Aceite o que não pode mudar
Ser adulto é aceitar que você não controla nada nessa vida, e que tudo pode mudar da noite para o dia.
Cansei de aceitar os limites que alguém estabeleceu. Há coisas que não posso mudar, mas se eu não tentar, nunca vou saber.
É preciso serenidade para aceitarmos as coisas que não podemos mudar, compreendendo as nossas próprias limitações, e vontade para criarmos projetos a partir dos nossos sonhos e ambições, com paciência e perseverança para transformá-los em realidade.
"Propósito. Aceite o que não pode mudar. Não por você mais, através de você. Mude o que não pode aceitar."
─By Coelhinha
"Às vezes, a maior sabedoria está em aceitar o que não podemos mudar e encontrar forças para transformar o que podemos."
Raphael Denizart
Pode ser assustador descobrir que estava errado sobre uma coisa. Mas não podemos ter medo de mudar nosso pensamento. Aceitar que as coisas são diferentes. Que nunca mais serão as mesmas. Para o bem… ou para o mal. Temos que estar prontos para abrir mão do que acreditávamos. Quanto mais estivermos prontos para aceitar os fatos… e não o que pensávamos… Nós nos encontramos no nosso lugar.
O mundo esta à mudar, mas não como todos querem, pois mesmo que estamos interessados a fazer à diferencia, ela não acontecerá, se não colocarmos-a em pratica e ter a participação de todos independentemente de sua raça, religião, classe social, porque primeiro temos de aceitar a diferença do seu igual.
Um dia eu acordei e me senti estranho pelo rumo que a minha vida tomou, mas não dá pra mudar o passado. Minha sede por felicidade me diz pra ser forte e aceitar os fatos, mas também penso que será insuportável conviver com esses sentimentos que parecem irrevogáveis; minha angústia crônica contruiu essa bipolaridade, o polo negativo está além do que eu esperava.
A paz advém de saber que não podemos mudar as coisas, por mais que despertemos a meio da noite aos soluços.
A paz da aceitação.
Aprendemos a viver com o facto.
(Alice Barros)
Em presença de um acontecimento desgraçado já ocorrido, no qual, por conseguinte, não se pode mudar nada, não devemos nos abandonar à ideia de que poderia ser de outra maneira; menos ainda refletir sobre o que poderia ter sido feito para que fosse diferente. Porque isso simplesmente intensifica a dor até o ponto em que se torna insuportável, e assim nos tornamos "aquele que atormenta a si próprio". Pelo contrário, devemos estalar os dedos e nunca mais pensar nisso. Aquele que não é bastante leve de intelecto para conduzir-se dessa maneira deve refugiar-se no fatalismo e convencer-se da verdade de que tudo que ocorre, ocorre necessariamente e, portanto, inevitavelmente.
Não obstante, essa regra só tem valor em um sentido. Em um caso de infortúnio, é útil para nos proporcionar alívio e consolo imediatos; porém, quando, como acontece muitas vezes, a culpa é de nossa própria negligência ou irreflexão, então a meditação repetida e dolorosa dos meios que poderiam ter impedido o acontecimento é uma autodisciplina saudável que nos serve como lição e aprendizado, isto é, para o futuro. Não devemos tentar desculpar, atenuar ou diminuir as faltas de que somos evidentemente responsáveis, mas confessá-las e trazê-las claramente ante nossos olhos em toda a sua extensão a fim de tomar a firme decisão de evitá-las futuramente. Temos, é verdade, de nos infligir o doloroso sentimento do descontentamento de si mesmos; entretanto, o homem não castigado, não aprende.