Viver em Sociedade
Olhar para si mesmo é fácil. Duvido, agora, se colocares no lugar de outro para resolver os problemas dele como se fossem os teus. Caso consigas, e aplique isso à lei, parabéns: estamos mais próximos de uma sociedade mais justa e igualitária.
Um dia no Sistema Penitenciário – um olhar sobre a situação carcerária no Brasil
Recentemente tive a oportunidade, como aluno de Direito e jornalista, de conhecer de perto como é a vida por detrás das grades. A visita foi aqui em uma das unidades penitenciárias de Salvador. Não vou me ater aos procedimentos que me levaram a fazer isso, nem aos detalhes do lugar em si (por mais que isso seja relevante), mas somente nos fatos, na observação e nos impactos que isso, de certa maneira, me causou. Foi como se, de alguma forma, pudesse me embrenhar nos intestinos, sobretudo nas regiões mais eivadas de nossa sociedade. Acho que todo cidadão, enquanto parte de uma sociedade organizada deveria ter a iniciativa de visitar a sua própria concavidade.
De longe, parece ficção. Mas de perto, a realidade é repugnante, catastrófica, quase perdida. Pouco se vê de esperança ali naquele ambiente marginal e selvagem. Há um misto de questionamentos e certezas que logo se exalam na impotência de sermos quem somos, de produzir o que estamos produzindo, ao ignorarmos - como sociedade - um fato social que simplesmente pode vir a ser uma avalanche que pode – e deve – nos engolir a qualquer momento. É como uma chaga mortal, escondida por debaixo de nossos mais belos trajes.
Dizer que é isso mesmo, que não estamos nem aí, que tudo é uma questão de escolhas, ou, em uma visão mais invasiva, do quanto pior o sofrimento daqueles seres, melhor para a sociedade é fechar os olhos para uma realidade que a gente sabe que existe, mas que nunca estaremos dispostos a mudar, simplesmente pela questão do justiçamento (que é muito diferente de justiça). Ainda carregamos essa visão, internalizada pelos programas televisivos, que o criminoso para se recuperar precisa sofrer na própria pele a violência de seu crime. Ou que se matássemos todos que ali estivessem, o exemplo desse ato já seria o bastante para inibir um pretenso ato criminoso. Porém, o que não conseguimos refletir é que isso sempre aconteceu aqui no Brasil. As prisões estão dominadas por facções criminosas que produzem consequências devastadoras, seja para o Estado ou para o próprio preso, seja para a sociedade na manutenção desse sistema, que por sua vez, absorve isso e devolve com instintos discriminatórios, reduzindo assim a oportunidade na questão da ressocialização.
E, no meu modo de pensar, é justamente aí a raiz de todo o mal. Se analisarmos pelo lado social, não é preciso ir muito longe para enxergarmos qual a cor que enfeita as prisões e a que tipo de classe social essas pessoas pertencem. Indiscutivelmente, a grande maioria é negra, sem escolaridade e moradoras de bairros periféricos, onde não há orientação ou base educacional.
Desde muito cedo, essas pessoas, seduzidas por uma vida de criminalidade, onde as condições são mais favoráveis, aprendem que viver a margem da lei é talvez a única oportunidade de vida. São esses indivíduos que superlotam o Sistema Penitenciário. Não carregam em si uma importância que estimulem, enquanto cidadão, uma estrutura melhor para o cumprimento de sua pena com eficiência. Sendo assim, o ato da dignidade humana muitas vezes é violado e esse sujeito volta para as ruas (ainda muito mais imoderado do que entrou).
Não é preciso ser especialista para perceber que do jeito que está é impossível a recuperação de qualquer que seja o indivíduo. O modelo está saturado, desestruturado, completamente ultrapassado. Não há investimentos, nem interesse do poder público na questão da recuperação humana. Não há uma política séria nesse sentido, apesar de que muito dinheiro é despejado sobre os telhados do sistema. Simplesmente esses indivíduos são lançados dentro desse cubículo e o Estado apenas mantém o controle parcial de tudo, enquanto o sistema corrói como um câncer os orifícios inóspitos de nossa sociedade.
É preciso rasgarmos os tecidos que encobrem as nossas mazelas e buscarmos outras alternativas que possam aliviar essa trágica condição. Temos sim que punir. Se cometeu ilegalidade tem que ser responsabilizado por isso - com todo o rigor da lei, inclusive. Mas, como disse anteriormente é preciso oferecer uma estrutura adequada para que esse indivíduo possa cumprir com dignidade a sua dívida com o Estado, com a sociedade e com a justiça.
Seus sentimentos? Podem ser causados.
Suas lagrimas? Podem ser interrompidas.
Seu conhecimento? Bom, é aplicado.
Esqueça tudo que te ensinaram sobre livre-arbítrio.
Você é uma máquina...nossa máquina.
Patriotismo é para os bravos, para os que não se derrubam com as crises, para os que não desistem por um pequeno período de império mal comandado, para os que conseguem enxergar além do que nos mostram...
Patriotismo é a saída. A saída é dos campeões
Nem todas as pessoas deveriam ter o privilégio de pensar. É uma arma muito perigosa, inúteis não deveriam tocar.
Por trás da mentira está o ser mais maligno do universo: o diabo; os sentimentos mais vis: o egoísmo, o medo fruto de más intenções...; os desejos mais feios e sujos: ganhar riqueza de forma desonesta, galgar poder ao passar por cima do outro, adquirir fama visando o endeusamento do EU, obter prazer sem ética,... e, com a mentira, as conseqüências mais destruidoras: perca de confiança; punições terrenas e eternas para o mentiroso; dores e prejuízos incalculáveis para o próximo e para a sociedade e, sobretudo um atentado à santidade do Criador, que é Verdadeiro, Santo, Amoroso, Justo...
"Se alguém se achar apto a lhe dar um conselho sobre sua 'vida', agradeça e diga que será ótimo. Diga também que está precisando de um sócio para tocar a sua 'vida' e dividir os prejuízos naquilo que der errado. Caso seu conselheiro tiver bons conselhos e segurança no que estiver falando, certamente aceitará a sociedade."
Um diz, a vida é minha eu decido ... Alguns dizem, a vida é nossa, nós decidimos ... Outros formão sociedades e criam leis, e dizem, a lei é dura, mas é a lei ... Tolos, esquecem que o Reino foi criado na lei universal da mais alta vibração e poder, de onde tudo emerge ... o AMOR.
Kairo Nunes 16/03/2017.
Eis uma falha humana dantesca: a falta de amor ao próximo. Muitos, do pedestal da arrogância, e da suposta autossuficiência, encaram os seus semelhantes com olhares de desdém. Mas nesse mundo não há super-humanos. Os nossos princípios, no nascituro, e os nossos fins, na morte, são idênticos. Para quê, nesse intervalo de vida, subestimar, ignorar e diminuir as pessoas? A Bíblia nos diz que devemos amar o próximo como a nós mesmos. Que exercitemos o sentimento da empatia, pois ele transforma positivamente o convívio em sociedade.
Um mangue é um arbusto ou pequena árvore que cresce em salinas costeiras ou água salobra. Os manguezais ocorrem em todo o mundo nos trópicos e climas subtropicais e nada mais são do que árvores tolerantes ao sal, ou seja, estão adaptados à vida em duras condições costeiras. Eles contêm um complexo sistema de filtração de sal e um sistema radicular para lidar com a água salgada por imersão e ação das ondas. Ainda, são adaptados às condições de oxigênio da lama encharcada.
Quando você dá mais espaço para o mangue, a tendência é de que a água salobra acentue as diferenças entre os micro-organismos e colônias que nela vivem. Mas o mangue é o acionador da capacidade criativa e ativa do micróbio. Quando você acentua o mangue, a água salobra ganha em aplanamento e submerge em criatividade e geração de fartura para a colônia. A lama é um caso clássico de censura aos manguezais do pensamento, por isso o pensamento da colônia fica improdutivo, miserável e repetitivo. Na realidade, temos um pensamento insignificante, medíocre, anódino, estúpido e medroso. O sal, aqui, tem conteúdo moral baseado em inversão de valores. Explora a ignorância do coletivo. Torna a violência ordinária e somatiza deficiências pragmatistas da colônia.
Os pântanos dos manguezais protegem as áreas costeiras da erosão de políticas públicas. Os micro-organismos são a vitória numérica. São a vitória da contradição. Do achar e dar por certo. Do pergunte-ao-colega-ao-lado. Nunca do pesar, pensar e, por um instante, considerar.
DÊ POIS
Para os nãos, melhorias
Para os adeus, aprendizados
Para os choros, alegrias
Em alguns pontos revelados.
Para os aqui, a clemência
De saber continuar
Para os ruins, a inteligência
De nos memorizar.
Para todos, nossas marcas.
Para os bons, nosso esforço.
Para os sonhos, nossas barcas.
Para os medos, nosso esboço.
Para o ato, não ter dó
Que viver é por um triz.
Para quem não poetar,
Nossa eterna cicatriz.
Para a grandeza, paciência
E pós vitória, atividade
Para o que é morno, abstinência
Para o que ferve, eternidade.
Para o amor, a mudança
Para saber prosseguir
Que nada fica sempre igual
Mas nos merece se o "fe", RIR
"Como podemos continuar a assegurar o progresso se cada vez mais adotamos um estilo de vida em que ninguém está disposto a assumir a responsabilidade sobre si mesmo e todo mundo está procurando segurança no coletivismo?”, ele perguntou. “Se essa mania continuar, a nossa sociedade vai degenerar em um sistema social em que todos têm suas mãos nos bolsos de outras pessoas".
Que o capitalismo nunca acabe, pois ele gera a fortuna, mas daí aparece os socialistas sem opiniões e querem dividir o capital entre a sociedade. Estão em busca de igualdade, porém esquecem que o capital é mais importante que quaisquer igualdade que possam conseguir
Nossos primos chimpanzés vivem em pequenos bandos em dezenas, e têm sido assim por mais de 800 mil anos. Eles formam laços de amizade, cooperam em caçadas, traçam planos contra babuínos e chimpanzés petistas. Dinheiro, status social, coupés envenenados, cirurgia plástica, casas bonitas decoradas com Silestone, posições poderosas em uma estrutura social subdesenvolvida. Por que não há uma civilização Homininae almejando palermices? Porque nossos primos não dominam a ficção. Não constroem concepções filosóficas embutidas mistificado pelo mal em seu dualismo. Vassalos tributários humanos se ajoelhando diante de um rei monoteísta que bebe de irrealidade.
Imagine um servo feudal, legalmente ligado à terra onde nasceu e à posição social em que nasceu, trabalhando desde o amanhecer até ao anoitecer, com ferramentas primitivas, para uma subsistência que ele deve compartilhar com o seu senhor, seus processos mentais enredados de medos e superstições. Imagine tentar explicar a este servo como é a estrutura social dos EUA do século XX. Você provavelmente terá dificuldades de o convencer de que tal estrutura social poderia existir, porque ele iria ver tudo que você descreveu a partir do contexto de seu próprio conhecimento da sociedade. Ele iria, sem dúvida, informá-lo, com um traço de superioridade presunçosa, que a menos que cada indivíduo que nasça na comunidade tenha um lugar específico e uma posição social permanentemente fixa, a sociedade iria rapidamente se deteriorar, se transformando num caos. De forma semelhante, dizer a um homem do século XX que o governo é mau e, portanto, desnecessário, e que teríamos uma sociedade muito melhor se não tivéssemos governo, é provável que isso provocasse um ceticismo educado... especialmente se nós não estivermos acostumados a pensar de forma independente. É sempre difícil imaginar o funcionamento de uma sociedade diferente da nossa e, particularmente, uma sociedade mais avançada. Isto acontece porque nós estamos tão acostumados à nossa própria estrutura social, que temos a tendência de considerar automaticamente cada faceta da sociedade mais avançada, no contexto de nossa própria, o que distorce o sentido da ideia.