Fazendo a coisa Certa
A vida muita das vezes é a arte do improviso com uma certa loucura e porque não um pouco de conhecimento?
✍️HOJE o ser humano deve perguntar a si mesmo quanto eu me custo? Senão é desequilíbrio na certa. A questão é o custo das necessidades primárias. É conviver com a realidade independente da idade.
✍️Depois de um tempo, a certa altura da vida, o melhor a ser feito é só ficar no observatório pra ver até onde as criaturas se transformam e te proíbem de observar.
Mas o leão, reagindo rapidamente, evitou as presas venenosas da mamba com um salto na hora certa. O ataque da mamba errou o alvo, deixando o leão ileso.
Certa vez vi uma pessoa ser humilhada por escrever Deus com d minúsculo.
Pensei, Deus é isso? Humilhar, menosprezar, expor, diminuir, ridicularizar o outro?
Isso é do agrado de Deus?
Isso faz parte dos ensinamentos de Jesus? Definitivamente, não.
Vejo tantas bocas cheias de Deus, mas o coração vazio.
Tantas bocas falam e tantas mãos escrevem, mas e os sentimentos? E os pensamentos? E as ações?
Quem somos nós para definir alguém como insignificante?
Somos superiores a alguém? Todos somos insignificantes com nossos pecados, nossas falhas, nossa soberba.
Somos falíveis, afinal.
Como diz Ramakrishna, Deus está em todos os homens, mas nem todos os homens estão em Deus.
Para a minha infelicidade Claus me revelara certa vez que essa era a principal característica de um rei, jamais desejar o trono.
Uma certa percentagem da Humanidade,
tem o péssimo hábito,
De generalizar as situações!
Veja, todos somos Seres Únicos,
Com percursos, formas de pensar e agir, graus de formação, inteligência e sabedoria, diferentes!
Um simples gesto, faz a diferença!
Automaticamente, cada caso é um caso!
Pense nisso!
Não generalize!
Grata!
Amiga é aquela que, quando tá certa e acontece algo errado, corre atrás e pede perdão.
Amiga é aquela que chora junto, que liga todo dia só pra ouvir a voz uma da outra.
Amiga é aquela que fala Eu te amo. Amigas sempre, e sempre nunca haverá fim.
Quem disse que o amor tem uma forma certa de ser expressada?
O amor está no olhar, no toque, nos gestos, na sinceridade, no abraço, no cuidado.
O coração sempre encontrará mil formas, de se declarar.
Na estação certa, as pétalas, ansiosas por luz, desabrocham, desvelando a verdadeira beleza oculta, que apenas no ato de coragem de florescer acontece.
Raízes firmes na terra, contra o vento a lutar, o inverno rigoroso, o desafio a enfrentar, mas na primavera, voltam a se levantar.
O orvalho da manhã, lágrimas de alegria, reflete o brilho da nova luz do dia.
As flores, resilientes, não temem a dor, pois cada cicatriz é um traço de amor.
E assim, entre espinhos e suaves fragrâncias, elas nos ensinam com suas elegâncias, que a beleza da vida está em continuar.
Foi como se cada pétala fosse um poema escrito pelo vento, contando a história de resiliência no tempo.
Somos música e som.
Usando a música na frequência certa e na vibração adequada podemos trazer nossos quatro corpos: físico, emocional, o mental e o espiritual de volta ao equilíbrio e criar um espaço para uma cura profunda e perfeita.
Certa vez, havia um caipira descascando fumo, sentado, na entrada de uma cidadezinha do interior. E passou um carro com um homem da cidade grande, parou ao lado e perguntou: ôh caipira, como é a próxima cidade, é boa?
O caipira respondeu: "depende, sô!."
O homem do carro retrucou: depende de quê?
O caipira então disse: "depende se de onde você vem era bom..."
Navego pela vida com uma certa tranquilidade, pois as vezes me entristeço comigo mesmo, ao cair. Me levanto, sorrio e prossigo.
A sacralidade nas refeições.
Há certa equidade no rito das refeições. Sob a toalha, já não se vê quem é maior. A mesa esconde nossas deficiências.
Sentados, a única urgência é pela comunhão, que é repartida juntamente com o pão e a manteiga. O sagrado tem sabor de café.
Quando nestes encontros falamos, rimos e recordamos, as horas voam diante da saudade acumulada, e notamos que, pelo menos por alguns instantes, conseguimos arranhar a eternidade.
Algum aparelho sempre toca e, espantados com o horário, sabemos que é o momento de partir.
Na porta, ao nos despedirmos, alguém intencionalmente sacode a toalha do café, assim as aves também poderão se alimentar com as migalhas dos nossos momentos.
Certa vez, revoltado por sucessivos
infortúnios amorosos,
com a íris acinzentada de dor,
matei uma flor.
Matei apenas porque ela era flor.
Matei somente porque eu era dor.
Matei porque vi nela amor.
Em retaliação,
a flor,
em ato agonizante,
perfumou-me.