
O dízimo foi abolido, porque os homens pegavam os melhores animais e ofereciam a Deus em sacrifício, os animais mais magros. "Roubará a Deus o homem"?
Jesus foi o último "cordeiro" em sacrifício a Deus. Hoje não é mais "dízimo" é "oferta".
Oferta é a quantia que seu coração sente em doar, para ajudar as pessoas.
BN1996
"Se proteger a mata, os animais sobrevivem, posso matar uma caça, para saciar a minha fome, eu vivo na natureza e sobrevivo dela".
Dos animais desprezamos como que sem almas, na floresta, no campo e no covil, o grito deles sobe pra testemunhar a falta de alma dos homens.