Amor Implorado Mendicancia

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Tive mais uma decepção no amor, então fui ler frases para ao menos eu poder continuar. Uns diziam não desista e outros desista, eu só queria aquela paz que da vontade quando sentamos no sofá, o amor é igual faca se tiver parada se tiver calmo tudo bem, mais chega o momento em que alguém tem que usar a faca e então começa cortar, o amor é lindo mais machuca e machuca muito forte. Eu desisto de amar, eu desisto de tentar, eu desisto de viver, só não desisto da esperança que um dia o amor será apenas; amar.

Doi ver você nos braços do outro, doi saber que o meu amor por ti só vai ficar na vontade, doi sentir que você só olha pra mim quando tens fome, doi saber que ao amanhecer não estarás pror perto pra te contar o meu sonho.

Eu acredito no amor. Eu acredito no amor acima de qualquer coisa.

O amor é como um avião...
... deixa sempre um rasto para trás...

Eu sou um cara inteligente principalmente no amor disso não tenho duvidas prefiro ter uma mulher incrível do meu lado do que uma porção de biscates.

Meu amor, quando alguém debochar de você chamando-a de Feia, não se ralhe porque a beleza está no horizonte de quem vé, e pelo menos eu acho-te a perfeita

O amor é como uma planta. Não se
pode simplesmente colocá-lo num vaso e esperar que cresça, deve-se de cuidar dele e o regar...

Amar o próximo como a si mesmo!
Plante AMOR e colherá AMOR, esse é o SEGREDO!

Se se morre de amor! — Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n'alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d'amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio,
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes no morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D'amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração — abertos
Ao grande, ao belo; é ser capaz d'extremos,
D'altas virtudes, té capaz de crimes!
Compr'ender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D'aves, flores, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos;
Temer qu'olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d'ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

Se tal paixão porém enfim transborda,
Se tem na terra o galardão devido
Em recíproco afeto; e unidas, uma,
Dois seres, duas vidas se procuram,
Entendem-se, confundem-se e penetram
Juntas — em puro céu d'êxtases puros:
Se logo a mão do fado as torna estranhas,
Se os duplica e separa, quando unidos
A mesma vida circulava em ambos;

Que será do que fica, e do que longe
Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio?
Pode o raio num píncaro caindo,
Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos;
Pode rachar o tronco levantado
E dois cimos depois verem-se erguidos,
Sinais mostrando da aliança antiga;
Dois corações porém, que juntos batem,
Que juntos vivem, — se os separam, morrem;
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam,
Se aparência de vida, em mal, conservam,
Ânsias cruas resumem do proscrito,
Que busca achar no berço a sepultura!

Esse, que sobrevive à própria ruína,
Ao seu viver do coração, — às gratas
Ilusões, quando em leito solitário,
Entre as sombras da noite, em larga insônia,
Devaneando, a futurar venturas,
Mostra-se e brinca a apetecida imagem;
Esse, que à dor tamanha não sucumbe,
Inveja a quem na sepultura encontra
Dos males seus o desejado termo!

Alguns querem amor. Eu só quero uma amnésia.

Como alguém consegue aprender sem estudar, estudar sem prazer, sentir prazer sem amor e se cansar do prazer do amor de estudar aprendendo? Como? Como? Como? Como?

Se não tiver sossego, não é amor, é apego.

FOFOCA

Faladores
Oprimem
Felicidade
Originalidade
Camaradagem
Amor

(Anagrama dedicado a todos os fofoqueiros e fofoqueiras de plantão... Gente má, que, de maneira irresponsável e patológica, se diverte causando grande estrago - por vezes até irreparáveis - à vida das pessoas. Saiba você o óbvio, que se alguém fala mal de alguém pra você, com certeza também vai falar mal de você pra outra pessoa. Se afaste de gente fofoqueira, pessoas assim, quando isoladas, pouco ou nenhum mal podem fazer.Não esqueça de uma coisa: Fofoca é coisa de pessoas que têm a vida mal resolvida e veem em outros seus próprios problemas.)

Um amor vai curando o outro,
até que a gente encontre um
que não machuque.
que não maltrate,
e que não deixe o próximo existir.

O amor machuca da mesma forma que um motorista se relaciona à placa de pare. Nem sempre ele para e então, quando tenta, é tarde demais.

Oque é bom no Amor? absolutamente nada.

"Não é nada não.... é só meu amor próprio que não me permite retornar suas mensagens, suas chamadas! Relaxa o problema não é contigo, é só amor demais.... POR MIM!!!!"

Nosso Amor

Estar com você
me sinto no paraíso
o nosso amor é o presente
que Deus nos deu
com você tudo fica lindo
fica colorido.

O nosso amor é vivo,
colorido, não tem como explicar
amor da minha vida eu te amo
como é bom te amar

Quando Deus uniu as nossas
vidas de uma vez
o nosso amor ficou completo
Você é tudo para mim
agradeço a Deus
pelo nosso amor

Eu Sou feliz, Eu Sou saudável, Eu Sou perfeito
Sou rico e Sou próspero
Eu Sou o Amor do Meu Pai Criador
Eu Sou o Amor do Meu Pai Criador
Eu Sou feliz, Eu Sou saudável, Eu Sou perfeito
Sou rico e Sou próspero
Eu estou em harmonia com o Universo
Recebo tudo que com firmeza Eu peço
Eu Sou feliz, Eu Sou saudável, Eu Sou perfeito
Sou rico e Sou próspero
Nesta batalha para eu poder crescer
Com fé em Deus, tenho a certeza de vencer.
Esta canalização poderá ser usada como uma prece diária.

DEPOIS DE MUITO AMOR

A mulher somente despreza quem ela amou demais. Não é qualquer homem que merece, não é qualquer pessoa. Pede uma longa história de convivência, tentativas e vindas, mutilações e desculpas. O desprezo surge após longo desespero. É quando o desespero cansa, quando a dúvida não reabre mais a ferida.

É possível desprezar pai e mãe, ex-esposa ou ex-marido, daquele que se esperava tanto. Não se pode sentir desprezo por um desconhecido, por um colega de trabalho, por um amigo recente. O desprezo demora toda a vida, é outra vida. É nossa incrível capacidade de transformar o ente familiar num sujeito anônimo.

Assim que se torna desprezo, é irreversível, não é uma opinião que se troca, um princípio que se aperfeiçoa. Incorpora-se ao nosso caráter.

Desprezo não recebe promoção, não decresce com o tempo. Não existe como convencer seu portador a largá-lo. Não é algo que dominamos, tampouco gera orgulho, nunca será um troféu que se põe na estante.

Desprezo é uma casa que não será novamente habitada. Uma casa em inventário. Uma casa que ocupa um espaço, mas não conta.

É a medida do que não foi feito, uma régua do deserto. A saudade mede a falta. O desprezo mede a ausência.

O desprezo não costuma acontecer na adolescência, fase em que nada realmente acaba e toda vela de aniversário ainda teima em acender. É reservado aos adultos, desconfio que deflagre a velhice; vem de um amor abandonado. Trata-se de um mergulho corajoso ao pântano de si, desaconselhável aos corações doces e puros, representa a mais aterrorizante e ameaçadora experiência.

Indica uma intimidade perdida, solitária, uma intimidade que se soltou da raiz do voo.

O desprezo é um ódio morto. É quando o ódio não é mais correspondido.

Não significa que se aceitou o passado, que se tolera o futuro; é uma desistência. Uma espécie de serenidade da indiferença. Não desencadeia retaliação, não se tem mais vontade de reclamar, não se tem mais gana para ofender. Supera a ideia de fim, é a abolição do início.

Não desejaria isso para nenhum homem. O desprezado é mais do que um fantasma. Não é que morreu, sequer nasceu; seu nascimento foi anulado, ele deixa de existir.

O desprezo é um amor além do amor, muito além do amor. Não há como voltar dele.
(Zero Hora)