Amor Clandestino Proibido
Amor proibido
Caminhos que se cruzam
Sem intenção
Não em contramão
Sem fluxo destino
Porém alegre presente
Carinho contínuo
Intermitente terá que ser
Lembranças cálidas
Do perfume que permeia
Da vontade palpável incessante
Fruto doce saboroso
Fruto de uma época
Interminável ...
Eliana Fernandes
É líbido em todos os sentidos meio que pervertidos é o proibido que nos é permitido em Amor e liberdade
INEXPLICÁVEL AMOR...
Jóse Sátiro e Ednaide gomes.
Amor proibido
Difícil de ter
Não faz sentido
Eu quero esquecer
Amor liberal
Tão fácil de ter
É tempo perdido
Pra mim e você
Amar por amar
Difícil de ser
Eu quero encontrar
Só encontro em você.
Só encontro em você
Muita luz e vigor
É nisso que vejo o prazer
Na historia desse amor
Sem perceber sem querer
Retribui seu carinho
E pra não ficar sozinho
Deixo-me levar
Levar-me pelos caminhos
Do carinho, do afeto
Sem perceber os espinhos
Daquilo que se torna belo
SONETO DE UM AMOR PROIBIDO
Eis que não posso estar longe de ti
Tu que tocaste tão fundo minh’alma
Quando te vi tanta dor pressenti...
Fui qual cigana lendo minha palma.
Eis que todos os erros repeti
E nas noites já não encontro a calma
Pois teu toque (proibido) consenti
E só ele, agora, é que me acalma
Oh, meu doce amor, como me invades
Só teu é agora o meu pensamento
E só por ti choro todas as tardes
Pararia o mundo por um momento
Mas basta, amor, apenas que me guardes
E serei eu (prometo) o teu alento.
Arriscar-me-ia para então te provar qual proporção eu vivo esse amor... O proibido me fascina, mas é com minhas atitudes que desejo te roubar para mim;
Oh... Minha rainha que tanto desatina a minha razão... E me faz não mais entender o meu coração... Ah sei que sou capaz minha milady dê-me a chance de ser o que queres;
Amar-te-ei com primícias de um caminho confuso, mas apaixonado por ti e enfrentarei exércitos e dragões para contigo estar;
Teu jeito em mim..
Me faz querer um amor proibido,
Me faz querer ser como o Romeu e a Julieta.
Teu jeito em mim me enlouquece,
Pois..eu deliro..deliro no teu sorriso perfeito.
Deliro no teu corpo como se fosse um monumento,
Deliro no teu olhar inresistivel,
Teu jeito em mim é o amor que eu quero plantar sem querer saber de limites..
Amor proibido
Tão bom abrir a porta
De manhã e ver você
Teu sorriso lindo
Tua voz
Me dar prazer
Pois raio de luar
Não brilham mais
Que o teu olhar
Amor proibido
Vou subir andar andar
Pegar na tua perna
É o bastante pra te ter
Beijar a tua boca
É nunca mais te esquecer
Dizem que nosso amor é proibido. Mas na verdade proibido mesmo deveria ser proibir algo tão puro , simples e verdadeiro como é o nosso amor
Viver um amor proibido é viver como se não houvesse amanhã. Mas o que importa, se um momento de felicidade preenche uma vida inteira?
SENTINDO A PRESENÇA AMADA
Conto de Marcial Salaverry
Anton e Ludmila, viviam um amor proibido, pois ambos eram casados, e o amor surgiu através de encontros fortuitos, de uma maneira repentina, sem que nenhum deles estivesse em busca de aventuras.
Uma troca de olhares, um roçar de mãos, uma valsa bailada em sonhadores rodopios.
Viveram intensamente esse romance que, por ser proibido, fatalmente teria um fim brusco.
Anton fora chamado pela familia para assumir elevado cargo em um País distante, e teriam de se separar.
E passaram uma uma última noite amando-se como só aqueles que se amam de verdade sabem amar.
Ludmila não viu quando Anton a deixou no leito de amor, e, ao despertar, ainda sentindo a presença de seu amor ausente, a amante chora a ausencia do amante amado, com as lágrimas correndo mansamente por seu belo rosto.
Quando foi beijar o travesseiro que ainda tinha o cheiro de seu amor, viu o bilhete que ele lhe deixara, e chorou de saudade na emoção de ler o que ele deixara escrito.
"Estou aqui neste mundo, apenas para te amar, e meu desejo seria para sempre ficar em teus braços, e jamais te esquecerei.
Estarei sempre sentindo tua presença amada, pensando no prazer que me enlouquece, neste amor ao qual me entreguei sem reservas e nem rodeios, e sempre nos amamos em meio a carinhos cálidos, que nos trouxeram toda felicidade do mundo...
Entregamo-nos a este amor sem pejo, sempre satisfazendo nosso desejo, obedecendo ao que comandava nossas almas.
Perdemo-nos em meio a sonhos delirantes, buscando a felicidade em todos os instantes...
Sabemo-nos completamente apaixonados, e nos entregamos à volúpia deste amor, com paixão e com todo ardor...
Com certeza, este amor que nos mostrou lugares inexplorados, levando-nos a limites nunca antes alcançados, jamais poderá ter um bom fim, eis que vamos continuar vivendo e nos sentindo juntos ainda que distantes.
Vivendo esse intenso amor, esquecemos o que se passa no mundo exterior, apenas entregando-nos a esse doce calor...
Concentro meus pensamentos somente em ti, sentindo um prazer que igual jamais senti...
Amando-nos, sussurramos palavras doces, quentes, sinceras, enamoradas, excitando-nos com carícias apaixonadas...
Amamo-nos, e sempre buscamos novas energias, querendo repetir as carícias todos os dias, e mesmo afastados vamos usar a força de nossas almas para continuarmos a viver nosso amor, ainda que um oceano nos separe.
Queremos ver sempre repetidos todos os doces momentos de carinhos jamais sentidos...
Apenas queremos viver o amor que sentimos, entregando-nos um ao outro de maneira total, deixando a paixão conduzir nosso caminho, perdendo-nos em nosso total carinho, e assim, aceitando o ávido prazer que nos domina, vamos seguir vivendo para esta paixão que nos alucina. Neste ou em outro plano. Um dia vamos nos reencontrar. E então, viveremos nosso amor em PAZ, sem quaisquer sustos mais."
Ludmila perguntou-se porque ele teria deixado essa carta com as lágrimas correndo pelo seu rosto, pois Anton lhe havia dito que seria uma viagem que levaria algum tempo, sem dizer que seria uma separação definitiva.
As lembranças do dia em que ele havia declarado o amor total, vieram céleres. Estavam se banhando na cachoeira, e Anton havia coberto seu corpo de flores. Fizera uma coroa com as orquídeas e a colocara em sua cabeça, e deslizando com suavidade as mãos pelo seu corpo, declarara todo seu amor. Havia sido o primeiro ato de amor físico. A primeira declaração demonstrando o amor total e irrestrito que sentia. Anton era um tipo especial, já que declarava seu amor de uma maneira diferente, não o fazia de forma corriqueira.
E agora, anos depois, perdida em seus pensamentos, Ludy, como ele carinhosamente a chamava, estava sentada no terraço de sua casa, e sem atinar o porque, pegou aquela carta e começou a rele-la pela enésima vez. Sentiu um arrepio percorrendo seu corpo, e lembrou-se do dia de sua partida. Estava com uma grave doença, e sabia
não ter muito tempo de vida.
De repente, sentiu sua presença a seu lado, e viu Adolfo um grande amigo se aproximando.
Intuiu que algo havia acontecido.
Adolfo chegou, e simplesmente lhe disse:
Ludy, Anton partiu e te espera...
Veja duas estrelas que tem um brilho especial no céu...
Devem ser Anton e Ludmila, que agora finalmente se reencontraram e estão vivendo seu grande amor
num plano superior.
Se relacionassem uma cor ao "Amor proibido", a cor preta seria a ideal, pela sensação de se cometer um pecado, de ser-se surpreendido num acto sombrio, e ao mesmo tempo, do receio da descoberta de uma ligação perigosa. Na "Revelação" o branco seria a decisão mais ajustada, pela "Paz" tão desejada, pela "Libertação" e a vitória da "Chama do desejo".
Acredito que não exista amor proibido, o que pode haver é amar uma pessoa no tempo errado. Amar é um dom, é o sentimento mais íntegro, logo, não é ilícito.