Amor de Vó
Somos compostos por três elementos. Corpo, Alma e Espirito.
Bom o nosso Corpo que veio da terra Volta para a Terra.
O nosso Espirito que veio de Deus o sopro de vida. Volta para Deus.
E nossa Alma. Bom essa Nós temos o livro Arbítrio para decidir para aonde ela vai. Ou seja Só tem duas Opções. Dois Caminhos. É você quem escolhe!
Linda, não basta
Eu vou é devorar, vou é devorar
Você
Linda, me abraça
Que eu vou é respirar, vou é respirar
Você
Obrigado à Natureza que me deu beija-flores!
Todos os dias chegam até a sacada, bebem sua água e voam!
ÔÔÔ Liberdade!
Sidney Poeta Dos Sonhos
Sabe aquele momento em que as lembranças que tudo que você se importava e lutava e que tiraram de você e você está procurando a razão pelo que vale a pena viver, e se esta razão está longe de seu alcance, ou pior, talvez até impossível de se alcançar. Toda a vida olhando para algum lugar onde pudesse fugir, uma vida inteira escondendo a verdade nos meus sonhos o que não me assusta, pela covardia da minha alma, depois de roubarem meu coração com o amor que tinha guardado dentro dele, razão pelas noites se tornarem eternas, e perder o tempo a olhar em todos os momentos. Eu não posso pedir nada de especial a ninguém, apenas perceber que sozinho eu não sou nada, e minhas noites eternas banhadas em minhas lágrimas de tristeza, olhando para algum lugar sem direção, a minha vida inteira escondendo a verdade sobre mim mesmo, que tudo o que eu precisava já tinha comigo, ninguém levou nada de mim, a não ser tudo o que eu não carregava comigo, agora posso descansar, pois sei que nada falta em mim, sou um ser completo.
Seu futuro é resultado das escolhas que faz todo momento em sua vida
Em igualdade de condições você é a sua escolha preferida, o seu corpo sente e escuta tudo que você faz, ele altera a sua forma se assim você permitir. Muitos falam de resiliência, mas não têm a mínima capacidade de suportar e estresses, rejeições, críticas, escolhas na hora de comer.
Talvez haja relacionamentos partidos em sua vida, não coloque comida a mais no seu prato por causa disso, talvez seu coração precise ser restaurado, não é motivo de comer mais, talvez pequenas malfeitorias precise de perdão, talvez você esteja prisioneiro do ódio, da vingança e de tudo que mancha a alma e o coração, mas não coma a mais por causa disso.
Sinto que minha cabeça e meu corpo somos totalmente incompatíveis, sempre fui comilona, sempre misturei comida e sentimento, a única diferença é que eu me movimentava mais.
Agredi meu corpo com aquele chocolate após a frustração, com a extravagância de repetir uma comida deliciosa, com a liberdade de comer mais, com um rumo quase sem volta.
Precisava ser verdadeira nos sentimentos, ser uma profissional controlada, aprender a me reinventar, me unir a bons motivos para manter-me focada na saúde.
Abri mão de mim mesma muitas vezes em função do outro, dei alguns passos com impulso, comi por ansiedade, comi por irritação, comi para me acalmar, comi para seguir em frente.
A comida morava na minha mente, terminava de comer e já salivava pela próxima refeição, era um jogo de prazer, uma razão para viver, uma desistência silenciosa e inconsciente.
As pessoas falavam o que queriam, eu havia estragado meu corpo, era a menina de rosto bonito, ninguém se colocava no meu lugar, sei que queria alguém para colocar a mão na minha cabeça, mas eu arriscava meu coração cada vez que a balança subia mais um pouco.
Criei expectativas de perfeição, dessa vez não ia parar, eu ia começar sem desistir, existiriam tropeços, cansaços, ofensas, ódio, culpa, recomeço, ressentimento, existiria um estilo de vida torto com pausas e férias, mas criaria um hábito, uma consciência, um momento consciente e eterno causado pelo bem-estar, pela serotonina.
Já senti vergonha, já perdi forças, já enfrentei situações muito mais difíceis, já conheci verdades muito mais doloridas e estridentes do que um “não, obrigada! Estou satisfeita”.
Poesia caipira
Descurpe mais eu vô dizê,
Num posso ficá calado,
Só quero que ocê me escute
Senta aqui do meu lado
Num tenho leitura ninhuma
Num sei lê, nem escrevê,
Falo meio atrapaiado
E fico meio vexado
Si tô perto de ocê
Por isso eu tô assim
Andano pra là e pra cá,
Sabe aquela flô que te dei ?
Foi a forma que encontrei
pra podê te declará.
"É só uma questão de tempo." talvez o tempo seja a questão , mas a verdadeira questão , você foi atrás da sua razão.
Se você se encontra atualmente, tentando de toda maneira provar para alguém que você vale a pena, você já perdeu o seu valor.
Se você for longe de mim por um segundo eu já começo a desesperar e
Imagina uma vida inteira sem você pra eu cuidar.
Se eu sair por aí, eu vou conhecer outras pessoas, vou me distrair com outras coisas que não seja você, eu sou capaz até de encontrar outros sorrisos, outras gargalhadas. Mas ainda sim, o som da tua risada será a minha preferida, e o teu sorriso nunca vai deixar de ser o mais lindo do mundo.
Neste Natal, quero dar e receber presentes. Ué! Quem falou que é proibido? Pode ser proibido para você. Para mim, não!
Nada é tão determinante quanto um NÃO, é possível se aprender tudo nessa vida, exceto o ensino de vontades, realidades as vezes são tão ocultas que comportam apenas atitudes negativas, o costume se habitua a ouvir o sim e não se prepara para o temido não. Um aprendizado pode significar sinônimo de maturidade, para ser maduro é preciso compreender que o tempo ensina o que em cada momento precisamos aprender, o que não significa que estejamos sempre preparados para tudo que vier, planejamos reações que não se planejam e ações que muitas vezes mantêm compatibilidade com as realidades impostas, não há situações oportunas nem coincidências nítidas, há predestinações maiores que a sabedoria humana, algo nem sempre tão visível, o não anula o sim, o sim se desfaz com o não, assim se projetam escolhas em corda bamba, para aprender a não forçar o sim, é preciso a natural certeza do não, que vem de dentro, como vontade do coração.
1 de novembro de 2015
Cai no álbum de retratos. Quem diria, vó!
Foram tantas as vezes que você ficara que a gente principiou a te acreditar sublime, a te pensar eterna, a te desejar inefável. Fico com as minhas palavras cosméticas, sem ter como te fixar no escuro. Mas não seria justo, avó, não seria certo. Porque você sabia de cor o nome de tantas ruas por onde já não pisava, a receita de tantos bolos que já não fazia. E aquela fraqueza de sempre. Não faz mal, avó.
O universo continuará sem ti. Com você, extingue-se um mundo de coisinhas. Terá importância? Aquela casa, sua, será alvo de imobiliárias predadoras. O número 48, tão simples, da rua Colonização. Ao redor da casa, despontam prédios. Arranha céus imensos ganham terreno. É tanta modernidade, vó! A nossa rua vai ficando encolhida e, com ela, a casa, o jardim, a soleira da porta.
A vizinhança parece dormir, as visitas rareiam. As vizinhas do seu tempo já não aparecem com frequência. Um ou outro nome desaparece. Você continua. Faz setenta, oitenta, quase-noventa anos. Sente saudade, mas não deixa transparecer que nossa pouca idade não alcança suas lembranças, suas memórias. Conta histórias de menina que a gente escuta com cuidado. Diz lembrar fatos que lhe aconteceram com três anos – e eu acredito. Tem memória boa. Sabe de cabeça o aniversário de muita gente. Guarda tanta, tanta vida.
Como você, eu não encontrei ninguém. Sentada na cama, seus olhos marejam, sua expressão vagueia – quase chora.
“Eu só tenho pena de deixar minhas coisinhas” – não faz mal, vó.
Suas coisinhas vão com você. Boa noite.
Dorme com os anjos.
Gi.
A quantidade de inimigos que você tem, e o tamanho dos desafios e dos gigantes e adversidades que você acarreta pela vida e a facilidade de fazer inimigos, define o tamanho do homem interior que você é, e no quão forte você se tornou nessa trajetória.