Agradecimento a Mãe Formatura

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Só sabe quem tem. Só sente quem vive. Só ama quem suporta todas as dores. Amor de mãe é incondicional, único, verdadeiro, sem igual.

*UM TAPA NA REALIDADE*

Você não precisa dar conta de tudo, você não precisa ser super mãe, super esposa, super dona de casa, super profissional, super mulher, o que você precisa é cuidar da sua saúde mental, por que perfeição leva a loucura, e não é isso que você quer né?! Pois quando seu corpo pedir arrego vão ser poucos que lembrarão que você tentou ser tudo em uma só!

Então deixa a casa pra depois, vai caminhar, vai ao parque, comece academia, compre uma marmita, vá ao salão, durma até mais tarde, vista a roupa que VOCÊ gosta, seja você, cuide de você, se ame, e faça isso exclusivamente por você!

Filho cresce, marido vai embora, a casa vai sujar de novo, mas sua saúde mental e emocional, pode ser que não tenham uma segunda chance, então comece a cuidá-los HOJE!

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”

E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Saudade, mãe da inspiração!
Amiga da tristeza,
Inimiga do coração ...

⁠⁠Desde o ventre da minha mãe, Deus me chamou e me escolheu, me chamou para lhe seguir e me escolheu para lhe servir!

Antes de ser mãe, eu fazia e comia refeições quentes.
Eu usava roupas sem manchas.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe,
Eu dormia tao tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que horas iria para a cama.
Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.
Antes de ser mãe,
Eu nunca tropeçava em brinquedos, ou pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe,
Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.
Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...
Antes de ser mãe,
Ninguém nunca tinha vomitado ou cuspido em mim. Eu nunca tinha sido mordida nem beliscada por dedos minúsculos
Ninguém nunca tinha me molhado.
Antes de ser mãe,
Eu tinha controle da minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo, e do meu tempo.
Eu dormia a noite toda!
Antes de ser mãe,
Eu nunca tinha segurado uma criança chorando para que pudessem fazer exames ou aplicar vacinas.
Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e saciar um bebe faminto.
Eu nunca tinha olhado em olhos marejados e chorado.
Eu nunca tinha ficado tão gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.
Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.
Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.
Eu nunca havia sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedaços porque eu não pude parar uma dor.
Eu nunca imaginaria que algo tão pequeno pudesse afetar tanto minha vida.
Eu nunca soube que eu amaria ser mãe.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.
Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia o calor,
A alegria,
O amor,
A preocupação,
A plenitude,
Ou a satisfação de ser mãe.
Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade
Antes de ser mãe...
Obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.
Obrigada Deus por me permitir ser mãe!

A Dor de perder uma mãe (A única dor que Jesus não sentiu)


A Dor de perder uma mãe (A única dor que Jesus não sentiu)
Dor que um dia chega. E se não chega, dói a angústia de sua espera. Há mães que partem ainda novas, outras se quer ter colocado seu filho em seus braços, e outras, que de tão vividas, tornam-se nossas filhas, necessitando de nosso tão merecido amparo.

Mães que nos amamentam quando crianças, e mães que alimentam ,com sua essência, nossos corações já adultos. Mas todas são mães. Todas serão eternamente imaculadas em nossos corações.

Mãe é uma referência que não nos deveria abandonar. Único exemplo de amor incondicional. Colo que nos afaga a qualquer momento. Que nos espera de braços abertos. Que nos abre os olhos antes mesmo do acontecido.

Sentido além do humano. Instinto de proteção divino. Mas um dia, esse norte, se afasta de nosso convívio. Não desaparece, mas parte sem nos dizer adeus. Sensação de nosso ninho se desfazendo. Nosso ser mais amado nos despedindo aos poucos ou subitamente.

Vontade de parar o tempo e de revertê-lo. Coração de mãe não poderia parar nunca.
Vazio de coração que agora em turbilhão, tenta nos reconfortar com lembranças de conselhos que nos serão eternos. O vazio do quarto, o cheiro de mãe ainda nos tentando enganar que ela está por voltar. Dor que dilacera. Que interrompe a direção de nosso rumo.

O que elas sempre nos diziam que perder filho era uma lei não natural, nós também sentimos isso por elas. Mãe tinha que ser eterna. E agora? E nossos conselhos, nossos abraços de orgulho, nosso pedido de benção ao se deitar?

Agora o que era tudo se torna impressionantemente vazio. Vazio que dói de forma além de nossas capacidades. Dor que tem nome, mas que teria que ser ausente de qualificação. Não se mede dor, e se fosse medida, nos faria incapaz de percebê-la.
Perder nosso caminho de volta. Perder nosso útero. Perder o conselho que apenas os olhos de mãe sabem nos dar. Perder a magia que mãe tem de nos descobrir, mesmo que nos encobrindo.

Poder de ler a verdade nos olhos e na alma. Poder de transferir nossa dor a seu coração.
Poder de troca sem ao menos exigir nada. Amor que não necessita de esforço. Amor que flui de forma única. Mas um dia sua voz se cala, seu abraço não mais nos afaga. Seus conselhos são apenas lembrados em cada atitude de nossas vidas. Vontade de ir junto.
Tristeza de ver nossa origem nos deixando. Despedir do que não se queria nunca despedir.

Dor que avassala a alma. Que nos tira o chão e por segundos nos faz achar que era mentira. O adeus não foi dado, e pela alma, levará um tempo ainda maior...
Dor injusta, que não pede licença. Que não nos chama para um duelo, na
expectativa de uma vitória, para torná-las imortais.

Dor tão grande...
Dor que Jesus não vivenciou. Saudade eterna de todos os momentos. Até dos que não eram compreendidos.

Saudade dos beijos e dos pratos feitos com carinho.
Saudade do cheiro de mãe.
Saudade de colo de mãe.
Saudade da voz, das risadas, dos conselhos e de suas preocupações...
Saudade da vida.
Saudade da saudade...

Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, tempo, futebol, estudo, mãe, unha encravada, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, temporal, falta de dinheiro que o impeça de estar com você. É simples. É a realidade.

Ser avô e ser avó é ser pai e mãe duas vezes...
É um amor incomparável, uma joia vinda do céu!
Parabéns a todos os vovós e vovôs, vocês são,
sem dúvida, o retrato do mais puro amor
entre pais e filhos.

Há 5 tipos de medo: 1- O pânico. 2- O terror. 3- 15 chamadas perdidas de sua mãe. 4- Temos que conversar. 5- Senha Incorreta.

Crônica de Minha Infância


Já fui casinha, fantasias e bonecas.
Mãe, jornalista, advogada e atriz.
Chocolates, biscoitos, chicletes... também patins, bicicleta e cicatriz.

Amiga, irmã, namoradinha e vilã.
Danada, sapeca, serelepe, também dissimulada e esperta.
Morria de medo de ser analfabeta.

Também já fui medo, choro e receio,
porém, tudo superado com aulas, professoras, sobretudo amigos amáveis e recreios.

Desenhos, chaves, histórias?
Branca de neve, a bruxa e toda aquela armação...
Ursinhos carinhosos, Power Rangers, sempre atenta à programação.

Viagens, família e aventuras.
As férias de dezembro, nas casas das avós...
Nada de ditadura.

Mas nem tudo é perfeito,
já fui hospital, asma e internação,
médico, jaleco branco, total aversão.

Às três da tarde como posso esquecer,
eu, papai, meu irmão e a TV...
de todos os compromissos, esse era o mais gostoso
historinhas, perguntas sem fim... e sempre um lanchinho delicioso.

Às quatro da tarde um momento chatão.
mamãe, livros e cadernos.
meninos, hora da lição,
enquanto isso, nosso super-herói voltava pra mais um plantão.

Dos momentos mais felizes da vida,
impossível não lembrar da infância bem vivida,
papai, mamãe sempre sorrindo, Deus sempre presente,
familia superunida.

Às cinco da tarde, hora do banho,
a minha amizade com Jackeline não tinha tamanho,
embora ela sempre alimentasse seu sonho estranho,
ser enfermeira somente de fanhos.

Aos 6 anos um sonho realizado,
finalmente havia ganhado um gato,
pula daqui, pula dali e finalmente pulo em cima...
tadinho do gato, precocemente foi para o andar de cima.
Meu primeiro drama.

SER MÃE...

É cuidar, sem esperar nada em troca,
Se entregar, de corpo e alma por outra vida,
Doar anos e até uma vida inteira,
É encontrar a felicidade em outro sorriso,
Amar, até sem ser amada,
Muitas vezes uma longa jornada
Que se for preciso ela faria tudo novamente,
Simplesmente, por amor!

Nunca fui uma mulher possessiva, daquelas inseguras que tem ciúmes até da mãe do cara. Mas se tem uma coisa que me irrita, são aqueles amigos grudentos que quase todo homem tem. É impressionante como o cara escolhe as piores horas e dias para ligar. Parece que eles tem entre si, um dispositivo interno que informa o momento mais inoportuno para aparecerem. É sábado à noite, vocês estão juntos, no maior clima, se curtindo muito, e o amigo pé no saco começa a ligar chamando ele pra sair; e é claro que você não está convidada. Tudo bem, eu sei e concordo que todo cidadão precisa de um pouco de liberdade. Um pouco. Mas o cara não ter o mínimo de noção e ficar ligando às 11 horas da noite querendo que ele te deixe em casa pra sair pra gandaia, pra mim já é um pouco de mais. Acho uma graça os amigos solteiros que fazem de tudo pro cara não se envolver; inventam mil histórias, fazem um top five dos piores defeitos da menina, dão 10 motivos maravilhosos para continuar solteiro. Enchem a cabeça dele até conseguir o que querem. Mas pra mim, o mais chato de todos é aquele que se acha no direito de se intrometer no relacionamento, pro amigo dele namorar com alguém, ele tem que aprovar primeiro; tudo baseado no quão 'gostosa' ela é, e no tanto de liberdade que ela vai dar pra ele. Se for 100% liberdade, tá dentro. Ah, pelo amor né? Já não basta ter que agradar a família, agora tem que agradar amiguinho folgado também? Sinceramente, eu não sirvo pra isso. Minha paciência é muito curta pra essa amizade masculina pegajosa. Engraçado é que homem nenhum aceita aquela tua amiga que te liga chorando em um domingo à tarde porque levou um fora do carinha que ela gosta. Mas nós temos que sorrir engasgada com raiva e desconfiança pra aquele amigo que liga nas sextas e sábados à noite chamando ele pra sair. Eu não concordo e ponto. Sempre fui livre e deixo a pessoa livre também, sufocar alguém não é comigo. Mas ter que agradar amigo chato, é pedir demais. A notícia ruim é que toda mulher um dia terá um namorado apegado ao amigo. Desse mal são poucas que se salvam. A notícia boa é que dá tanta preguiça conviver com alguém sem opinião e nem vontades próprias, que vai pela conversa dos outros, que a gente consegue mandar ele ir embora por justa causa, sem nenhum sofrimento.

"Lembrou as palavras da sua mãe: mulher preta livre é a que sabe o que fazer com o seu próprio cabelo".
(Em "O Perfume" - Do livro "Estórias Abensonhadas)

Uma mãe que irradia amor próprio e autoaceitação, na verdade, vacina sua filha contra a baixa autoestima.

Minha mãe em verso

Com mãos de ferro, dedicou-se aos filhos educar
Sem em seu semblante, o seu sofrimento diário demonstrar
Hoje eu entendo mãe, o quanto é difícil
essa missão desempenhar
Sem aos outros, e a si mesmo machucar.

E agora quando lhe vejo, com o meu coração cheio de orgulho, aos seus estudos se dedicar
Entendo o quanto deve ter sido difícil, da educação se abdicar
Para ser possível trabalhar, e aos seus filhos nunca deixar de alimentar.

Mas não se preocupe, mãe!
Tanto empenho dedicado, com a intenção de guerreiros criar
Ajudou a construir couraças, disfarçadas de fortalezas
Que abrigam coração mole, com incrível capacidade de amar.

⁠Quando você decide não ser mãe, Deus te manda um sobrinho.
Nasce com cara de joelho e as pessoas dizem: Nossa, é a sua cara!
Sorri pra você banguela sem porquê
Depois vira um toquinho de gente,
com alguns dentes anda atrás de você.
Como fugir do amor se o amor em pessoa está ali sorrindo pra você.
Então você descobre que ficar pra titia é maravilhoso!
Não sai da barriga da gente, mas carrega consigo um pedaço do nosso coração.
E cada dor daquele ser nos leva a entender o que é sofrer de amor.

Texto dedicado a minha sobrinha , que carrega por onde anda um pedaço do meu coração.

MEU PAI


​Meu pai, meu herói!
Me ensinou grandes valores
Minha mãe, seu grande AMOR...

Meu pai me ensinou
Mais vale viver com pouco
Do que com muito sem amor!

Tem mais valor uma moeda suada
Do que mil notas roubadas
Acho que isso é amor!

Às vezes, meu Pai
mete as mãos pelos pés
Mas é a vontade de acertar...

Meu pai é homem de fé…
Bebe água de moringa,
Cansado, dormiu de botina…

Jamais tomou vacina
Toma mesmo um bom café!

Minha mãe me ensinou a ter paciência. Ela sempre dizia: "espera teu pai chegar em casa e você vai ver só".

Se a Terra é adorada, a mãe não é mais digna de veneração?