Tão longe
Você pode querer sumir;
Mas só irá longe o suficiente da minha vista;
Apenas...
Mas nunca da minha memoria..
E ficará sempre nas minhas lembranças...
E nunca irá fugir dos meus sonhos;
Porque te amar deixou viciada no seu abraço;
A cada dia que passa, e hora que se vai eu gasto pensando no seu sorriso;
Porque amar,significa orar por você mesmo que em silêncio.
Porque te amar, significa sofrer em silêncio quando te vejo feliz longe de mim.
Por isso te amo, Pelo seu sorriso.
(don't u forget About me)
Te amar é,como uma onda.
Ela me bate,me puxa e me afoga.
Tento nadar para longe.
Mas isso só me cansa e me joga para mais perto de você.
Te amar é,como um hematoma.
Aonde você aperta para saber até onde aguenta.
Mas a verdade que gosta dela.
Te amar é,como um dia de sol.
Tudo é caloroso e brilha.
E sempre queremos mais.
Te amar é,não ter palavras.
Não saber explicar e nem entender o que sente.
E passear entre a felicidade e a tristeza sem segundos.
Te amar é,sempre querer mais.
Ás vezes, anseio partir...
Eu queria poder viajar
para longe deste lugar (aqui),
onde os amores nos deixam
e os amigos se afastam...
ir para além das realidades
que am mim se encrostam,
como se fossem
criaturas minhas.
Que me eterne no hospício e jogue a chave fora, mas me deixe longe desse
sanatório que é a sociedade.
Enquanto tão longe chego, a mim mesmo agradeço. Quando de me, longe do mundo me vejo. Agora na liberdade me encontro, muito além do que almejava. Livre e solto pela natureza, como eu ouvia, vindo de um chamado natural vindo dela. Para de encontro com ela, me reencontrar.
Devagar vou longe.
Divagar me leva onde.
De vagar, devagar, divagando
Percebi...
Minha imaginação
é muita areia pro meu caminharzinho!
Que você encontre algo ou alguém que te faça sorrir todos os dias, mesmo de longe. Que se você descobrir que ama um cachorro - o animal ou o cafajeste – que os dois te façam aprender muito sobre a vida. E que você saiba a hora de abrir mão dos dois, se não te fazem mais bem.
Devagar vou longe.
Divagar me leva onde?
De vagar, devagar, divagando
Percebi...
Minha imaginação
É muita areia pro meu caminharzinho!
Meus olhos brilham como o azul do céu, minha mente vai tão longe como o infinito do mar, tudo que me deixa feliz é o tomanho do céu e a grandeza do mar, e que assim seja o amor do tamanho do amar!
Amo o errado a verdade e o longe
O difícil e as torrentes
O deserto, os lassos largos,
O sofrer e minha alegria
Causo desumanidade,
Busco desmatar matas virgens
Gosto de ser ao contrário
Ser sem ter o que quero
Nadar sobre o solo
So assim consigo ser
Outras coisas pra mim não vale nada
Pareço como se fosse o nada
Vim sem querer
Sem saber de onde
Sem o onde
Vou sem saber
Vou como um caos
Morro não
Saio do ar e logo volto
Sou todo o começo
Não tente imaginar
Não procura explicação
Não me de má intenção
Dou te apenas um sinal
Nunca vivi
Não morri
Estou ai, nos escuros, no sonho na luz, no olhar.
O diabo me mostra alguma coisa
DEUS me mostra tudo,
Não sou de nenhum
Sou comigo mesmo.
Não odeio o mar
porque uma onda me arrastou
para longe de mim.
Nas marés que vêm e vão,
aprendi a nadar.
Devolvo-te o apelido de pássaro,
mas não fecho o céu.
Há asas que ainda merecem
o desenho do vento,
e o nome que era nosso
não mancha o silêncio.
No fim, resta a calma,
um suspiro que se faz espaço.
O que ficou não pesa,
é só memória,
sem dor.
A luz que sobra
é o que preciso agora.
Entre o Frio
Interessante como os olhos através dos olhares eram.
E ao longe ao observar o mar o frio estava perto.
Interessante como a cor da pele eram.
Nasci para ser feliz na solidão.
Interessante como a escuridão dos cabelos eram.
Cada nota da canção tudo soando tão doce no coração.
Olhos de uma deusa que me mostra o paraíso.
Me encostei ali só para observar o mar.
Que dia frio na calada do dia, encosta e me abraça.
O vento me abraçava com os braços frios.
Poemas a voar ao recitar sobre o amor.
Velhas memorias de outrora, lembra-me uma garota.
Uma linda garota de vidas passadas.
E os raios a coroar seus lindos cabelos.
Linda, linda como uma girassol de nome, Carol.
Engrenagem do amor rotacionando sem parar.
E os pensamentos da alma era os mesmo.
Lembro que a amava, lembro que tinha amor.
Amor por aquela flor de girassol de nome, Carol.
Na presença do nada perdido pelo mundo.
Não esquecerei seu nome nem mesmo por um segundo.
Abraçado pelo frio e aquecido pela engrenagem do amor.
Queria me encontrar só... só, sozinho no meio da imensidão do tudo. Unido ao todo. Bem longe de todos. Vastas paisagens brancas de campos verdes onde a neve repousava. E livre me encontraria em toda aquela imensidão vasta... vasta pura imensidão. De braços abertos com o coração cheio de emoção em minhas próprias mãos. Longe da hipocrisia. Bem longe da burguesia; bem perto da poesia. Mas novamente longe... longe de toda falsidade da sociedade. Longe do falso conformismo. Longe de todo materialismo que a mim só corroía a alma. De braços abertos então me encontraria olhando para toda aquela imensidão celeste de puro azul. Que no céu resplandece em toda sua gloria.
Um coração livre cheio de amor pela natureza. Perdido na própria natureza. Longe de tudo que nunca tive. Mas perto de tudo que sempre foi meu. Que sempre foi a liberdade... a liberdade... a pura, livre; selvagem liberdade. E nunca mais a me fazer a voltar a doente e corrosiva civilização. Só eu meu coração e toda emoção que a liberdade me trazia.