33 anos
sessão terror
Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se reuniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou.
Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos.
O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão.
Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.
Não mofes dos meus quinze anos, leitor precoce. Com dezessete, Des Grieux (e mais era Des Grieux) não pensava ainda na diferença dos sexos.
"Eu não notaria, em milhares de anos, a beleza contida em seu olhar, nem mesmo a forma doce a qual me observa. Porque, mesmo que eu pudesse, não conseguiria. A fraqueza da alma atinge meus poros mais invisíveis, chegando a inflamar meu órgão denominado coração. Queria poder olhar-te e dizer-te o quanto preciso de você, o quanto ver-te me faz pensar, mas eu não posso. "
Hoje eu sei quem eu sou, aprendi muito sobre mim nesses anos todos ... Nunca agradarei a todos nem serei uma unanimidade, mas acredito ser o melhor que posso ser no momento. E espero amanhã ser melhor ainda ... Hoje eu me conheço o suficiente para não dar mais tanta importância ao que os outros dizem a meu respeito. Enfim, hoje aprendi a me amar, e isso inclui amar todos os meus defeitos!!!
A tua ausência vem se tornando natural com os anos! Ainda dói... Mas teu sorriso em mim me é acolhedor no infinito dos instantes ao teu lado...
Mesmo que tenham se passado seis anos desse infinito, eu insisto em você. Em acreditar que consigo atravessar sozinha toda essa vida que nos separa. [Luto]
QUANTOS ANOS SUA NAMORADA
TEM?
- 41 .
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK..
- PQ VC TA RINDO ?
TEM IDADE PRA SER SUA MÃE.
- MAIS É A SUA... KKKKKKKKKKKKKKK.
Sabe, se eu soubesse há alguns anos atrás, o que eu sei hoje, várias coisas seriam diferentes. Eu não me arrependo de nada do que eu já fiz no passado, pois eu fiz o melhor que eu pude, acreditando no quê pra mim era o correto, mesmo quando eu estava errado. Aprendi do pior jeito que... Não se pode mudar o passado, mas se pode mudar o presente, pois o presente é o martelo que se forja o futuro.
Esta frase fui eu que inventei há muitos anos e hoje faz muito sentido na minha vida.
Tudo se treina, até o coração.<3
Com 17 anos,minha minsao ê nunca deixar o BM FOXIZ saber oque é ter um irmao gemio que é uma decepcao/sozinho sou um problema agora emagine com minha team entao/
A historia e essa!
Tenho 17 anos, e ja vi tanta coisa acontecer, ja fui criança e zoava os maiores, hoje sou maior, e sou zoado por crianças!
Ja vi amigos que ontem estavam conversando comigo, alegres, perguntando o que eu vou fazer amanha, e hoje estão mortos!
Vi amigos vivos, e também vi dentro de caixões !!
Via meu pai indo trabalhar, hoje quem trabalha sou eu.
lembro de amigas brincando de boneca, e hoje ja são Mães !!
Não posso dizer se amanha irei viver, mas posso garantir que isso e só o começo!! Esquece a minha vida e comece a viver um pouco a sua
A vida passa em um piscar de olhos! Se vc nao viver sua vida, ninguém irá viver por vc!
Tudo passa...
Aproveite o seu pequeno tempo pare de se preocupar com a vida dos outros !! a vida e curta, e pode acabar a qualquer momento!!
Siga em frente, olhando para Deus,e ele te guiará...
Deus é nossa vida!!
Surpresas do Destino
Alguns anos se passaram
Bruscamente, a mim reencontras
E aquilo que era memória
O presente retoma
Não atribuo à coincidência
Essa arquitetação do destino
À sincronicidade a mea culpa
Deste momento lindo
E como disse Arthur da Távola
Sobre afinidade
Fomos aprimorados
Na oportunidade
No raciocínio temporal
Contradigo-me.
Já que no final
“tempo e separação
Nunca existiram”
A Jornada é Longa & Os Anos São Curtos.
O Que Seria Maior? O Tamanho dos Seus Sonhos Ou a Sua Vontade de Vencer?
A campanha para reduzir a maior idade para 16 anos resume-se em políticos safados iludindo umj povo ignorante.
Em breve teremos criança de 7, 8 anos impunhando armas, seria mais correto elaborar leis onde os menores de idade sejam responsabilizados pelos crimes que cometem assim como nos U.S.A. e mesmo assim os menores de idade cometem crimes lá, mas ao menos se fará justiça. Se quizessem de fato acabar com a impunidade votariam contra a imunidade parlamentar.
Que os anos, meus queridos,não apaguem a doçura do primeiro encontro e nem a força do amor que vos uniu.
O frio na alma me atingia.
Dentre as lágrimas, soluços e incertezas de uma criança de sete anos, vi que nada poderia fazer.
Era sozinho no mundo.
Sem esperar, de repente, em meio às absorções constantes do nariz, veio também um aroma de baunilha que me inebriou os sentidos.
Tomado pelos sentidos, junto uma voz rompe o silêncio fúnebre em meio aos soluços, dizendo:
-Não fica assim, não chora, vai dar certo!
Ao me deparar com a fonte da voz, fui tomado por um afago angelical e um olhar de ternura eternal.
Era uma resposta aos meus anseios mais íntimos da alma?
Vinte e dois anos depois, a mesma cena, os mesmos personagens, o mesmo medo, as mesmas palavras fizeram ecoar a minha existência.
Descobri que há 22 anos um Lírio se fez vida em mim, descobri que a partir dali, os seus olhos iluminam as partes mais escuras do meu ser, descobri que os seus risos soam como a melhor das músicas proferida por seres perfeitos.
O Lírio se fez vida, sem o Lírio, nada do que aqui existe poderia ser revelado.
Ainda tento cair no mesmo sono para que o sonho volte a acontecer e me depare com um jardim com o Lírio que eu possa cuidar e ser o motivo da minha existência plena.
Os humanos e o seu egoísmo deista: - Foram bilhões de anos enfrentando os mais terríveis obstáculos, medos, os perigos da natureza, animais selvagens, frio, chuva, ventos, doenças, pouco a pouco, geração a geração eles lutaram e foram adquirindo conhecimento, experiência e inteligência para que pudesse existir esse ser inteligente chamado homo sapiens, e no fim o que eles fazem? agradecem a um ser imaginário criado a imagem e semelhança do homem, um personagem egoísta e manipulador chamado deus, é tenho que concordar, eles estão certos afinal, que personagem poderia representar melhor os humanos do que um deus egoísta e manipulador!
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