Abandono
Como dizia o Don QuiXota, não é por causa do sangue ao furo da espada que abandono a missão, exceto quando a oponente já estava sangrando, assim nem começo o duelo.
Dor,
Abandono,
Miséria,
Dor,
Abandono,
Miséria,
Um pingo se transforma em oceano,
O doce mais doce amarga,
Amarguei.
Abandono!
Onde está todo aquele amor que prometeu
que nunca ia acabar...
Que eu era o razão do seu viver,e que jamais
iria deixar de me amar...
Será que acabou!
Será que adormeceu ai num
cantinho do seu coração.
E a qualquer momento renasce o
o sentimento.
Forte lindo e intenso.
E acabar essa minha triste solidão!
Abandono
Esse sentimento que me consome
que toma conta do âmago,
Torna os sonhos impossíveis
e os amores invisíveis.
Esse sentimento que se edifica
forte em si mesmo.
Que torna o mundo salgado
e faz da terra braços quentes.
Esse sentimento que anseia
pelo seu próprio estopim.
A sensação de negligência
que parece nunca ter fim.
À tudo isso chamo de
Solidão.
UNIÃO DE ALMAS
Agora ao beijar-te a boca
Abandono-me na profundidade do teu olhar
E neste integrar lúcido de almas
Percebo o quão forte é esta união
Outrora, universos paralelos
Agora, união envolta em emoção
Explícita, longa e intensa ação
A condensar nossas energias
Desde a primeira atração
Quando jovens éramos
E naqueles dias sonhávamos
Com esta vida cheia de alegrias
EL ABANDONO
a Graciela Maturo
Poema de Oscar Portela
El cuerpo me abandona lentamente.
Los ardores de fragua del verano.
El tortuoso invierno. La recelosa cobra
Del deseo oculta en madriguera.
Los colores minados por la ausencia
De la piel renovada en staccato de cada primavera.
El oro en las arenas y el sueño, el sueño
De quien entra a la presencia como a un bosque de
Símbolos donde no estabas tú. No es un arca mi cuerpo.
No es chalupa siquiera: siniestrado por las tormentas
Y huracanes, siempre en desiertos, ¿como podría
Salvar algo de lo queda en la memoria de aquel
Pajaro Azul que ayer cantaba en mis ventanas?
Ah, llévame contigo hacia el poniente donde nada
Se pone, traspone el horizonte, piérdete entre las nubes
Más lejanas, atisba entre las cifras donde tal vez
Los ángeles arrullen el silencio de Dios.
¿Volverás a la tierra? Tal vez el pino enhiesto en la colina
Te espere como el rayo y el amor que te abandona ahora
O que nuca tuviste encuentre asilo entre sus ramas
Cuando lo yermo cede y en tus ojos vuelve el lapacho
A florecer serenamente.
Oscar Portela
Educar é como catar piolho na cabeça da criança.
É preciso que haja esperança, abandono, perseverança.
A esperança é crença de que se está cumprindo uma missão;
O abandono é a confiança do educando na palavra;
A presença é a perseguição aos mais teimosos dos piolhos, é não permitir que um único escape, se perca.
Só se educa pelo carinho e catar piolho é o carinho que o educador faz na cabeça do educando, estimulando-o a palavra é pela magia do silêncio.
Ser educador é ser confessor dos próprios sonhos e só quem é capaz de oferecer um colo para que o educando repouse a cabeça e se abandone ao som das palavras mágicas, pode fazer o outro construir seus próprios sonhos. E pouco importa se os piolhos são apenas imaginários
Paixão, no seu surto, quando se associa à transgressão, à traição ou mesmo ao abandono, sempre crê que todos os impossíveis, dessa vez, serão possíveis.
Solidão, em tuas deixas sentimentos se confundem...
Liberdade ou abandono?
Saber-me só da aurora ao crepúsculo é inevitável sentença, então... Aceito-te como preço da minha liberdade!
Te vi deixando-me ao leito do abandono
Esperei flores e você me trouxe..
um punhado de nada.
Não me procure mais,
deleta meu telefone
jogue fora todas aquelas cartas
e a camiseta azul céu que te dei.
Queime as fotos.
Na fumaça daquelas revelações
que eu não esteja para apagar o incêndio
que invade seu coração
sua mente
e alma.
Ou que esteja
com a gasolina.
Não ouse usar aquele perfume
Perfume que quando no seu corpo,
ah, no seu corpo quente, ex-amor
era tudo.
Tudo muito pouco.
Você estava contido naquele frasco,
te comprei em um frasco de vidro
caro, por sinal.
e você acabou aos poucos
como aquele perfume, caro.
Amargo abandono
Meu amor me esqueceu! Estou sozinha
envolta num imenso mar de lama...
Procuro-o, em vão, na minha cama.
Reclamo: Quão vida enganosa e mesquinha!
É alta a madrugada e nem consigo
fechar os olhos e pegar no sono...
tudo dele ficou comigo
e está comigo neste amargo abandono.
Estou como a roseira desarmada
que ficou solitária, sem aroma,
sem dar brilho a ninguém e abandonada.
A saudade cresce em forma abrupta
e começa então a minha luta
para enfrentar o mundo sem meu amor.
Mesmo no abandono do meu canto só, você se faz presença e calmaria. E no silêncio da noite que cai, seu sorriso em minha mente é poesia.
Ao sentires aflição ou uma espécie de abandono, não deixes que a depressão tome conta de teu espírito; mas lembra que bem perto de ti está o Deus das consolações com Jesus que te amou tanto, a ponto de morrer por ti, e que te olha com ternura e paterna expressão de amor; perto de ti está o Espírito Santo, o verdadeiro consolador...Com estes pensamentos expresso o meu desejo ardente de que teu coração se sinta consolado.
Que mistério é a loucura, abandono sutil da razão, querer-se desvendar o real e os sonhos..
Quão insana é a vaidade!!
É chegado o tempo de abandono. Não posso mais cuidar de você. Pois se faz necessário uma nova vida, novos projetos e um novo amor. Há milhares de motivos no mundo para ser infeliz. Mas, só precisamos de apenas um para viver plenamente.
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