Poemas sobre Dias
Existiram dias em que pensei que tudo seria escuridão e que o medo era o vencedor de minhas lutas internas.
Hoje, ainda sinto vazios, vozes que gritam que não sou tão grande, mas ao me olhar no espelho da vida eu entendo que sou uma GIGANTE.
Nildinha Freitas
As noites são mais tristes
Os dias são mais cansados
Se esconde sombra aos prados
Da mesma luz que vistes
Há noites não tão tristes
Dos dias mais agitados
De versos inacabados
Do mesmo amor que vistes
Nasceu como nasce poder
Invólucro do que precisa pensar
E não do que precisa ser
Fadado era então a fracassar
Desnudado de quem se recusa a crer
Que poderia o amor falhar
Todos nós sem exceção recebemos um mesmo presente todos os dias, você sabe qual é?
Resposta: o tempo.
Agora, a decisão de o que fazer com este presente é totalmente sua. Só não esqueça da máxima: Presente quando ganhamos, jamais deve ser desperdiçado ou vendido!
Passei boa parte dos meus dias me culpado por atrocidades que não fiz.
Me convencendo minuto a minuto, que eu fazia parte dos acontecimentos ruins
As quatro ENTIDADES, a quem Todos os dias enquanto ainda vivo, neste meu morrer, brindo; antes das minhas refeições!
Como as quatro forças deste universo;
há mais quatro entidades com Valor;
cujos nomes, cá vou citar em verso;
por NELAS existir tão bom Sabor!
Sendo a primeira: O nosso CRIADOR;
por DELE, todas as outras advirem;
e a segunda: é nosso SALVADOR;
que veio, após tantas outras partirem!
A terceira: são todos os Bons ANJOS;
que existem, no Lindo Reino do AMOR;
reinando, sem terem qualquer coroa...
protegendo a Quarta, de desarranjos;
pra que em ela por cá, vingue o valor;
de ser só composta por: Gente Boa!
@manuelsalvadorsantos
Aos meus dias de pranto,
às vertigens ocas
espaços inexplorados
e às virgens destrambelhadas
o meu aplauso.
Às flores de lótus
quimeras incendiadas
de paz e opala
minha rendição.
À poesia, mãe amada
companheira de glória e infortúnio,
única e dedicada amiga
todas as pérolas,
poemas, almas decepadas
ouro, platina,
filhos que amei
sem parir e chorei.
Agonia que jamais ousei
de meu ventre
amor aos pedaços
pela enseada de azul e nada.
À poesia e somente a ela
todas as alegrias,
todas as tragédias!
Nas auras gélidas de dias turbulentos,
Lágrimas quentes vertem, aflitivas,
Numa coreografia que se desvela,
Em meio ao compasso das horas furtivas.
Reflexos prateados no olhar oculto,
Segredos profundos, mares de dor,
Cintilam, tremulam, sob o céu sereno,
Enquanto o mundo segue seu labor.
Percorro o terreno dos sonhos perdidos,
No âmago frio das noites sombrias,
Exegese intricada da alma em lamentos,
Em ânsias infindas, melancolias.
As lágrimas dançam, suntuosas quimeras,
Traços etéreos de uma dor abstrata,
Resgatam histórias, murmúrios dispersos,
Vestígios tênues de dor que se retrata.
E sob o véu noturno, brilham constelações,
Cosmos de sofrimento, vasto e sublime,
No palco efêmero de um tempo desolado,
As lágrimas, testemunhas do sublime crime.
No búzio do tempo, segredos esculpidos,
São revelados no choro solene,
A harmonia das lágrimas, versos inscritos,
Numa sinfonia de dor e melancolia plena.
Assim se encerra o ciclo das estações,
No poético silêncio das lágrimas quentes,
E o vento sussurra as dores vividas,
Em dias frios e turbulentos.
Os dias, as estações, os anos... tudo isso é regido pelo movimento da Terra ao redor do Sol. Isso é mágico, quase um milagre.
Esse ritmo sagrado intercala luz e escuridão, frio e calor, flores e galhos secos... tudo é regido por esse movimento.
Então aprendemos a fatiar o tempo e inventamos calendários - tempo de trabalho intercalado por tempo de festa; tempo de sonhar e tempo de correr atrás dos sonhos; tempo de usufruir dos sonhos realizados e tempo de inventar novos sonhos. E tudo isso confere significado à nossa vida, esse movimento é como o sangue que corre nas veias e permite que a máquina perfeita do corpo abrigue o Espirito Sonhador.
E de repente quando o Alzheimer escancara as portas desse ritmo conhecido e confortável, toda a vida desanda e estaciona, como se o Tempo parasse e nós ficássemos suspensos em um agora eterno e angustiante.
A noite não é tempo de dormir e refazer as forças, porque o cuidador não dorme e o paciente vive um tempo estranho a este mundo; as horas do dia são imprevisíveis e cada minuto pode ser mais assustador do que o anterior; domingo é igual a segunda e terça e quarta... todos os dias são iguais.
Na dança efêmera dos dias,
Sonhos florescem com alegria.
Mas diante das circunstâncias da vida,
Alguns desvanecem, a chama se esvazia.
Como estrelas que se perdem no horizonte,
Sonhos se dissipam, perdem seu monte.
O tempo tece teias de incertezas,
Envolvendo os sonhos, prendendo-os nas tramas.
Lutamos contraventos impiedosos,
Em busca daquilo que é valioso.
Mas às vezes, a vida impõe desafios,
E os sonhos, qual brisas, dissipam-se frios.
Ah, quanta tristeza ao ver o desvanecer,
Sonhos que morrem, sem mais renascer.
Mas não se renda, coração combatente,
Pois em meio às cinzas, novos sonhos surgem, reluzentes.
A vida é uma dança imprevisível,
E os sonhos, suas estrelas visíveis.
Apesar das adversidades e das lágrimas derramadas,
Persista, sonhador, pois novas jornadas são traçadas.
Que a esperança renasça, como a aurora no céu,
E que os sonhos, outrora perdidos, voltem a ser fiel.
Pois mesmo diante das circunstâncias sombrias,
A vida nos reserva surpresas, novas alegrias.
Na vida, enfrentamos dias nublados, momentos em que o brilho do sol parece ofuscado e obscurecido pelas nuvens que se acumulam no horizonte. São períodos em que a desesperança parece dominar, e o caminho à frente parece turvo e desafiador. No entanto, é justamente nestas horas que a esperança revela sua verdadeira essência.
Assim como o sol persiste além das nuvens, a esperança permanece presente em nosso âmago, mesmo quando tudo parece sombrio. Ela é uma força resiliente, capaz de iluminar as partes mais escuras de nossa jornada. Ainda que não possamos ver claramente o horizonte, a esperança nos convida a acreditar que dias melhores estão por vir.
Nos dias nublados, a esperança se revela como um raio de sol que atravessa as nuvens, lembrando-nos de que, mesmo diante das adversidades, há sempre uma luz que nos guia rumo a um futuro melhor.
Olhava janela à fora sussurrante senhora a relembrar dos seus bons dias...
E alegremente a jovem sonhadora
dos dias que lhes sucederão.
Ambas na mesma direção!
A idosa saudosa, a jovem sonhadora.
Porém as duas com o mesmo destino.
Vou crer no meu milagre
Eu não desisto, vai acontecer
Podem até se passar, dias, meses e anos
No tempo de Deus, irá chegar
Que mané dia do amigo, o quê!
Dia dos meus amigos são todos os dias, pois eles ou eu não nos vemos só hoje, não nos falamos só hoje ou precisamos uns dos outros apenas nesta data.
Amizade é um casamento: horas está tudo lindo, horas abalada, momentos difíceis que ambos enfrentam, mas, no final, se há amor de irmãos, se são amigos mesmo...
Todo o resto...
Foda-se!!!
Há dias que passamos por diversidades, parece que tudo vai mal.
Senhor, nosso Deus, nesses momentos muitas vezes esmorecem e nossas forças enfraquecem, temos a impressão que somos incapazes.
Aí a fé grita em nossos corações e procuramos a ti. Nunca nos deixou e nem deixará sem uma resposta favorável. Pode não ser exatamente como imaginávamos, mas sem dúvida é o melhor. Gratos somos e seremos eternamente, peço que, derrame seu bálsamo de bênçãos sobre todos nós. Amém!
Disse O Grande e Sublime Mentor Universal, a LUCIUS:
Dias virão ( e bem próximos estão) em que meus fúlgidos raios brilhantinos de glória, refletidos em ti, não poderão mais serem ocultados. Então, toda e qualquer tentativa de se esconder, será inútil. Pois onde estiver, das mais pacatas às mais expostas e densas Trevas, serão ILUMINADAS.
✨🦉✨
Abrem-se flores
e sucumbem rápido
os dias setembrinos.
Mas ainda se pode
dormir entre pétalas
uma saudável sesta,
no mar primaveril.
Borboletas se perfumam
inocentes e incautas
no sol florido.
Ao longe, um ruído:
- Outubro se aproxima.
Lá no alto, uma folha
balança
- bem acima-
dóceis dias.
Exilados os dias:
- Self da vida
sem lume.
Paisagem atroz,
cheiro de pólvora
mata o ar.
Mundo órfão.
Dormem as borboletas.
Pedras endurecem o tom
e as areias desmaiam o chão.
Gotículas de silêncio.
O vento
pouco tem para balançar.
Aroma de chuva ausente,
o vaso vazio,
sedento de sementes.
Distante
A gaivota pisoteia a areia
(Olhos flébeis)
Triste,
como os dias cinzentos,
na beira de um mar
que, distante,
ondeia sem rumo.
Há uma âncora enferrujando
os tempos
e o horizonte vai escurecendo.
O crepúsculo náutico
é tedioso.
A gaivota sumiu
-Mas há o barulho das ondas -
O mar parece adormecer.
Eu canto, solitário,
sem cantos de sereias,
enquanto meus olhos,
úmidos,
esperam o amanhã.
Moacir Luís Araldi
(Do livro Abstratos poéticos)
Trazer um pouco de sabedoria e luz para nossos dias é uma tarefa diária, um compromisso que assumimos conosco mesmos e com o mundo. É através desse cultivo que podemos transformar nosso cotidiano em uma jornada significativa, repleta de aprendizados, crescimento e conexões verdadeiras.
- Edna Andrade
Poesia triste
Esperança existe
De melhoria
Nos próximos dias
Procuro o amor
Dentro da dor
Não é cinema
Não escolhi o tema
Nasci dentro
Mas não lamento
Se é a missão
Busco a solução.
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