Agradecimento ao Mestre

Cerca de 2352 agradecimento ao Mestre

⁠O Criador nos ensina a amarmos o nosso próximo como a nós mesmos. (Lv 19:18). O ensino do Mestre é que devemos amar até os nossos inimigos. (Mt 5:44).

Livro: Servir, o maior dos desafios

Inserida por jacksondamata

As frustrações constante das buscas terrestre, são resultados de conexões inconstante com o Mestre.

Inserida por Tisantana

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

⁠O mestre ideal é aquele que nunca cessa de aprender, guia seus alunos com sabedoria e se torna o modelo a ser seguido através de suas próprias acções.

Inserida por apolenario-portugal

⁠"Quase aprendizados sólidos, um futuro mestre em desenvolvimento que valoriza os princípios da sabedoria, resiliência e humildade. Uma mudança súbita onde o silêncio é amplamente sentido em todas as esferas."

Rafael Serradura, 2024

Inserida por Serradura

Dia de quem inventa o espelho

Do mestre das sombras, do grande jogador,
que dança nos salões das invenções alheias e
que antes eram confissões e
que escreve seu nome em histórias que não viveu.

Hoje,
É também o dia do artífice dos esquemas,
das brechas, das portas entreabertas.
Aquele que transita nas prefeituras da dúvida,
costurando acordos no fio da esperteza.

Hoje,
celebramos o cinismo mascarado de genialidade, a conta bancária bem cheia e a alma bem vazia,
o espetáculo do que se constrói
sem nunca se criar de verdade.

DO livro: Diário de um palhaço

Inserida por gustavosp7

⁠O silêncio é um mestre paciente que ensina lições profundas sem dizer uma palavra.

Inserida por Frasesdodia134

Em certo momento os discípulos quiseram saber por que Jesus, "o Mestre",
usava parábolas (histórias com lições morais ou espirituais) para ensinar verdades profundas de uma maneira que aqueles que tinham fé e buscavam a verdade pudessem entender. No entanto, para aqueles que eram espiritualmente insensíveis ou endurecidos, as parábolas permaneciam misteriosas e incompreensíveis.

Aqui está o contexto:

Mateus 13:13-15: "Por isso, lhes falo por parábolas: 'Porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías: 'Ouvindo, ouvireis, mas não entendereis; E vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo se tornou insensível, E com os ouvidos ouviram dificultosamente, E fecharam os olhos, Para que não vejam com os olhos, E não ouçam com os ouvidos, E não entendam com o coração, E não se convertam, E eu os cure.'"

Jesus estava dizendo que muitas pessoas ouviam Suas palavras e viam Seus milagres, mas não compreendiam a mensagem porque seus corações estavam endurecidos. Se eles realmente ouvissem e vissem com fé, poderiam entender, se converter e ser perdoados.

Essas palavras enfatizam a importância de ter um coração aberto e receptivo à mensagem de Deus.
ℌ𝔢𝔩𝔠𝔢𝔡𝔦𝔯

Inserida por Helcedir

⁠O que você tem visto?

De muito observar comportamentos alheios, me tornei mestre em saber o que viria através de um gesto, de uma ação, de um olhar malicioso.
Não presto atenção para cobrar depois, ou fazer julgamentos, mas para acompanhar o processo. Acompanhar as diversas reações frente um susto, uma situação de stresses, uma doença, traição, percas, abandonos...
Ainda criança minha avó dizia: -" Nerosa, vai "vigiar" os meninos. Estão muito quietos. Não é bom um monte de menino em um lugar sem fazer alvoroços próprios da idade."
Eu ia, pé ante pé...cada um tinha uma reação frente ao flagrante das artes...e assim cresci.
-" Nerosa, o que ele escondeu na camisa?"
- "Nerosa, ele chorou, olha a cara lambida e com medo."
- "Nerosa, tem cheiro de fumaça na chácara, vai ver!"
- "Nerosa, tua irmã passou com cara que vai aprontar, espia!" Hahaha. Ela sempre estava certa. E eu quis aquilo pra mim! Aquela sabedoria, a percepção, o ver além.
Apreciar os comportamentos, acompanhar a vivência de cada um, seus erros e acertos, nos ajuda muito. Principalmente a não cair nos mesmos buracos. Isso nos tornam sábios, perspicazes, fazendo nossos juízos de valores sem preconceitos, e diante do acontecimento, o transformamos em julgamentos de fato.
"Eu vi você lá", "Eu comprei na sua loja", "Eu comi o que você fez", " Foi eu que o acompanhou"....essas coisas.
Hoje pra mim, é fácil observar um jovem e dizer vai cair, vai quebrar a cara, vai dar tanto orgulho à família, vai perder, vai ganhar.... né??!! Só observar o andar da carruagem.
Seguindo meu mestre maior, eu vigio e oro. E onde houver um mal se ajuntando, trato de espalhar, e brigar, lutar, combater. Pq Ele me disse: não é meu desejo que nenhum desses pequeninos se percam!!! Ame-os! Ore! Interceda! G.M.

Inserida por g_n_rose_magalhaes

⁠Não importa se você tem a melhor espada feita pelo melhor Mestre ( katana kaji ) se a mão que a impunha é fraca.

Inserida por daniel_junior_1

⁠Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:
— Não passas de um bruto... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!
Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:
— Eu poderia te matar por tua impertinência.
— Isso — respondeu calmamente o monge — é o inferno.
Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação.
— E isso — disse o monge — é o céu.
A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates — “Conhece-te a ti mesmo” — é a pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.

Daniel Goleman
Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
Inserida por NatanielFelipeL

O tempo, mestre dos destinos, deveria saber que lhe colocar em minha vida viraria meu mundo de cabeça pra baixo. Agora só ele, o tempo, pode dar as respostas que tanto preciso.

Inserida por LestatChevalier

⁠Eu levei décadas para aprender que mestre não é apenas um título, é uma atitude de inspiração.

Inserida por evermondo

⁠O melhor mestre é aquele que mostra suas ações com coerência. Ele é mais do que uma amostra grátis. Ele torna-se uma amostra representativa e exemplar.

Inserida por evermondo

⁠Ser mestre não significa ser superior aos outros; significa, sim, deter maestria específica em um campo. Tomemos a orquídea: ela é a essência da adaptação.

Inserida por evermondo

⁠Um dia, Mestre Chuang sonhou que era uma borboleta, voando alegremente. Quando acordou, não sabia se era Chuang que tinha sonhado que era uma borboleta ou se era uma borboleta que estava sonhando que era Chuang. Essa reflexão nos leva a um profundo questionamento: quem é o ser que está pensando ou sonhando? Uma indagação que nos leva a explorar algo ainda mais fundamental em nossa existência. Quem está refletindo agora sobre essa pequena história? Tenho certeza de que não é você, um conjunto de crenças ou ideias preconcebidas. É algo mais profundo, uma consciência que transcende a mera compreensão intelectual.

Inserida por evermondo

⁠O chaveiro mestre carrega consigo o poder de desbloquear infinitas portas, revelando assim um mundo repleto de oportunidades e segredos a serem explorados. Mas o que falta para nos tornarmos mestres desse instrumento é a combinação de conhecimento, prática e a disposição para enfrentar os desafios que cada fechadura representa. Todas as portas são espelhos que refletem nosso próprio potencial, desafiando-nos a descobrir quem somos enquanto giramos suas chaves em direção ao desconhecido.

Inserida por evermondo

⁠Como diria o mestre Yoda, “Que a Força esteja com você”. Uma dose de energia extra não implica que ela seja proveniente de fontes externas, mas sim uma chama que reside dentro de nós. Isso serve como um lembrete de que temos a capacidade de encontrar força e motivação dentro de nós mesmos, em vez de depender exclusivamente de fatores externos para nos energizar.

Inserida por evermondo

⁠O melhor mestre é aquele que age com coerência. Ele não é apenas uma amostra grátis, mas uma amostra representativa e exemplar. Não permita que os medos matem seu amor pela vida. Seja coerente.

Inserida por evermondo

Derruba-me mil vezes ...
... Que me tornarei mestre em levantar! ;)

Inserida por ElianaGuedesPsico