Amor entre Pais e Filhos
Quem de qualquer modo concorre para os filhos, incide nos cuidados a eles necessários, na medida de suas possibilidades
É comum os pais ensinarem seus filhos a orar antes de dormir ou durante as refeições, muitas vezes como parte de uma tradição. No entanto, é crucial destacar que a essência desse ensinamento não reside apenas no ato em si, mas sim em compreender a razão por trás dele. A oração não deve ser um mero ritual ou hábito, mas sim uma necessidade profunda. É importante transmitir aos filhos que a oração possui o poder de promover transformações significativas e que também pode ser um momento prazeroso de diálogo com Deus.
Conseguir formar filhos de caráter e fazer com que cheguem a idade adulta preparados para a vida. Dar a eles condições de adquirir conhecimento, e sobretudo, criar condições para que sejam mais felizes é a recompensa que todo pai gostaria de ter, principalmente os que tiveram uma vida difícil.
Hoje, juntamente com o dia dos pais, há também o dia da hipocrisia. Onde alguns filhos escrevem textos belíssimos para os pais; enquanto, durante todo o ano, não prestam o devido respeito e obediência aos mesmos.
Fico horas a pensar o que pode fazer uma pessoa abandonar um filho ainda pequenino e carente de afeto. Reflito, sem querer condenar, mas não consigo deixar de sentir por essa atitude um profundo desprezo a esse ser que se faz egoísta ao ponto de achar que sua vida é mais importante do que a de uma outra pessoa, que teria sim uma vida mais feliz caso pudesse ter um afeto de um pai ou de uma mãe. Tenho certeza de que, se soubesse o verdadeiro sentido do amor paterno, jamais seria desprezível e covarde. Já a força e a justiça de Deus, nosso Pai eterno, fortalece esse ser, forte o suficiente para caso um dia saiba de sua história, apenas dirá a si mesmo: minha vida é uma bênção. Fui criado e protegido por verdadeiros pais, os do coração ❤ Obrigado, meu Deus!
Pais são um grande espelho para os filhos. A conduta dos pais é o maior, mais eficaz e efetivo instrumento na educação dos filhos: Ao mesmo tempo que ensina com o exemplo, com ele também corrige.
A pior coisa que os pais podem fazer aos filhos é dar tudo o que o dinheiro pode comprar, mas faltar com a estrutura emocional, moral, espiritual e psicológica. É mais fácil mimar com o supérfluo do que prover com o essencial.
Conheçam os filhos na velhice dos pais; conheçam os irmãos no processo de herança; conheçam os cônjuges na separação litigiosa; conheçam os amigos quando o seu cargo público não mais existir; conheçam os amigos fiéis nas suas dificuldades.
A meta não é a de que nossos filhos tenham mais do que nós tivemos; mas, de que decidam ser mais do que nós somos.
Os filhos mesmo já crentes que não vêem mais seus pais como heróis, ainda não vêem seus país como pessoas, que assim como os filhos precisam achar seu caminho, tem dúvidas, inseguranças, traumas, incertezas e outras questões que os filhos enfrentam mais desacreditam que seus pais também.
“Para os pais, não importa quanto tempo passe, seus filhos serão fonte de eterna preocupação e dedicação, como se fossem menores."
Os pais têm a responsabilidade de educar seus filhos, sem ceder a chantagens ou ameaças, e essa autoridade deve ser exercida com convicção e baseada no pátrio poder.
O uso do "não" demarca a prerrogativa de estabelecer limites, os quais nem sempre precisam ser justificados para a criança.
Embora essas ações possam parecer injustas em algumas ocasiões e sejam passíveis de contestação durante a adolescência, nesse momento, pode-se afirmar que assumiram conscientemente o papel de ser pais atuantes, aceitando o risco de cometer erros, sem jamais serem negligentes ou ausentes.
Nos casos de desobediência dos filhos, desafiando a autoridade dos pais, é necessário agir rapidamente e de forma enérgica, com broncas ou castigos; não se pode esperar por um momento mais calmo. Após o estresse passar, é possível buscar o diálogo e implementar mudanças e regras.
Os pais muitas vezes projetam em seus filhos uma imagem idealizada de si mesmos, esperando que eles curem suas próprias frustrações.
Essa pressão pode levar a reações diversas nas crianças, às vezes resultando em distúrbios emocionais e uma sensação de abandono, decorrente da falta de uma relação genuína com os pais.
Os filhos podem se sentir sobrecarregados pelas expectativas parentais, perdendo a autonomia sobre seus próprios desejos.
A prontidão e disposição dos pais em cuidar e atender às necessidades de seus filhos superam cansaços e preguiças; no entanto, o contrário nem sempre é recíproco.
Os pais se veem perdidos tanto quanto seus filhos sobre os valores e rumos da vida pós-moderna, hesitando em orientar e proibir devido a dúvidas morais.