A Gente Aprende com as Decepções
Metas a gente atinge;
Caminhos a gente traça;
Desafios a gente enfrenta;
Desejos a gente sacia;
Vida a gente simplesmente vive.
Sonhos a gente realiza;
Esperança a gente agarra;
Amor a gente sente, sofre.
E cada um é feliz da sua maneira.
Um dia a gente encontra, alguém que muda a nossa rotina, nossa cabeça e nosso coração, e tudo começa a fazer sentido.
De vez em quando dou uma saída
Finjo um sorriso, que esta tudo bem
É tanta gente perto
Mas ao mesmo tempo ninguém
Dê valor às pequenas coisas e aos mínimos detalhes, porque o “pouco” que a gente tem vira “tudo” quando se vai.
A gente pensa que é livre pra falar tudo que pensa mas a gente sempre pensa um pouco antes de falar.
Deixa mesmo de ser importante, vai deixando a gente pra outra hora, vai tentar abrir a porta desse amor, quando eu tiver jogado a chave fora.
Família é tudo igual, um monte de gente falsa e hipócrita que só vem falar com você quando quer pedir alguma coisa.
Eu não te abandono
Mesmo que passem os anos
E outros caminhos a gente venha seguir
Amiga, vamos fazer um trato?
Estejamos nós aonde for
Nossa amizade vai continuar.
Amiga, vamos nos comprometer
Fazer diferente do que outros fazem,
Não vamos deixar nossa amizade morrer.
Isso não é impossível,
Talvez seja necessário
Um pouco mais de esforço.
Mas pra te ter ao meu lado,
Há de valer a pena,
Afinal devemos lembrar
Pra quem contaremos nossos segredos
Ou quem mais os manterá?
E quem além de nós
Conhece mais os nossos medos?
E se eu brigar com alguém,
Quem me consolará?
E se perderes teu amor,
Em qual ombro vais chorar?
Amiga, vamos fazer um trato,
Ficarmos sempre lado a lado
Porque preciso no futuro
Ao olhar fotos do passado
Ter comigo a certeza
Que mesmo que tenha
A minha vida mudado
O melhor aconteceu
Te tive sempre do meu lado
A gente mente a dor que não dói. Mente o amor que não sente falta. Mente o equilíbrio que não tem. Mente a vontade de falar um palavrão. Mente contando história de que tudo vai passar. A bondade que não temos. A mágoa que ainda existe. Não há quem escape das mentiras que aprendemos para viver. Mente o feio. Mente o bonito. Mente o mais ou menos. O quase, quem sabe, talvez. A verdade tirou folga. Está de férias ou foi demitida.
Na dureza, vi que as coisas às vezes cambaleiam demais, mas a gente tem que manter a segurança, tem que manter a firmeza, os pés no chão. Às vezes as coisas vão seguir outros caminhos, às vezes a coisa vai ficar preta, o tempo vai fechar e a gente não vai ter guarda-chuva, nem capinha e galocha pra se proteger, muito menos calor pra se desfazer do frio quando precisar. Tem que se virar. E na dureza aprendi a me virar.
Uma hora a gente cansa de bater na mesma tecla e resolve deixar pra lá. O problema é que no “lá” certos sentimentos bonitos podem ser sufocados. E depois que a coisa se parte é difícil remendar.
Quando a gente sai da zona de conforto, a gente não entra na zona de desconforto, e sim na zona de aprendizagem.
O que podemos controlar são as pessoas que a gente escolhe. Escolher as nossas pessoas é o mais próximo que chegamos de controlar o nosso destino.
Uma cultura da felicidade e da justiça social pode apenas gerar gente banal e medíocre.
Luiz Felipe Ponde