Poemas Procurando um Amor
Sobre o amor
"Nas diversas formas de amar, posso dizer que sempre amo à primeira vista.
Admiro mesmo sem conhecer; observo pelas palavras, pela forma íntegra de agir, a maneira especial com que trata pessoas sem ao menos conhecê-las.
Gosto de gente com conteúdo, com idéias, que sabe onde estão e quem são.
Palavras vãs não acrescentam em nada no dicionário da minha história. Prefiro aos inteligentes do que belos, pois a beleza envelhece, mas as idéias se fortalecem....
Se não posso acrescentar, que não seja eu o divisor!!!!
À medida que dou, acrescento algo em mim.
Um dia eu perguntei a Deus:
Por que as pessoas não tem os vossos corações voltados ao amor?
Mas não obtive resposta. Então procurei pensar por mim mesmo, e passei a crêr que maior parte disso está na decepção que envolve em meio ao sentimento.
Penso que por medo de amar é que nasçem os desacreditados. Por que à muitos que procuram perfeição em seu relaçionamento, mas não compreendem e nem enxergam que até as belas flores, contém espinhos.
Um Grande Amor...
Um grande amor
incendeia
afaga, clareia...
Olhos que vêem
beleza de estrelas, de rosas...
De pássaros brincando na areia.
O amor não habita no passado, na ausência...
Ou Tristeza
Se edifica lentamente
pra ser eterna morada de Deus.
Onde o riso não é sonho,
é real, é certeza
é presente
Se vive, se sente.
Espalha-se nos polens,
trás novas sementes.
Sentimentos bons e maus;
Sentimentos vão e vem;
e a duvida sempre fica,
e o meu amor por você
também
Quando pedimos à Deus amor,O que ele nós dá?
Nós da a oportunidade de amar e aprender a ser mais amorosos.
Quando pedimos à Deus felicidade, o que eles nós dá ?
Momentos de tensão pra que possamos fazer a diferença e dar alegria!.
Quando pedimos coragem e vitórias à Deus,o que ele nós dá?
Nós dá momentos e oportunidades pra que possamos a ter coragem pra passar por desafios que precisam de batalhar muito para que por meio dele possamos ter coragem para chegar as vitórias.
O amor,é um sentimento forte, que nos faz bem. Mas quando se acaba, vira um carnaval dentro de nós. Um monte de sentimentos querendo agir ao mesmo tempo, e nunca sabemos o que fazer, e ai, acabamos soltando tudo da boca para fora descarregando no pobre infeliz que vier tirar nosso precioso tempo com bobagens.
Perguntamos-nos o porquê da existência do amor, melhor dizendo, pra que ele serve?
Mas o que poucos sabem é nós somos o amor, o amor é uma palavra que define o ser humano, nós amamos nossa família, nossos amigos e a todos os próximos. Nós nos amamos! Sendo assim, nós somos o amor.
Mas também nos perguntamos o porquê será que depois que o amor acaba, dói muito, chega a ser uma dor forte que não conseguimos suportar?
Mas uma coisa que quase ninguém sabe, é que ele dói, porque é para ser assim, ele dói, para nós termos uma prova de que todos aqueles momentos mágicos, era muito mais que um sonho, e que tudo que passamos juntos, foi real!
Teve uma época em que amava a todos sem amar ninguém,
depois tive meu primeiro grande amor,
depois disso tive alguns "amores",
agora? agora? agora? agora?
experimento o "amor próprio"
depois? depois? depois?
rezo para que o próximo seja o Eterno
O amor é realmente algo estranho.
Uma explosão calando a razão em um eterno
caminhar alinhado a loucura.
amor, algo que ninguém consegue explicar, nem com palavras, nem com música e nem com poesias ou versos dos melhores poetas..
Você perde a razão, nada impede de você fazer o que quer por aquilo que você ama, você faz de tudo para alcançar aquele objetivo, sentimento complicado, maravilhoso, indecifrável, que tem que ser conquistado e se quebrado? Shii..
O cabelo cai junto com as lágrimas que escorrem pelo corpo cortando de fora a fora e marcando cicatrizes por ela passa, brota um choro que vem de dentro da alma, você não esconde e muito menos desfarça, tudo muda, não faz sentido, é inaceitável, a gente sede fácil e cai de novo nessa armadilha inevitável que todos vivemos, erramos e nunca aprendemos. Infelizmente?
Sofrer faz parte.
Esconde-Esconde
Ai me perguntaram: Você acredita no Amor? No que eu respondi: Acredito nele e ele em mim, mas vivemos em um eterno esconde-esconde, pois toda vez que o procuro, eu me perco um pouco e toda vez que ele me encontra eu me acho ainda que momentaneamente. E foi observando a lógica dessa brincadeira que eu parei de procurá-lo, não quero mais me perder, eu sei que se eu não dificultar as coisas, se eu não inventar de me esconder nos lugares mais difíceis, ele irá me encontrar, tão desprevenido quanto da primeira vez.
“Sangrando”
Eu sei...
o meu amor por ti
foi insensato!
Foi labiríntico,
mórbido e,
por vezes, imaturo.
Intenso, quis tudo de ti
a todo custo,
a toda prova.
Indeciso, armou-se de espinhos
e se escondeu nas sombras...
(bem longe dos teus beijos).
Perdido, deu voltas em si mesmo,
buscando uma saída,
mas sentiu-se tão inseguro
que preferiu a partida.
(Não, eu não te contei,
mas me doeu muito te perder).
Doeu
como dói a ferida aberta,
um soco no nariz,
um corte profundo no pulso,
um objeto pontiagudo nos olhos.
Doeu
como dói a morte de um sonho
nascido prematuramente.
SEM SAÍDA
E agora, o que faço?
Fujo, tremo, desmaio?
Encaro o meu amor,
Ponto final, reticências ou traço,
Fico ou saio?
"Te deixo ir amor, seja feliz no verão. Eu fico no inverno.
Desejo o sol e muita luz pra você.
Desejo calor nos próximos dias, talvez muitos, pra mim. Vou precisar.
E se um dia nossos caminhos se cruzarem novamente, que seja na primavera."
http://osdiassemele.wordpress.com/
"E o amor ? Bom, o amor continua o mesmo. Firme e forte. E folgado… querendo todo o espaço do meu coração."
http://osdiassemele.wordpress.com/
Um dia me senti o Amor da sua vida
Sentimento que eu não tinha razão.
Esse amor as vezes me quer
Outras vezes, diz que não.
Uma brincadeira que me dói
Que machuca e me corrói.
Me faz, amar assim em vão
Mas sem esse amor, eu vivo só
Chorando a dor, da solidão.
Em teu corpo eu me deixo levar entre curvas
Eu me perco de amor e sedução.
Em tua boca eu me acho sem palavras
No silêncio de uma louca paixão.
Meu caríssimo ex-amor
Como uma módica quantia para o sustento de uma casa, tu me davas não mais do que uma parcela minguada dos teus sentimentos.
A cada ano que passava, tu foste exigindo de mim que eu me fizesse entregue, que sustentasse nossa relação, com os parcos carinhos com que te dignavas agraciar-me. Eu sempre os aceitei ansiosamente e tu nem percebias as consideráveis somas de amor com que eu contribuía, minuto a minuto, para a nossa união.
Mas, sem saberes, eu retirava uma pequena parcela do pouco que tu me davas (porque tu nunca irias suspeitar que eu fosse capaz de roubar o nosso próprio cofre).
Nada esbanjei do que de ti recebi e do que te roubei. Eu até poderia sair da tua vida, fugir ou morrer, sem nada te contar, e jamais desconfiarias de coisa alguma.
Ah! Como tu foste cego! Tua cegueira não te permitiu perceber que aquela quantia irrisória de amor com que participavas em nossas vidas não bastava para sustentar nossa relação, que precisarias contribuir no mínimo com o dobro.
Mas eu me multipliquei por nós dois.
Eu nem precisaria confessar-te isso agora, pois que nunca percebeste coisa alguma na tua avareza. E digo-te que outra mulher, talvez, não se saia tão bem quanto eu, e até poderias vir a cobrar dela o mesmo desempenho: se eu me arranjava por que ela não? Coitada...
Entanto confesso: dos míseros bocados que tirei do que tu me deste, fiz uma poupança, aumentei meu capital. Hoje, tenho mais amor ainda do que quando a ti me entreguei e que irei aplicar em outro investimento mais seguro e rentável.
Outra vez, desculpa-me por te haver enganado, apesar de não ter te empobrecido mais do que sempre foste, mas eu saí rica da tua vida.
Agradeço-te por isso.
(Inspirado em trecho do romance "Werther", de Goethe)