Mensagem de Falecimento

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⁠Enfrentando as muitas perdas trazidas pelo tempo e pela morte, tornamo-nos um eu que chora e se adapta, encontrando em cada estágio – até o último suspiro – oportunidades para transformações criativas.

⁠Há uma distância muito curta entre o amor e o ódio, e muitas vezes a morte oblitera totalmente a distância entre os dois. Eles se fundem em uma turbulência paralisante de emoções opostas, que é quase impossível de suportar.

⁠Se a morte é inevitável, e se as almas são imortais, como disseram os maiores sábios da humanidade, os meus atos são eternizados e o que é feito não pode ser desfeito.
O que escolho fazer e colocar na minha vida?
Buscarei virtudes ou vícios?
Alex Rich

⁠A morte é o oposto de solidão e solidão era a única coisa que ela tinha. A única coisa que era dela. E isso tornava a solidão bela, entre os começos frios e brilhantes.

⁠Uma vida em Cristo transforma a morte numa porta que leva ao belo jardim de Deus.

⁠A Morte de uma mãe
A morte de um pai
É dolorida
Pode ser cicatrizada
Mas nunca apagados de nossa vida

⁠Mais amor, por favor...

O milagre da vida e da morte são enigmas
que nos instigam desde tempo imemoriais...
A natureza com toda sua grandeza e pureza
nos fascina e ensina...

somos centelhas divinas em caminhada individual e
coletiva...
Somos mistério profundo em comunhão
com a fonte Amor...

O Amor nos adorna e transforma em formas de
Amor...
Somos amor em nosso andor de amor e dor...
Somos sementes a germinar em amor... para o amor e
pelo amor...
Amor, por favor!

Quantos vão morrer nos seus braços para você se acostumar com a morte? Quantos olhos mortos você consegue encarar até morrer por dentro? ⁠

⁠Das partes triste do final da vida, é quando a morte chega, não vermos as homenagens e demonstração de afeto que são feitas a nós, enquanto a vida a maioria dessas demonstrações são guardadas, para faze-las quando o homenageado não puder mais contempla-las!

⁠Se um ser humano visse o inferno ele temeria a morte mas se visse o Céu, certamente a desejaria

⁠Atraentes rosas negras,
lindas e misteriosas
com um ar de nobreza,
onde a vida e a morte se mostram, tristezas e amores
numa essência rara externada
nestas simples flores.

⁠Na beira do mistério, onde a morte espreita,
Descobri a simplicidade que a vida me deita.
Não mais me perco no labirinto do porvir,
Aqui e agora encontro razão para sorrir.

No limiar do desconhecido, renasço mais leve,
Deixo de lado o peso do que não se deve.
Otimismo brota como erva no chão,
Valorizando a existência em sua plenitude, então.

Não adio mais a felicidade, pois ela se insinua,
No murmúrio do vento, na luz da lua.
Cada instante é uma dádiva a celebrar,
Grato pelo prolongamento, pela chance de continuar.

Assim como o sol brilha no céu azul,
Eu me ergo, simples e sereno, a viver o meu sul.
Na poesia da vida, encontro meu refrão,
Amando cada momento, sem hesitar, sem não.

Ansiedade de morte não é raro encontrar pessoas vivendo assim. Em uma sociedade que esqueceu que é humanidade.⁠

⁠Não existi falta do que nunca existiu,
assim como nunca haverá morte do que nem nasceu.

Que coisa ruim é o tempo...
Nos envelhece, nos leva pra próximo da inevitável morte,⁠ leva embora quem amamos, separa quem um dia foi unido, deixa marcas...

Que coisa boa é o tempo...
Nos trás sabedoria, nos ensina que estamos aqui de passagem para que possamos evoluir, alivia a dor, fecha as cicatrizes, nos torna resilientes!

O tempo é rei, o tempo é soberano, o tempo é dual. Cabe a nós dizer se o tempo em nossas vidas é uma benção, ou uma maldição... Não podemos lutar contra o tempo pois inevitávelmente sairemos perdedores, devemos amar o tempo e sermos gratos, por tudo que se inicia e chega ao fim neste incrível espaço de tempo que chamamos de vida.

Morte, podes até vir me buscar, mas te aviso: esqueci de te contar que minha loucura não tem fim.

⁠Por mais rico que você seja, não levará um centavo para outra vida após sua morte.

⁠A morte é uma passagem inevitável que todos nós teremos que enfrentar um dia. Mas, em vez de temê-la, devemos aprender a aceitá-la como parte natural da vida e a valorizar cada momento que temos neste mundo como se fosse o último, para que possamos viver plenamente e sem arrependimentos.

Se a modernidade se esforçou para desconstruir a morte, em nossa época pós-moderna é a vez de a imortalidade ser desconstruída.

Zygmunt Bauman
O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

⁠"Às pessoas esquecem mais rapidamente a morte dos pais do que a perda dos haveres (patrimônio)" Maquiavel -- escreveu a mais de 500.anos e está viva em nossas vidas. Quando temos um prejuízo significativo jamais esquecemos.