Poesia de Medo
Não importa o quão grandes os seus problemas sejam, não desista. Os antigos navegadores não se intimidaram pela imensidão do mar.
A vida não é intelectual, ela é energia, ação. Ela recebe sua mensagem energética, não o que você pensa que é. Mas o que você faz.
Todos fazemos planos, mas a vida tem seus próprios caminhos. A sabedoria nos ensina que ela sempre faz o melhor. Aceitar isso é vencer a frustração.
Quando pensamos, emanamos energias correspondentes aos nossos sentimentos. (...) Os pensamentos de ódio ligam tanto como os de amor. Em ambos há uma troca de energias que alimentam esses sentimentos.
Tem gente que tem medo de tudo. Medo de engordar, mas comem qualquer porcaria e em grande quantidade. Medo de falar com as pessoas. Esse medo, às vezes se justifica, pois para quem “não tem registro” fica difícil iniciar e manter uma conversa. Note que a maioria das pessoas comuns só reclama da vida, falam mal da vida dos outros e, para variar, discutem futebol.
O importante é perceber a sabedoria e o equilíbrio, a inteligência que há em tudo. Desde as mais pequeninas coisas às grandes, tudo é inteligente e perfeito. Já pensou como o nosso corpo é maravilhoso? Muitas das suas funções independem do nosso controle. Nosso coração bate, sem que a nossa vontade interfira; nossos pulmões filtram o ar, sem que tomemos conhecimento. Enfim, existe um poder maior tomando conta não só dessas funções mas das transformações.
Nós não temos poder sobre a vida ou a morte. Diante de tanta sabedoria, tanta beleza, tanto amor, não é seguro confiar? Eu confio profundamente na vida. Procuro sempre agir em união com ela. Daí vem toda a minha força. (...) Sinto-me de bem com a vida. Compreender como as coisas são, jogar fora as ilusões, traz mesmo alívio e paz.
Tenho medo da minha capacidade de seguir em frente e esquecer pessoas que já foram tudo na minha vida! 🤔
Ninguém foi a tua festa. Ninguém... Ninguém dançou contigo!A solidão é tudo o que lhe resta. O vazio enlouquecedor desta noite agora é o teu abrigo. Não houve ao menos um telefonema ou uma justificativa mesmo que cheia de hipocrisia por ninguém ter comparecido. Nada! Nada! - Que gente mesquinha, pequena, de coração apodrecido!...E no silêncio da noite chuvoso e fria, de repente, um amargo dilema!... Lâminas afiadas sobre a pia. A música tocando lá na sala vazia. O espelho encarando a tua face triste. E no ar uma voz profunda e rouca lhe dizendo: Por que você não Desiste?! E num momento de impulso... Mão na lâmina - lâmina no pulso. Agora já não mais existe a dor, o medo, o vazio e a solidão em noites silenciosas,frias,escuras!... Agora, finalmente,ela encontrou a paz,a liberdade, a tão procurada cura!...
Eu te contei todos os meus medos e que um deles era me sentir insuficiente, minúscula, sem autoestima, e foi lá, exatamente lá, onde seu egoísmo me socou.
Sempre que se sentir desconfortável ou com medo, nunca se preocupe com o que os outros vão pensar se você ligar para o seu pai e pedir para ele te buscar. Sua casa é um lugar seguro e você ama ficar lá, e isso é motivo de orgulho, não de vergonha.
Passamos a vida procurando pela liberdade e quando encontramos, percebemos que ela sempre esteve dentro de nós; a gente é que tinha medo de soltá-la.
Desprezamos nossos sentimentos até mesmo quando eles ardem no peito. Somos covardes munidos de silenciadores. Aprendemos que é mais fácil anestesiar a dor da dúvida, pois ela aceita pequenas conquistas. Um brinquedo, uma viagem, um carro, uma promoção... Aprendemos a sentar e a fingir de morto para ganhar míseros biscoitinhos. Aceitamos a mediocridade nas relações porque tememos que a dor da entrega seja aguda. Seria incrível ter coragem para sair dessa entorpecida vida de extintor, séria mágico permitir que aquela pequena faísca durasse tempo suficiente para incendiar nossa alma. Aprendemos a querer demais e a nos doar cada vez menos. Não é difícil andar de mãos dadas, difícil é caminhar na mesma direção.
Quando criança rasguei as páginas de todos os dicionários que se pusessem a minha frente. Sentir-se fraco ou forte, não esvazia quem sou, de pouco me importa significados mundanos, mas sentir-se incapaz de lutar, isso me leva a morte antes de ser miseravelmente atingido. Meus punhos serrados de nada valem perto das enormes carruagens de ouro e espadas de ferro. De todos, só me resta a mim, de tudo, somente os abraços cruzados.
Mãe, por favor não apague a luz! Eu tenho medo do escuro! Onde você escondeu aquela cruz? Eu juro! Eu juro!...Eu tenho medo do escuro! A noite passada acho que eu vi Jesus!? Mas eu ainda assim tenho medo do escuro! Fecha a janela que está sombrio lá fora e aqui dentro está muito frio. Sinto um terrível calafrio. Mãe não vá embora! Durma aqui comigo! Ouço passos lá fora. Não! Por favor não vá agora! Pressinto o perigo. Eu tenho medo de gente morta. Por favor, mãe não abra a porta! Eu tenho medo do escuro. Eu tenho medo de sonhar. Eu juro... Eu juro... Eu juro que se eu dormir eles vão me pegar! Quando a luz apagar eles vão me levar! E agora?! Eles estão lá fora! Durma aqui comigo! Seja o meu abrigo! Mãe eu tenho medo do escuro. Eu juro! Eu juro!... Eu juro que eles me levarão se eu não estiver contigo!..
Eu não tenho medo de tempo ruim. Nunca tive medo de trovão, raio e relâmpago. Chuva e vento forte, onda grande, a força da água quebrando na pedra, maré alta, bandeira vermelha, nada disso me intimida. Eu não tenho medo de tempestades.
O meu amor... é um amor vadio que vaga na chuva e no frio à procura de um segredo,sem rumo,sem medo... Sempre incerto... Longe ou perto... pelas ruas da cidade à procura da felicidade... Sempre sozinho, querendo um abraço de algum coração perdido pelo caminho. Em lentos passos,o meu amor vadio,vaga na chuva e no frio sem rumo, sem medo à procura de um segredo... Pelas ruas, esperando um recado ou uma ligação tua. O meu amor vadio que está sempre à procura de um segredo vaga por aí sem rumo, sem medo por desertos, montes, colinas... em meio ao frio, chuva , neblina... - Na verdade, sempre a procurar-te... O meu amor vadio, vaga noite e dia por aí à procura de um segredo, sem rumo, sem medo... Para matar a saudade que sinto de ti e até mesmo de tudo o que eu ainda não vivi!...
Meus textos não se limitam aos estados do tempo, nem a consciência que irá recebê-los. Não escrevo para causar dor, dúvida, tristeza, falsa declaração, ou, até mesmo entendimento, apenas escrevo por escrever e isso basta-me. Talvez esse seja o segredo, escrever pelo sentir, e entender que nem todos os textos precisam de dedicatória.
Quando você interpreta um fato, já o adulterou de acordo com suas crenças e essas crenças nem sempre são verdadeiras. Um acontecimento é só aquilo que aconteceu, e pronto. O resto corre por conta da fantasia.
Eu sou tão pequeno em um mundo tão grande! A insegurança e o medo batem em minha porta. Me escondo de baixo do cobertor esperando um novo dia amanhecer.