Amor Frio
E tudo mudou tão derrepente
Fazia frio e hoje e quente, como o nosso amor.voce tá me fazendo tão bem.
Se antes era um mistério, hoje na vida e tudo que eu mais quero, e se se você também quiser..
A gente casa ainda este mês,e junta nossas coisas de vez, num lugarzinho simples pra morar, mas feijão com arroz não vai faltar
Uma casinha só pra nós dois
O resto a gente ageita depois
Não história sabe quem viu
Só pode ser o céu que nos Uniu.
Havia perdido a alma,
minha vida era um vasio
sem amor sentia frio,
era um poço profundo repleto de nada,
vivia em um mundo onde buscava
dar vida a uma flor sem pétalas e espinhos,
murcha sem carinho plantada em meu peito.
TURBILHÃO
Sou frio sou calor,
Sou ódio e sou amor.
Sou também como a brisa suave,
Noutras vezes como a tempestade.
Da tempestade tiro lição,
Da brisa suave sensação.
Assim sou eu um turbilhão,
sentimento e emoção.
As vezes despertando raiva
noutras vezes paixão.
O amor acabou comigo. Sinto frio na alma. Sinto sede de amor e já não tenho. Os galhos das arvores estão mortos. Minha vida virou nada, rotina pura. Transformar o passado não posso. Ah, se pudesse. Ah se pudesse. Viveria outra vida
16/04/17
lágrimas que marcam alma e corpo sempre por amor,
sentimento eterno que marca alma no frio sem fim.
a alma lamenta a vida em lágrimas...
que pairam sob ilusões que magoam...
dia pós dia...
diluvio meu amor
espalhado
por um sonho
desejado um romance
depois ar frio espeço,
momento que adormeça,
morta sobre minha vida,
reato nobre frio
terror mera dor
pois te amo
o mundo mudou,
para algo distante,
em monologo...
de tristeza predigo,
cada pingo vegetativo
de um amor,
sentido...
passado por décadas
fora de coração sangrento...
perdido no dias que se passaram,
de formas cruas,
o profundo sentimento paira,
em lugares que nunca imaginei...
pois de repente o seja...
a indiferença um espaço...
do vazio que deixou...
ou nunca tenha pertencido,
julgo dor cruel... fardo singular...
entre as pareidolia de vida,
sobre meu coração,
cortes profundos,
relapsos momentos,
alegrias obscuras,
para fim temoroso,
que sois além de um engano,
tentei sofrer pela ilusão
de te amar tanto,
assim chorar ao vento,
e clamar seu nome
num destino que morte a levou,
para o qual lagrimas de sangue
derramei embora esteja...
as lastimas de um apogeu...
um olhar de indiferença
tenha oprimido no qual...
o mundo viva dia pós dia,
relate o frio dessa foi minha alma
esfolhada em flagelos de ressentimentos,
para quem se calou para sempre,
nesse evento marcante que minha voz
transpassou para outro mundo
nunca deixou de amar por amar,
viver por viver, ainda sim te amo.
Atrito
Água
Quente
Cai no
Copo
Frio e
Quebra
Amor
Fervente
Pousa no
Topo do
Coração
De pedra
Rocha
Persistente
Não resiste
E como
O copo
Quebra
Amar o amor perdido
Deixou ele confundido
Grande ilusão.
Ficou frio
Com esse descaso
Só sente desapego
Só sabe dizer Não.
O bonito é invisível
A felicidade parece impossível
O copo de vinho vive junto com um cigarro
Na palma da mão.
Mas tudo acaba
Um dia ele se acha
E essa solidão no peito
Como experiencias ficarão.
Que amor seria esse?
-Que faz minha alma tremer de frio.
Meu coração se sentir vazio; mesmo transbordando.
Meu rosto se afogar em lágrimas.
E minha mente angustiar.
Solidão?
Contradição?
Carência?
Rejeição?
Ou simplesmente um amor que nasceu da vontade de amar;
E só vive em mim.
Agora o vento da paixão
Está frio, acabou o amor,
Chegou a dor, o desalento no coração tocou
A porta da paixão
Se fechou, agora
O tempo se mostrou,
Ensinou e chorou
Agora, acabou o amor.
Sou uma eterna apaixonada pela vida! Ela ainda me causa espanto, as emoções frio na barriga e o amor aquela sensação de que o infinito mora dentro de mim.
Você foi frio como o inverno
-dizendo que o nosso amor caiu
como pétalas na primavera.
E eu tentei ser quente como o verão -dizendo que outubro nos traria novas sementes.
Amor, não é sobre uma estação, são quatro.
Doce amor que da cor
Do frio ao calor, do conforto a dor
Os olhos que me amavam agora me julgam
As doces palavras do passado agora me machucam
Sinto minha vida esvaindo por entre meus dedos
As mãos de um assassino que trucidou sua própria felicidade
Antes livre para amar, agora sem direito de tal liberdade
Agora sozinho, esquecido para viver apenas com meus medos
Jogado como lixo dentro de quatro paredes frias e escuras
Deixado para apodrecer
Sem sentimentos, inútil.
O peso dos pecados me esmaga, sufocando
E agora, tomei uma decisão sem volta
Fraco, o perigo era eu, não consegui te defender de mim
Sonolento, a dor e a culpa vão embora com o vermelho carmesim
Mas do que isso tudo adiantou se nunca terei seu perdão?
Ei amor, que frio que está, venha deitar, prometo que irei te esquentar. Te ofereço abraço quente e beijos ardentes.